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	<title>centro de teatro do oprimido &#187; Caps</title>
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	<description>&#34;Ser cidadão não é viver em sociedade, é transformá-la.&#34; Augusto Boal</description>
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		<title>Aracaju: Mostra de teatro do oprimido integra Semana da Luta Antimanicomial</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 19:01:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acontece nos dias 19 e 20 de maio de 2010, no Auditório da Biblioteca Pública Epifânio Dória, a “Mostra Aracaju de Teatro do Oprimido na Saúde Mental” que vai apresentar peças de Teatro-Fórum, criadas pelos grupos de Teatro do Oprimido – cujos atores e atrizes são usuários da saúde mental – formados desde novembro de 2008 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/05/Produto-da-Estética-do-Oprimido-001.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1375" title="Produto artístico da Estética do Oprimido" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/05/Produto-da-Estética-do-Oprimido-001-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Acontece nos dias 19 e 20 de maio de 2010, no Auditório da Biblioteca Pública Epifânio Dória, a “Mostra Aracaju de Teatro do Oprimido na Saúde Mental” que vai apresentar peças de Teatro-Fórum, criadas pelos grupos de Teatro do Oprimido – cujos atores e atrizes são usuários da saúde mental – formados desde novembro de 2008 pelos profissionais da saúde de Sergipe, por intermédio da capacitação que vem recebendo até hoje pelos de curingas do Centro de Teatro do Oprimido na metodologia criada pelo teatrólogo e ensaísta Augusto Boal, que pouco antes de morrer (em maio de 2009) foi nomeado embaixador mundial do teatro pela UNESCO. O evento, que integra a Semana da Luta Antimanicomial realizada pela Secretaria de Saúde de Aracaju, conta ainda com: uma exposição da Estética do Oprimido, composta por produtos artísticos feitos pelos usuários da saúde mental e pelo Grupo Nova Imagem; sessão solene simbólica de Teatro Legislativo; lançamento do livro póstumo de Augusto Boal, <em>A Estética do Oprimido</em>; e o Encontro Estadual de Multiplicadores do Teatro do Oprimido, que acontece no CEPES. A classificação é livre e os ingressos são gratuitos.<span id="more-1374"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Nas peças de Teatro-Fórum, após cada apresentação, os espectadores são convidados a trocar de lugar com o protagonista para sugerir alternativas ao problema encenado. “O espectador (ou espect-ator) da sessão de Teatro-Fórum não é um consumidor do bem cultural, mas sim um ativo interlocutor que é convidado a assumir o papel do oprimido ou de seus aliados para interagir na ação dramática de maneira a apresentar alternativas para transformar a realidade – ser ator de sua própria vida”, diz a psicóloga Yara Toscano, curinga do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">Já na sessão solene simbólica de Teatro Legislativo, os espectadores, “além de fazer as intervenções substituindo o personagem oprimido, pode também sugerir propostas de Lei ou de ações concretas que tragam alternativas ao problema. Com o apoio de um assessor legislativo e um especialista no tema, serão selecionadas duas propostas para serem debatidas e votadas. As aprovadas serão encaminhadas ao Poder Legislativo ou às autoridades competentes. Através do Teatro Legislativo foram criadas 13 Leis Municipais na cidade do Rio de Janeiro, duas Leis Estaduais nesse estado e tramitam no Congresso Nacional dois Projetos de Lei”, diz Olivar Bendelak, curinga do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O teatro como ferramenta de transformação política e social</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A <em>Mostra Aracaju de Teatro do Oprimido na Saúde Mental</em> integra o <em>Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental</em><em> </em>cuja parceria estabelecida há cinco anos entre o Centro de Teatro do Oprimido (<a href="http://www.cto.org.br/">www.cto.org.br</a>) e o  (Ministério da Saúde, por intermédio da Coordenação Nacional de Saúde, para capacitação e acompanhamento de profissionais da área de saúde mental do SUS nas técnicas do Teatro do Oprimido, tem levado a transformações políticas e a uma relação mais humana entre os pacientes, seus familiares, estes profissionais e a sociedade. Mais de 250 profissionais foram (e continuam sendo) capacitados e estão aplicando as técnicas do Teatro do Oprimido em hospitais e centros de atenção psicossociais. Realizado pelo Centro de Teatro do Oprimido, em Aracaju o Projeto conta com o patrocínio da Secretaria Municipal de Saúde de Aracaju e do Centro de Educação Permanente em Saúde &#8211; CEPS.</p>
