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	<title>centro de teatro do oprimido &#187; Últimas Notícias</title>
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	<description>&#34;Ser cidadão não é viver em sociedade, é transformá-la.&#34; Augusto Boal</description>
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		<title>Demolição do Frei Caneca dá esperança a detentos</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 22:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em carta encaminhada ao editor do website do CTO, Monique Rodrigues*, curinga-assistente do Centro de Teatro do Oprimido, informa que no próximo sábado (13/3), por motivo da demolição do Complexo Penitenciário Frei Caneca, restando somente o Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Heitor Carrilho, os pacientes-detentos serão levados ao Henrique Roxo (Manicômio Judiciário de Niterói) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/03/IMG_63162.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1129" title="GTO Liberarte" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/03/IMG_63162-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Em carta encaminhada ao editor do website do CTO, Monique Rodrigues*, curinga-assistente do Centro de Teatro do Oprimido, informa que no próximo sábado (13/3), por motivo da demolição do Complexo Penitenciário Frei Caneca, restando somente o Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Heitor Carrilho, os pacientes-detentos serão levados ao Henrique Roxo (Manicômio Judiciário de Niterói) onde, ao longo do dia, serão realizadas atividades culturais, incluindo música, cinema e apresentação da peça do GTO Liberarte. “Acho que este dia representa a gradativa mudança que venho acompanhando na unidade. Este espaço, antes ocupado pelo SOE (polícia especial prisional), que nestes casos ficariam responsáveis por acompanhar os internos<span id="more-1128"></span> durante o dia, agora está sendo ocupado pela arte, conduzido pelos profissionais da unidade”, afirma Monique, que segue dizendo que “o grupo Liberarte está pautado na programação e como estamos passando por intensas e boas mudanças (mais da metade do elenco foi desinternado ou está em visita periódica ao lar), vamos apresentar uma performance artística com Sinestesia do Poema e músicas da peça “Anseios de Liberdade”. Creio que este novo evento dará um pontapé inicial para a nova fase do grupo, com novas músicas, histórias e&#8230; graças a todo trabalho realizado!!!&#8230; com novas caras, pois é isso que a gente quer!!!!”</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo popular de Teatro do Oprimido (GTO) Liberarte surgiu em outubro de 2007. Formado por pacientes do Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Heitor Carrilho (antigo Presídio Frei Caneca), o Liberarte é o primeiro grupo de Teatro do Oprimido criado em um Manicômio Judiciário, tendo como base de seu trabalho a construção coletiva e a criação de espetáculos de Teatro-Fórum que visão a transformação da realidade opressora a que vivem. O primeiro espetáculo do grupo “Anseios de Liberdade” foi apresentado além dos muros do Hospital, promovendo diálogo em eventos de grande relevância para a questão dos direitos humanos, como: II Fórum Internacional de Saúde Mental, Saúde Coletiva e Direitos Humanos, realizado em 24 de maio na UERJ; Penitenciária Esmeraldino Bandeira; e Cinelândia, durante comemoração do dia Mundial da Saúde.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Monique Rodrigues é curinga-assistente do Centro de Teatro do Oprimido, coordenadora do GTO Liberarte e trabalha nos projetos Teatro do Oprimido na Saúde Mental e Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto.</em></p>
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		<title>Notícias de uma curinga na Guiné-Bissau</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 16:03:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[questão de gênero]]></category>
		<category><![CDATA[teatro das oprimidas]]></category>
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		<description><![CDATA[A diretora teatral Alessandra Vannucci junto a Bárbara Santos, socióloga e curinga do CTO estão em países da África lusófona trabalhando na pesquisa cênica Laboratório Madalena. Na noite de quarta-feira, dia 3 de março, Bárbara escreveu algumas linhas  contando um pouco do que está em andamento na Guiné-Bissau: Por aqui, um calor de matar. Muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/03/Guiné-Bissau-março-de-2010-_0296.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1082" title="Guiné-Bissau - foto Bárbara Santos" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/03/Guiné-Bissau-março-de-2010-_0296-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A diretora teatral Alessandra Vannucci junto a Bárbara Santos, socióloga e curinga do CTO estão em países da África lusófona trabalhando na pesquisa cênica Laboratório Madalena. Na noite de quarta-feira, dia 3 de março, Bárbara escreveu algumas linhas  contando um pouco do que está em andamento na Guiné-Bissau:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Por aqui, um calor de matar. Muito trabalho, sol, desafio, descoberta&#8230; Pouca energia elétrica, quase nenhuma internet e raríssimo tempo livre para reflexão e registro escrito. Estamos registrando o máximo de imagens. Já gravamos várias entrevistas. Produzimos um espetáculo só com mulheres, que foi apresentado em Varela,<span id="more-1077"></span> dia 28 de fevereiro, para uma platéia linda. No próximo 8 de março, Dia Internacional da Mulher, o espetáculo será em São Domingos. E a Mostra Pública do Ponto a Ponto </em><em>será no dia 14 de março, em Bissau, na Embaixada do Brasil. </em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Beijos, Bárbara</em></p>
<p style="text-align: center;"><strong>TEATRO DO OPRIMIDO NA GUINÉ-BISSAU</strong></p>
<p style="text-align: right;">por Bárbara Santos</p>
<p style="text-align: justify;">De 24 de fevereiro a 15 de março de 2010 acontece em Guiné-Bissau o maior programa de qualificação em Teatro do Oprimido já realizado em terras africanas. A iniciativa do Grupo de Teatro do Oprimido GTO-Bissau é apoiada pela parceria internacional que une Brasil e Alemanha, através do Centro de Teatro do Oprimido &#8211; CTO, com o projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto, e da WFD-Berlim, com o projeto Mom ku Mom (mão com mão), realizado pela ONG Djemberen di Cumpu Combersa, que significa mediação em crioulo.</p>
<p style="text-align: justify;">A formação enfatiza a questão de gênero, destacando as opressões contra a mulher, e a mediação de conflitos, enfatizando os desafios para a construção de uma sociedade em processo de paz. As discussões sobre o processo de paz envolverão perspectivas históricas e culturais, a partir de atividades da Estética do Oprimido, incluindo manifestações culturais tradicionais: contos populares, músicas e danças. A abordagem sobre gênero utilizará a metodologia do Laboratório Madalena &#8211; teatro das oprimidas, experiência inédita desenvolvida no Brasil, dentro da residência artística da diretora italiana Alessandra Vannucci no CTO.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A iniciativa chega agora a Guiné-Bissau e em breve também a Moçambique</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os espetáculos de Teatro-Fórum produzidos nesta formação, assim como produtos artísticos, serão apresentados ao público no dia 08 de março, às 19h, Dia Internacional da Mulher, na Praça Central em São Domingos e dia 14 de março de 2010, às 18h, no Centro Cultural Brasil Guiné-Bissau, na sede da Embaixada do Brasil, em Bissau.</p>
<p style="text-align: justify;">O Teatro do Oprimido, método criado pelo teatrólogo brasileiro Augusto Boal, chegou ao país em 2004, por iniciativa de Alejandra Maass, representante local da WFD-Berlim à época, que trouxe a Bissau, Bárbara Santos do CTO e Christoph Leucht da RAA-Berlim para a formação que deu origem ao GTO-Bissau. Desde 2006, o grupo integra o projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto, do CTO, financiado pelo Ministério da Cultura do Brasil por intermédio do Programa Cultura Viva, que garante qualificação continuada a seus integrantes e apoio técnico e supervisão no desenvolvimento de suas atividades.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de atuar em todo o território guinense, o GTO-Bissau tem participado de importantes eventos internacionais como: Festival de Teatro-Fórum do Senegal, nas edições 2005, 2007, 2008 e 2009, Mostra Internacional de Teatro Universitário, na Espanha, em 2009, e no Brasil, Festival de Teatro Lusófono e Conferência Internacional de Teatro do Oprimido, no Rio de Janeiro, também em 2009. Na Conferência, o coordenador do GTO-Bissau, José Carlos Correia, foi eleito representante africano para a Rede Internacional do Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do Centro de Teatro do Oprimido e da WFD-Berlim, o GTO-Bissau tem estabelecido distintas parcerias locais para o desenvolvimento de projetos sócio-culturais, com ênfase na promoção da paz e na mediação de conflitos, onde tem utilizado o Teatro do Oprimido como estratégia de comunicação, sensibilização e estímulo à transformação da realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O Teatro das Oprimidas terá seus resultados internacionais apresentados no dia 28 de maio de 2010, no evento MADALENA OCUPA A LAPA, no Rio de Janeiro.</p>
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		<title>Dia Mundial do Teatro do Oprimido</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 19:44:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Augusto Boal]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro do Oprimido]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 16 de março centenas de grupos em mais de 70 países dos cinco continentes comemoram o Dia Mundial do Teatro do Oprimido. No Largo da Lapa, o Centro de Teatro do Oprimido realiza das 10h até às 22h, no casarão verde e amarelo da Av. Mem de Sá 31.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/02/Dia-Mundial-do-TO_Flyer_A_CURVAS.gif"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1053" title="Dia Mundial do Teatro do Oprimido" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/02/Dia-Mundial-do-TO_Flyer_A_CURVAS-e1267223641944-150x98.gif" alt="" width="150" height="98" /></a>Desde 2008, no dia 16 de março, centenas de grupos em mais de 70 países dos cinco continentes comemoram o Dia Mundial do Teatro do Oprimido. No Largo da Lapa, Rio de Janeiro, o Centro de Teatro do Oprimido &#8211; CTO realiza nesta data, das 10 até às 22h, no casarão verde e amarelo da Av. Mem de Sá 31, que abriga a instituição, uma programação de atividades artísticas: peças teatrais, shows musicais, poesias, performances, exibição de vídeos, a instalação O Ser Humano no Lixo<span id="more-1042"></span>, exposição de pinturas, exposição de parte do acervo do Instituto Augusto Boal, além da homenagem Viva Boal que vai celebrar os 79 anos que neste dia completaria o criador do Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">O evento se divide em três momentos, que vão explicitar a diversidade de atuação do Centro de Teatro do Oprimido. Pela manhã o foco é a educação, quando as atividades estarão voltadas para os estudantes da rede pública, que junto a seus professores participam de atividades para desdobramentos pedagógicos. A tarde o foco é o trabalho realizado na saúde mental: nos Centros de Atenção Psicossociais &#8211; Caps, hospitais psiquiátricos, hospitais de custódia, núcleos de atenção básica etc. No início da noite o foco é o trabalho nos Pontos de Cultura espalhados pelo Brasil e na África lusófona: Moçambique, Guiné-Bissau, Angola e Senegal. A partir das 20 horas acontece a celebração Viva Boal. O encerramento dançante será ao som de uma <em>terreirada cearense</em> com Geraldo Júnior e o grupo Forró de Raiz, que vieram do Cariri, sertão do Ceará, trazendo ritmos maravilhosos como o coco, forró, reisado, cabaçal, maracatu e outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Grupos do Brasil e das mais diversas nacionalidades estarão conectados ao evento, pela internet, enviando mensagens e imagens de suas comemorações.</p>