<p style="text-align: justify;">O sociólogo Geo Britto, coordenador do <em>Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental</em>, afirma que “desde que o teatro entrou na vida dessas pessoas os períodos de depressão diminuíram, a adesão ao tratamento aumentou e a vontade de viver ressurgiu.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SERVIÇO </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nome do evento: &#8220;Mostra Aracaju de Teatro do Oprimido na Saúde Mental&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Local: Auditório da Biblioteca Pública Epifânio Dória</p>
<p style="text-align: justify;">Endereço: Rua Dr. Leonardo Leite s/n°, 13 de Julho</p>
<p style="text-align: justify;">Tels: 3179-1907 e 3179-1935</p>
<p style="text-align: justify;">Capacidade de público: 180 pessoas</p>
<p style="text-align: justify;">Dias 19 e 20 de maio</p>
<p style="text-align: justify;">Horário: 14 às 17h</p>
<p style="text-align: justify;">Classificação indicativa: LIVRE</p>
<p style="text-align: justify;">ENTRADA FRANCA</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>19 de maio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">14h – Abertura da exposição Estética do Oprimido</p>
<p style="text-align: justify;">14:30h – Exibição do vídeo Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental; lançamento do livro póstumo de Augusto Boal, <em>A Estética do Oprimido</em>; fala das curingas Monique Rodrigues e Cláudia Simone sobre Projeto em Sergipe.</p>
<p style="text-align: justify;">15h – Apresentação da peça de Teatro-Fórum “Fora Preconceito” com o grupo Dilemas da Vida. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: Amélia possui grande desejo de ser pintora, mas ao tentar se matricular na Escola de Artes da cidade é surpreendida pelo preconceito do professor que a impede de entrar no curso quando descobre que ela é “maluca”. <span style="text-decoration: underline;">Sobre o Grupo</span>: O grupo Dilemas da Vida existe há um ano e é formado por usuários do Caps Liberdade.</p>
<p style="text-align: justify;">15:30h – Teatro Legislativo</p>
<p style="text-align: justify;">17h – Encerramento</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>20 de maio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">14h – Abertura Musical</p>
<p style="text-align: justify;">14:30h – Apresentação da Sinestesia do Poema com o Grupo Nova Imagem</p>
<p style="text-align: justify;">15h – Fala do gestor da Secretaria Municipal de Saúde de Aracaju, multiplicadores, usuários e familiares</p>
<p style="text-align: justify;">15:30 – Apresentação cena de Teatro-Fórum “A Família de Todos os Santos” com o Grupo Cuidando do Cuidador. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: Abandonada pela família Gerusa é atendida por uma cunhada, até que a irmã reivindica a sua guarda por pensar que ela está recebendo benefício do INSS. <span style="text-decoration: underline;">Sobre o grupo</span>: O grupo Cuidando do Cuidador existe há um ano e é formado por familiares, usuários e técnicos do Caps Senador Renildo Santana, em Itabaianinha/SE.</p>
<p style="text-align: justify;">17h – Encerramento Musical</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>21 de maio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Encontro Estadual de Multiplicadores de Teatro do Oprimido (restrito aos praticantes), no Centro de Educação Permanente em Saúde – CEPES.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ATENDIMENTO À IMPRENSA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ney Motta | Centro de Teatro do Oprimido<br />
assessor de comunicação<br />
(21) 2539-2873 e 8718-1965</p>
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		<title>Pirei na Cenna em Portugal</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 13:39:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A série &#8220;Retratos de uma luta&#8221;, da fotógrafa Andrea Mendes, começa a ser exibida hoje na Galeria Abraço de Lisboa, Portugal. Para este trabalho a fotografa clicou os integrantes do grupo popular de Teatro do Oprimido Pirei na Cenna, composto por usuários da saúde mental, no Hospital de Tratamento Psiquiátrico Jurujuba, de Niterói/RJ. Em junho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/02/série-Retratos-de-uma-luta-foto-de-Andréa-Mendes-001.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1020" title="série Retratos de uma luta - foto Andréa Mendes" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/02/série-Retratos-de-uma-luta-foto-de-Andréa-Mendes-001-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A série &#8220;Retratos de uma luta&#8221;, da fotógrafa Andrea Mendes, começa a ser exibida hoje na Galeria Abraço de Lisboa, Portugal. Para este trabalho a fotografa clicou os integrantes do grupo popular de Teatro do Oprimido Pirei na Cenna, composto por usuários da saúde mental, no Hospital de Tratamento Psiquiátrico Jurujuba, de Niterói/RJ. Em junho a série chega ao Rio para exposição no Museu Bispo do Rosário. Na ocasião o grupo apresenta a peça teatral &#8220;É melhor prevenir que remédio dar&#8221;.</p>