<p style="text-align: justify;">O evento é uma realização do Centro de Teatro do Oprimido com patrocínio do Ministério da Cultura, Ministério da Saúde e Governo Federal, promoção da TV Globo, apoio da Prefeitura do Rio e Aquareela.</p>
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		<title>Teatro Legislativo é publicado em árabe</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 13:05:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Augusto Boal]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro do Oprimido]]></category>
		<category><![CDATA[teatro legislativo]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ashtar Theatre, grupo de Teatro do Oprimido de Ramallah, Palestina, traduziu e publicou o livro &#8220;Teatro Legislativo&#8221;, em árabe. O livro escrito pelo brasileiro Augusto Boal terá 4000 exemplares distribuídos para quatro países árabes, com a ajuda e apoio do Ministério das Relações Exteriores Estrangeiros. A tradução é dedicada ao espírito de Augusto Boal, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Ashtar Theatre, grupo de Teatro  do Oprimido de Ramallah, Palestina, traduziu e publicou o livro &#8220;Teatro Legislativo&#8221;, em árabe. O livro escrito pelo brasileiro Augusto Boal terá 4000 exemplares distribuídos para quatro países árabes, com a ajuda e apoio do Ministério  das Relações Exteriores Estrangeiros. A tradução é dedicada ao  espírito de Augusto Boal, criador do Teatro  do Oprimido.<span id="more-1034"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Esta não é a primeira que se traduz para o árabe os livros de Augusto Boal. Em julho de 2005 o Ashtar Theatre traduziu e lançou &#8220;Jogos para atores e não atores&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Clique <a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/02/Newsletter-Ashtar-Theatre-Fev-2010.pdf"><span style="color: #0000ff;">Newsletter Ashtar Theatre &#8211; Fev 201</span><span style="color: #0000ff;">0</span></a> e leia mais no boletim de notícias publicado pelo Ashtar Theatre.</p>
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		<title>Pirei na Cenna em Portugal</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 13:39:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A série &#8220;Retratos de uma luta&#8221;, da fotógrafa Andrea Mendes, começa a ser exibida hoje na Galeria Abraço de Lisboa, Portugal. Para este trabalho a fotografa clicou os integrantes do grupo popular de Teatro do Oprimido Pirei na Cenna, composto por usuários da saúde mental, no Hospital de Tratamento Psiquiátrico Jurujuba, de Niterói/RJ. Em junho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/02/série-Retratos-de-uma-luta-foto-de-Andréa-Mendes-001.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1020" title="série Retratos de uma luta - foto Andréa Mendes" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/02/série-Retratos-de-uma-luta-foto-de-Andréa-Mendes-001-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A série &#8220;Retratos de uma luta&#8221;, da fotógrafa Andrea Mendes, começa a ser exibida hoje na Galeria Abraço de Lisboa, Portugal. Para este trabalho a fotografa clicou os integrantes do grupo popular de Teatro do Oprimido Pirei na Cenna, composto por usuários da saúde mental, no Hospital de Tratamento Psiquiátrico Jurujuba, de Niterói/RJ. Em junho a série chega ao Rio para exposição no Museu Bispo do Rosário. Na ocasião o grupo apresenta a peça teatral &#8220;É melhor prevenir que remédio dar&#8221;.</p>
<p>O grupo Pirei na Cenna foi criado em 1997, em Niterói, Rio de Janeiro. <!-- infotext1 --><!--  --> <!-- infotext2 -->Para conhecer mais a respeito dos grupos populares de Teatro do Oprimido leia o menu Participe.</p>
<p>Fonte: Alessandro Conceição &#8211; <span style="color: #0000ff;"><a title="alessandroconceicao@ctorio.org.br" href="mailto:alessandroconceicao@ctorio.org.br"><span style="color: #0000ff;">alessandroconceicao@ctorio.org</span><span style="color: #0000ff;">.br</span></a></span></p>
</div>
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		<title>Madalena, o teatro das oprimidas</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 11:03:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Teatro do Oprimido]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>

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		<description><![CDATA[Acontecendo no Brasil, além de Guiné-Bissau e Moçambique, países da África lusófona, de dezembro de 2009 até abril de 2010, o ‘Laboratório Madalena’ é uma experiência cênica voltada para mulheres empenhadas em investigar as especificidades das opressões enfrentadas pelas mulheres e mesmo as suas próprias alienações, e em atuar para a criação de medidas efetivas que contribuam para a superação dessas opressões e para a igualdade dos gêneros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/01/logomarca-madalena.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1016" title="logomarca Madalena, teatro das oprimidas" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/01/logomarca-madalena-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Acontecendo no Brasil (Ceará e Rio de Janeiro), além de Guiné-Bissau e Moçambique, países da África lusófona, de dezembro de 2009 até maio de 2010, o ‘Laboratório Madalena’ é uma experiência cênica voltada para mulheres empenhadas em investigar as especificidades das opressões enfrentadas pelas mulheres e mesmo as suas próprias alienações, e em atuar para a criação de medidas efetivas que contribuam para a superação dessas opressões e para a igualdade dos gêneros. Contemplado com o Prêmio Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura (Minc/Funarte), o Laboratório Madalena integra a residência artística da diretora italiana Alessandra Vannucci no Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto¹.<span id="more-986"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A experiência busca percursos de expressões estéticas e narrativas a partir do corpo feminino. Esse corpo que ao longo dos séculos permaneceu escondido, protegido e oprimido pelo corpo masculino, e hoje parece protagonizar, como objeto e sujeito, a ribalta de nossa sociedade midiática. O corpo da mulher despido, exibido, sensual, trivial, reinventado, prostituído, espremido e despedaçado nos outdoors, nas páginas das revistas, nas passarelas da moda e do samba, é o melhor veículo para venda de qualquer produto. É no corpo feminino que se trava hoje, mais do que no masculino, o embate entre os hábitos ancestrais e a defesa dos direitos humanos fundamentais. Essa condição comporta ilusões, feridas, contradições e uma busca urgente de significados.</p>
<p style="text-align: justify;">O ponto de partida para o Laboratório Madalena ocorreu em dezembro de 2009 com duas oficinas, sendo uma delas composta por um grupo de trabalhadoras domésticas nordestinas. A partir de janeiro de 2010, pelo menos quatro laboratórios estão confirmados para ocorrer: no Ceará, Rio de Janeiro, além de Guiné-Bissau e Moçambique, países da África lusófona. As produções artísticas resultantes (peças, performances, esculturas, pinturas, instalações, poesias etc) circularão localmente, estimulando a discussão pública a respeito das opressões e violência contra o corpo da mulher, mesmo em tempos de revolução de hábitos e vivências e da emancipação da mulher em diversos contextos sociais. Em maio, acontecerá no Rio de Janeiro a Mostra “Madalena ocupa a Lapa”, com apresentação e exposição dessas produções artísticas e mesas de discussão sobre o tema. A experiência será registrada no ‘documentário Madalena’ e publicada na Revista Metaxis.</p>
<p style="text-align: justify;">As experiências cênicas do Laboratório Madalena estão sendo desenvolvidas por Alessandra Vannucci e Bárbara Santos. Alessandra realiza pesquisa sobre arte e violência contra a mulher, investigando o tema do corpo feminino neste começo de terceiro milênio, suas revoluções, mutações, expectativas, seduções, obsessões e opressões. Bárbara Santos é socióloga e curinga² do Centro de Teatro do Oprimido, onde coordena o Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto, possuindo larga experiência na formação de grupos populares no Brasil e na África, além de coordenar de programas de formação.</p>
<p style="text-align: justify;">O Laboratório Madalena é uma iniciativa da diretora Alessandra Vannucci (Prêmio Shell 2006 com “A Descoberta das Américas”, eleito Melhor Espetáculo de 2006 pelo Jornal O Globo; e Prêmio Arlecchino d’Oro 2007 com “Arlecchino all’inferno”) com realização do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">¹ Projeto realizado pelo Centro de Teatro do Oprimido com patrocínio do Ministério da Cultura por intermédio do Programa Cultura Viva.</p>
<p style="text-align: justify;">² Artista com função pedagógica, praticante, estudioso(a) e pesquisador(a) do Teatro do Oprimido, um(a) especialista em constante processo de formação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ONDE ACONTECE</strong></p>
<p style="text-align: justify;">‘<span style="text-decoration: underline;">Laboratório Madalena’,</span><span style="text-decoration: underline;"> no CEARÁ</span> &lt;&lt; JÁ REALIZADO &gt;&gt;</p>
<p style="text-align: justify;">11 a 15 de janeiro – SESC Crato. Rua André Cartaxo 443, Crato. Tel. (88) 3523-4444</p>
<p style="text-align: justify;">Ao término deste Laboratório aconteceram apresentações públicas das produções artísticas resultantes dos trabalhos no Laboratório (peças, performances, esculturas, pinturas, instalações, poesias etc), nas cidades: Crato (15/1), Juazeiro do Norte (16/1) e Fortaleza (17/1).</p>
<p style="text-align: justify;">‘<span style="text-decoration: underline;">Laboratório Madalena’,</span><span style="text-decoration: underline;"> no RIO DE JANEIRO</span></p>
<p style="text-align: justify;">2 a 6 de fevereiro – Caixa Cultural &#8211; Teatro Nelson Rodrigues (Grande Galeria). Av. República do Chile 230, Centro, das 15 as 20h.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 6 de fevereiro às 20h, acontece apresentação pública das produções artísticas resultantes (peças, performances, esculturas, pinturas, instalações, poesias etc), seguido de painel de discussão do tema apresentado. Ingressos GRÁTIS.</p>
<p style="text-align: justify;">‘<span style="text-decoration: underline;">Laboratório Madalena’,</span><span style="text-decoration: underline;"> em GUINÉ-BISSAU</span></p>
<p style="text-align: justify;">1 a 6 de março – Comunidade de Varela, San Domingo</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 6 de março às 18h, acontece apresentação pública das produções artísticas (teatro, escultura, pintura, textos etc) resultantes do trabalho na cidade. Ingressos GRÁTIS.</p>
<p style="text-align: justify;">‘<span style="text-decoration: underline;">Laboratório Madalena’,</span><span style="text-decoration: underline;"> em MOÇAMBIQUE</span></p>
<p style="text-align: justify;">26 a 30 de abril – Mercado público de Maputo</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 1° de maio às 14h, acontece apresentação pública das produções artísticas (teatro, escultura, pintura, textos etc) resultantes do trabalho na cidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Mostra “Madalena ocupa a Lapa</span>”</p>
<p style="text-align: justify;">28 de Maio – Largo da Lapa, Rio de Janeiro</p>
<p style="text-align: justify;">O evento gratuito acontece em praça pública a partir das 15h. No programa:</p>
<p style="text-align: justify;">Madalena Debate – lona de discussão sobre a situação da mulher na sociedade atual;</p>
<p style="text-align: justify;">Madalena Expõe – exposição das produções artísticas resultantes dos laboratórios do Brasil e da África;</p>
<p style="text-align: justify;">Madalena Canta – show musical comandado por mulheres;</p>
<p style="text-align: justify;">Madalena Encena – apresentação das cenas produzidas nos laboratórios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>COMO PARTICIPAR</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As mulheres interessadas em participar dos laboratórios devem acessar o site <a href="http://www.cto.org.br/">www.cto.org.br</a>, baixar a ficha de inscrição e enviá-la para o e-mail do Centro de Teatro do Oprimido <a href="mailto:contato@ctorio.org.br">contato@ctorio.org.br</a>. A participação é gratuita, mas é necessário inscrever-se com antecedência. Vagas limitadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ATENDIMENTO À IMPRENSA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ney Motta | Centro de Teatro do Oprimido<br />
Assessoria de Comunicação<br />
(21) 2539-2873 e 8718-1965<br />
<a href="mailto:neymotta@ctorio.org.br">neymotta@ctorio.org.br</a></p>
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		<title>Prêmio Direitos Humanos 2009</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 22:55:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presidente Luis Inácio Lula da Silva entregou nesta segunda-feira, 21, no Palácio Itamaraty, em Brasília, o Prêmio Direitos Humanos 2009 categoria livre, que é uma peça em acrílico criada pelo artista plástico Cirão Franco. O sociólogo Geo Britto, curinga do Centro de Teatro do Oprimido, foi quem recebeu o prêmio (in memorian) pelo trabalho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2009/12/papel569.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-981" title="papel569" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2009/12/papel569-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O presidente Luis Inácio Lula da Silva entregou nesta segunda-feira, 21, no Palácio Itamaraty, em Brasília, o Prêmio Direitos Humanos 2009 categoria livre, que é uma peça em acrílico criada pelo artista plástico Cirão Franco. O sociólogo Geo Britto, curinga do Centro de Teatro do Oprimido, foi quem recebeu o prêmio (in memorian) pelo trabalho de Augusto Boal desenvolvido com o Teatro do Oprimido. Na foto oficial, o presidente Lula  aparece ao lado do vice-presidente José Alencar, recebendo a camisa ‘Viva Boal’ das mãos de Geo Britto.</p>
<p style="text-align: justify;">O Prêmio Direitos Humanos é uma honraria concedida desde 1995 pelo governo brasileiro a pessoas, entidades públicas e da sociedade civil que se destacaram na defesa, promoção e no combate às violações dos Direitos Humanos. Nesta edição, foram premiados 16 personalidades ou entidades. O prêmio foi entregue na cerimônia de lançamento do Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3), que contou com a presença de 31 ministros, que assinaram o pacto de garantias de direitos humanos.O evento foi promovido pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República.</p>
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		<title>Santos recebe II Mostra de Teatro do Oprimido na Saúde Mental</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 12:55:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos dias 15 e 16 de dezembro, o Sesc Santos recebe a II Mostra Litoral de Teatro do Oprimido na Saúde Mental, com a participação de alguns dos grupos populares de Teatro do Oprimido do Litoral Paulista. Durante a programação da mostra, o público de adultos e crianças vai assistir cenas de Teatro-Fórum, cujos temas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nos dias 15 e 16 de dezembro, o Sesc Santos recebe a II Mostra Litoral de Teatro do Oprimido na Saúde Mental, com a participação de alguns dos grupos populares de Teatro do Oprimido do Litoral Paulista. Durante a programação da mostra, o público de adultos e crianças vai assistir cenas de Teatro-Fórum, cujos temas são inspirados em histórias reais de opressão vividas pelos atores. Também haverá: uma exposição alegre e colorida da Estética do Oprimido, com bandeiras e o Ser Humano no Lixo – uma representação do ser humano feita de material reciclável (lixo limpo); exposição de fotos; mesa de debate; atrações musicais; e coquetel de lançamento do último livro escrito pelo teatrólogo e ensaísta Augusto Boal, A Estética do Oprimido. Entrada franca.<span id="more-971"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A técnica denominada Teatro-Fórum é, provavelmente, um dos expedientes mais avançados do arsenal do Teatro do Oprimido. Trata-se de uma dinâmica onde histórias reais de opressão são encenadas, terminando a encenação no ponto de crise ou no momento em que a opressão se configura através da ação e se produz o impasse: o que fazer nessa situação? A partir daí, a platéia – ou os “espect-atores”, no dizer de Augusto Boal – intervém na cena, trocando de lugar com o protagonista e propondo alternativas de encaminhamento daquela situação de opressão. Trata-se de um processo político-artístico que procura resultar em ações concretas para fortalecer os indivíduos ante as opressões vividas.</p>
<p style="text-align: justify;">O evento que envolve cerca de 70 atores/usuários da saúde mental, faz parte do Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental, que está no Litoral Paulista desde 2006, uma realização do Centro de Teatro do Oprimido com patrocínio do Ministério da Saúde por intermédio da Coordenação Nacional de Saúde Mental e apoio da Prefeitura de Santos e do Sesc Santos.</p>
<p style="text-align: justify;">A II Mostra Litoral de Teatro do Oprimido na Saúde Mental tem produção e supervisão da teatróloga Kelly di Bertolli com coordenação nacional do sociólogo Geo Britto, ambos curingas¹ do Centro de Teatro do Oprimido, instituição com sede no Rio de Janeiro cuja coordenação geral e artística é da bióloga Helen Sarapeck. Mais informações no website <a href="http://www.cto.org.br/">www.cto.org.br</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p>II Mostra Litoral de Teatro do Oprimido na Saúde Mental<br />
Dias 15 e 16 de dezembro. Na terça-feira de 14 às 20h e na quarta-feira de 14 às 19h<br />
O que acontece: Serão apresentadas cenas de Teatro-Fórum pelos grupos populares de Teatro do Oprimido do Litoral Paulista; exposição da Estética do Oprimido; vídeo-documentário; mesa de debates; atrações musicais; e coquetel de lançamento do livro A Estética do Oprimido.<br />
Local: Sesc Santos. Rua Conselheiro Ribas 136, Aparecida. Telefone: (13) 3278-9800. Capacidade de público: 200 pessoas.<br />
Classificação indicativa: LIVRE<br />
Ingressos: GRÁTIS</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PROGRAMAÇÃO DO EVENTO:<br />
</strong>
</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> 15 de dezembro, terça-feira</strong></p>
<p style="text-align: justify;">14h – Abertura da exposição A Estética do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">14:15h – Espetáculo &#8220;Desavenças&#8221; com usuários do SERP (Seção de Reabilitação Psicossocial) Santos, que trabalham com programas de geração de renda. A peça conta a história real de mãe e filha, usuárias da saúde mental, num cotidiano familiar de constrangimento e humilhação.</p>
<p style="text-align: justify;">Intervalo Musical</p>
<p style="text-align: justify;">16h – Espetáculo &#8220;O incômodo&#8221; com usuários psicóticos do Naps 5. A peça conta a história real de um almoço onde fumantes e não fumantes discutem se fumar na mesa do almoço é desrespeitar o outro.</p>
<p style="text-align: justify;">Intervalo Musical</p>
<p style="text-align: justify;">17h – Mesa “Teatro do Oprimido na Saúde Mental do Litoral Paulista”, com Geo Britto, sociólogo e curinga do Centro de Teatro do Oprimido; Sandra Murat, coordenadora municipal de saúde mental; e representante do Ministério Saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">18h – Show musical</p>
<p style="text-align: justify;">19h – Coquetel de lançamento do último livro escrito pelo teatrólogo e ensaísta Augusto Boal, A Estética do Oprimido</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>16 de dezembro, quarta-feira</strong></p>
<p style="text-align: justify;">14h – Espetáculo “Tic Tac” com senhoras com idades entre 65 e 81 anos do Programa Saúde da Mulher, de Guarujá. A peça conta a história real da submissão de uma mulher em uma relação ao casamento. Como pano de fundo vemos a personagem protagonista, uma senhora de 81 anos, sufocada pelo tic tac do relógio do marido que lhe dita ordens.</p>
<p style="text-align: justify;">Intervalo Musical</p>
<p style="text-align: justify;">16h – Espetáculo “A família do Onça” com crianças e adolescentes com necessidades fisicas ou mentais atendidas no Núcleo Henry, de Praia Grande. A peça conta a história real de uma família na qual o pai alcoolatra constantemente agride a filha, apesar da resistência da mãe.  Enquanto isso vizinhos acompanham tudo de uma janela.</p>
<p style="text-align: justify;">Intervalo Musical</p>
<p style="text-align: justify;">17h – Espetáculo “Controle Remoto” com usuários psicóticos do Naps 3, de Santos. A peça conta a história real de Carlos Eduardo, que depois de levar uma vida normal tem um surto psicótico que mudo sua toda a sua vida. Já não trabalha e está na dependência total da família.</p>
<p style="text-align: justify;">18h – Show Musical</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PARA SABER MAIS</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Teatro do Oprimido no Litoral Paulista</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No Litoral Paulista, o Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental teve início em 2006, nos municípios de Santos, Guarujá, São Vicente, Praia Grande, Cubatão e Itanhaem, quando foram capacitados 30 profissionais da saúde mental como Multiplicadores de Teatro do Oprimido, atingindo cerca de 2.500 pessoas. Em 2008, fazendo uma segunda formação de Teatro do Oprimido, com novos e antigos multiplicadores, o projeto se concentrou em Santos, embora haja multiplicadores que atuam no Guarujá, Praia Grande, São Vicente e Cubatão, tendo atingido até o momento cerca de 4.000 pessoas. Nesta etapa foram realizados muitos diálogos teatrais e o projeto está sendo realizado também como parte do projeto de saúde mental do município de Santos. A primeira Mostra Litoral de Teatro do Oprimido na Saúde Mental aconteceu em 2006. Na ocasião foram apresentadas três cenas de Teatro-Fórum e teve a participação do teatrólogo e ensaísta Augusto Boal, criador do Teatro do Oprimido, falecido em maio de 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">A teatróloga Kelly di Bertolli, curinga¹ do Centro de Teatro do Oprimido, diz que “o Teatro do Oprimido na Saúde Mental da Baixada Santista tem participado do dia-a-dia dos usuários de saúde mental como uma ferramenta da humanização do tratamento psiquiátrico. O projeto multiplica a metodologia do Teatro do Oprimido entre os profissionais da rede de saúde mental, estes realizam encontros semanais com seus grupos. A multiplicação gerou vários grupos populares de Teatro do Oprimido que dialogam teatralmente entre si para discutirem problemas urgentes que os oprimidos enfrentam. A comunicação com a sociedade é no intuito de desmistificar o conceito de loucura, bem como a humanização de um sistema público de saúde, são metas do nosso trabalho. Buscamos através do Teatro de Oprimido chegar a ações sociais concretas em nossos grupos. O litoral paulista vem desde 2006 formando grupos que se solidificaram. Temos multiplicadores que já trabalham a quatro anos neste projeto. Há um trabalho de musicalização que acompanha o trabalho das cenas de Teatro-Fórum, que enriquece nossos grupos com músicas criadas em oficinas de Teatro do Oprimido. O Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental é visto como parte da política pública na Baixada Santista, para tanto contamos com o importante apoio da Prefeitura de Santos.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Teatro do Oprimido na Saúde Mental</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Teatro do Oprimido não apresenta respostas, mas procura fazer as perguntas certas. E uma das principais perguntas na relação entre usuários (pacientes), seus familiares, os profissionais da saúde mental é: <em>o que fazer</em>? É importante considerar que os usuários também têm problemas de transporte, alimentação, desemprego, racismo, sexismo, corrupção, etc. Através do teatro, da encenação de um problema ou conflito, pode-se chegar a um entendimento das condições dos protagonistas. Através do teatro começa a existir uma nova relação, mais humana, entre usuários e profissionais da saúde mental. O diferente é igual a gente.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicopedagoga Cláudia Simone, curinga do Centro de Teatro do Oprimido diz que “num contexto onde tentam esconder o diferente, o Teatro do Oprimido vem estimulando a sua visibilidade como cidadão e agente transformador de sua própria história. O diferente sobe no palco, conta sua história, vê e é visto por todos sem negar a sua condição de usuário, porém sem se sentir inferior mais semelhante com sua diferença.”</p>
<p style="text-align: justify;">O teatro muda tudo, porque os diferentes voltam a se sentir como parte da sociedade. Desde que o teatro entrou na vida destas pessoas com transtornos psiquiátricos, os períodos de internação e de depressão diminuíram, a adesão ao tratamento aumentou e a vontade de viver ressurgiu.</p>
<p style="text-align: justify;">O sociólogo Geo Britto afirma que “é importante considerar a questão do Teatro do Oprimido como possibilidade de uma metodologia artística que proporciona o diálogo. Um exemplo é que, atualmente os CAPS (Centros de Atenção Psicossociais) vêm utilizando o Teatro do Oprimido nas suas assembléias, com usuários, seus familiares e profissionais. Onde muitas vezes não se conseguia se fazer entender pela fala, agora, trabalhadas através da imagem, do teatro, se estabelece o diálogo.”</p>
<p style="text-align: justify;">¹ <em>Curinga<strong> </strong>é o especialista, pesquisador e facilitador do Método Teatro do Oprimido; um artista com função pedagógica que atua como mestre de cerimônia nas sessões de Teatro-Fórum, coordenando o diálogo entre palco e platéia, estimulando a participação e orientando a análise das intervenções feitas pelos espectadores. </em></p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: right;">Ney Motta | Centro de Teatro do Oprimido<br />
Assessoria de Comunicação</p>
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		<title>Arco-Íris do Desejo</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 14:33:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para a oficina &#8220;Do Arco-Íris do Desejo ao Teatro-Fórum&#8221; que acontece nos dias 25 a 29 de janeiro, de segunda a sexta, no horário de 14 às 19h. A oficina ministrada por Bárbara Santos e Cláudia Simone, curingas do Centro de Teatro do Oprimido, acontece na sede da instituição que fica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estão abertas as inscrições para a oficina &#8220;Do Arco-Íris do Desejo ao Teatro-Fórum&#8221; que acontece nos dias 25 a 29 de janeiro, de segunda a sexta, no horário de 14 às 19h. A oficina ministrada por Bárbara Santos e Cláudia Simone, curingas do Centro de Teatro do Oprimido, acontece na sede da instituição que fica na Av. Mem de Sá 31, Lapa, Rio de Janeiro.<span id="more-950"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Pela primeira vez o Centro de Teatro do Oprimido  abre ao público a oportunidade de vivenciar os resultados de um dos mais recentes processos de pesquisa realizado por Augusto Boal e a equipe de Curingas do CTO: <em>a invasão dos cérebros</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta da oficina &#8220;Do Arco-Íris do Desejo ao Teatro-Fórum&#8221; é realizar uma trajetória investigativa a partir das técnicas mais introspectivas do Teatro do Oprimido, reunidas no Arco-Íris do Desejo, até as mais objetivas, do Teatro-Fórum, para entender as repercussões sociais do processo de internalização da ideologia dos opressores. Ao compreender que as opressões internalizadas tiveram e guardam íntima relação com a vida social, ampliam-se as chances de superá-las.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Informações e inscrições</strong></p>
<p style="text-align: justify;">c/ Cláudia Simone: (21) 2232-5826 ou 2215-0503 ou 9856-5604 ou <span style="color: #0000ff;"><a title="claudiasimone@ctorio.org.br" href="mailto:claudiasimone@ctorio.org.br"><span style="color: #0000ff;">claudiasimone@ctorio.org.b</span><span style="color: #0000ff;">r</span></a></span></p>
<p style="text-align: right;">por Ascom/CTO</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mostra Macaense de Teatro do Oprimido na Saúde Mental</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 18:16:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos dias 1 e 2 de dezembro, Macaé vai receber a primeira Mostra Macaense de Teatro do Oprimido na Saúde Mental, com a participação de alguns dos grupos populares do Teatro do Oprimido macaense. O evento acontece no Teatro do Colégio Estadual Matias Neto, que fica na Rua Araruama s/n°. Além de cenas de Teatro-Fórum, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nos dias 1 e 2 de dezembro, Macaé vai receber a primeira Mostra Macaense de Teatro do Oprimido na Saúde Mental, com a participação de alguns dos grupos populares do Teatro do Oprimido  macaense. O evento acontece no Teatro do Colégio Estadual Matias Neto, que fica na Rua Araruama s/n°. Além de cenas de Teatro-Fórum, o público vai poder apreciar a exposição A Estética do Oprimido, participar do lançamento do último livro do teatrólogo e ensaísta Augusto Boal e assistir a exibição de um documentário/curta-metragem. Os ingressos são gratuitos.<span id="more-912"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A aposentada Ivaltina Moreira comenta que participar de um grupo popular do Teatro do Oprimido macaense “é uma inspiração de vida, pois o Teatro do Oprimido é a forma que tenho de aliviar a tensão da doença, me trazendo mais motivação e alegria. Esse grupo me deu a oportunidade, por todos me receberem de braços abertos.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1° Dia da Mostra – Programação:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No final da tarde do dia 1° de dezembro, após o público ter apreciado – com um novo olhar – a exposição, assistido ao documentário e participado do lançamento do livro A Estética do Oprimido, a cena de teatro-fórum apresentada será do grupo popular de Teatro do Oprimido GTO Capazes, Iguais e Idealistas, composto por quinze usuários de Saúde Mental do Caps Betinho, o tema é discriminação ao portador de sofrimento psíquico. Uma usuária de saúde mental é maltratada pelo irmão que a julga incapaz, não permite que ela cuide de seu único filho, humilhando-a na frente dele; esta mesma humilhação ela passa na comunidade, sendo destratada na vizinhança por conta de sua diferença. Ao final da apresentação o público é convidado a trocar de lugar com o protagonista e com isso tentar descobrir alternativas ao conflito encenado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2° Dia da Mostra – Programação:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No final da tarde do dia 2 de dezembro, após o público ter apreciado a exposição, assistido ao documentário e participado do lançamento do livro A Estética do Oprimido, a primeira cena de teatro-fórum a ser apresenta é do grupo popular de Teatro do Oprimido GTO Tô Fazendo Arte, composto por cinco jovens e adolescentes da Escola Samuel Brust, de Saúde Mental na Atenção Básica.  A cena conta sobre um jovem que mora com o pai e a avô, recebe uma bolsa por participar de um projeto na Escola, o pai que nada dá em casa e que é alcoólatra toma o dinheiro da bolsa do menino, que tinha a intenção de dar o dinheiro para avô comprar comida e coisas para casa. Ao final da apresentação o público é convidado a trocar de lugar com o protagonista e com isso tentar descobrir alternativas ao conflito encenado.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda cena de teatro-fórum será apresentada pelo grupo popular de Teatro do Oprimido GTO Emergentes do Tempo, composto por seis pessoas idosas do Programa de Atenção Integral ao Idoso. A cena conta sobre uma mulher que é abandonada pelo marido, com os filhos ainda pequeno, ele fica 15 anos fora de casa, sem dar assistência aos filhos, volta muito velho e doente exigindo que a mãe de seus primeiros filhos cuide dele, apela para o perdão e para solidariedade e por fim usa de violência para ficar na casa da ex-esposa. Ao final da apresentação o público é convidado a trocar de lugar com o protagonista e com isso tentar descobrir alternativas ao conflito encenado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Teatro do Oprimido em Macaé</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental está em curso em Macaé desde setembro de 2008 e estende-se até maio de 2010, já tendo capacitado 30 profissionais da saúde mental, entre eles: psicólogos, assistentes sociais, musicoterapeutas etc. Nesses meses a equipe do Centro de Teatro do Oprimido realizou na cidade várias cursos de capacitação, visitas de acompanhamento e algumas demonstrações públicas do trabalho realizado por estes profissionais que estão sendo formados Multiplicadores.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicopedagoga Cláudia Simone diz que “muitas foram às ações e realizações do projeto de Teatro do Oprimido na Saúde Mental no município de Macaé, em consonância com a reorientação do modelo de atenção em saúde mental no Brasil, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas com transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. A proposta básica é que os profissionais da saúde mental se apropriem da metodologia do Teatro do Oprimido e possam com essa nova linguagem abrir espaços de diálogos através da Estética do Oprimido, fazendo surgir teatralmente com os grupos populares de Teatro do Oprimido macaense os problemas urgentes que necessitam de alternativas.”</p>
<p style="text-align: justify;">O Teatro do Oprimido não apresenta respostas, mas procura fazer as perguntas certas. E uma das principais perguntas na relação entre usuários, seus familiares, os profissionais da saúde mental é: <em>o que fazer</em>? É importante considerar que os usuários também têm problemas de transporte, alimentação, desemprego, racismo, sexismo, corrupção, etc. Através do teatro, da encenação de um problema ou conflito, pode-se chegar a um entendimento das condições dos protagonistas. Através do teatro começa a existir uma nova relação, mais humana, entre usuários e profissionais da saúde mental. O diferente é igual a gente. “Num contexto onde tentam esconder o diferente, o Teatro do Oprimido vem estimulando a sua visibilidade como cidadão e agente transformador de sua própria história. O diferente sobe no palco, conta sua história, vê e é visto por todos sem negar a sua condição de usuário, porém sem se sentir inferior mais semelhante com sua diferença”, destaca Cláudia Simone.</p>
<p style="text-align: justify;">O teatro muda tudo, porque os diferentes voltam a se sentir como parte da sociedade. Desde que o teatro entrou na vida destas pessoas com transtornos psiquiátricos, os períodos de internação e de depressão diminuíram, a adesão ao tratamento aumentou e a vontade de viver ressurgiu. O sociólogo Geo Britto afirma que “é importante considerar a questão do Teatro do Oprimido como possibilidade de uma metodologia artística que proporciona o diálogo. Um exemplo é que, atualmente os CAPS (Centros de Atenção Psicossociais) vêm utilizando o Teatro do Oprimido nas suas assembléias, com usuários, seus familiares e profissionais. Onde muitas vezes não se conseguia se fazer entender pela fala, agora, trabalhadas através da imagem, do teatro, se estabelece o diálogo.”</p>
<p><strong>REALIZAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O evento produzido pela psicopedagoga Cláudia Simone e Alessandro Conceição, com coordenação do sociólogo Geo Britto, curingas do Centro de Teatro do Oprimido, é uma realização do Centro de Teatro do Oprimido com patrocínio do Ministério da Saúde por intermédio da Coordenação Nacional de Saúde Mental, e apoio da Prefeitura de Macaé por intermédio da Secretaria de Saúde de Macaé (SEMUSA), com a Coordenação Municipal de Saúde Coletiva e Coordenação Municipal de Saúde Mental.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nome do evento:<strong> </strong>Mostra Macaense de Teatro do Oprimido na Saúde Mental.<strong> </strong>Dias 1 e 2 de dezembro, às 17 horas. O que acontece: grupos populares de Teatro do Oprimido macaense apresentam cenas de teatro-fórum enquanto o Centro de Teatro do Oprimido promove lançamento o último livro do teatrólogo e ensaísta Augusto Boal e exibe documentário/curta-metragem do autor, no espaço mesmo da Exposição A Estética do Oprimido. Local: Teatro da Escola Estadual Matias Neto. Rua Araruama s/n° (tel. 22 2762-0510). Capacidade de público: 100 pessoas sentadas e 100 em pé. Acesso facilitado para deficientes. Classificação indicativa LIVRE. Duração 180 minutos. Ingressos GRÁTIS. Mais informações no site <a href="http://www.cto.org.br/">www.cto.org.br</a></p>
<p><strong>DIVULGAÇÃO</strong></p>
<p>Ney Motta | Centro de Teatro do Oprimido<br />
Assessoria de Comunicação<br />
(21) 8718-1965 | <a href="mailto:neymotta@ctorio.org.br">neymotta@ctorio.org.br</a></p>
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