<p>O grupo Pirei na Cenna foi criado em 1997, em Niterói, Rio de Janeiro. <!-- infotext1 --><!--  --> <!-- infotext2 -->Para conhecer mais a respeito dos grupos populares de Teatro do Oprimido leia o menu Participe.</p>
<p>Fonte: Alessandro Conceição &#8211; <span style="color: #0000ff;"><a title="alessandroconceicao@ctorio.org.br" href="mailto:alessandroconceicao@ctorio.org.br"><span style="color: #0000ff;">alessandroconceicao@ctorio.org</span><span style="color: #0000ff;">.br</span></a></span></p>
</div>
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		<title>Mostra Macaense de Teatro do Oprimido na Saúde Mental</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 18:16:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos dias 1 e 2 de dezembro, Macaé vai receber a primeira Mostra Macaense de Teatro do Oprimido na Saúde Mental, com a participação de alguns dos grupos populares do Teatro do Oprimido macaense. O evento acontece no Teatro do Colégio Estadual Matias Neto, que fica na Rua Araruama s/n°. Além de cenas de Teatro-Fórum, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nos dias 1 e 2 de dezembro, Macaé vai receber a primeira Mostra Macaense de Teatro do Oprimido na Saúde Mental, com a participação de alguns dos grupos populares do Teatro do Oprimido  macaense. O evento acontece no Teatro do Colégio Estadual Matias Neto, que fica na Rua Araruama s/n°. Além de cenas de Teatro-Fórum, o público vai poder apreciar a exposição A Estética do Oprimido, participar do lançamento do último livro do teatrólogo e ensaísta Augusto Boal e assistir a exibição de um documentário/curta-metragem. Os ingressos são gratuitos.<span id="more-912"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A aposentada Ivaltina Moreira comenta que participar de um grupo popular do Teatro do Oprimido macaense “é uma inspiração de vida, pois o Teatro do Oprimido é a forma que tenho de aliviar a tensão da doença, me trazendo mais motivação e alegria. Esse grupo me deu a oportunidade, por todos me receberem de braços abertos.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1° Dia da Mostra – Programação:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No final da tarde do dia 1° de dezembro, após o público ter apreciado – com um novo olhar – a exposição, assistido ao documentário e participado do lançamento do livro A Estética do Oprimido, a cena de teatro-fórum apresentada será do grupo popular de Teatro do Oprimido GTO Capazes, Iguais e Idealistas, composto por quinze usuários de Saúde Mental do Caps Betinho, o tema é discriminação ao portador de sofrimento psíquico. Uma usuária de saúde mental é maltratada pelo irmão que a julga incapaz, não permite que ela cuide de seu único filho, humilhando-a na frente dele; esta mesma humilhação ela passa na comunidade, sendo destratada na vizinhança por conta de sua diferença. Ao final da apresentação o público é convidado a trocar de lugar com o protagonista e com isso tentar descobrir alternativas ao conflito encenado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2° Dia da Mostra – Programação:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No final da tarde do dia 2 de dezembro, após o público ter apreciado a exposição, assistido ao documentário e participado do lançamento do livro A Estética do Oprimido, a primeira cena de teatro-fórum a ser apresenta é do grupo popular de Teatro do Oprimido GTO Tô Fazendo Arte, composto por cinco jovens e adolescentes da Escola Samuel Brust, de Saúde Mental na Atenção Básica.  A cena conta sobre um jovem que mora com o pai e a avô, recebe uma bolsa por participar de um projeto na Escola, o pai que nada dá em casa e que é alcoólatra toma o dinheiro da bolsa do menino, que tinha a intenção de dar o dinheiro para avô comprar comida e coisas para casa. Ao final da apresentação o público é convidado a trocar de lugar com o protagonista e com isso tentar descobrir alternativas ao conflito encenado.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda cena de teatro-fórum será apresentada pelo grupo popular de Teatro do Oprimido GTO Emergentes do Tempo, composto por seis pessoas idosas do Programa de Atenção Integral ao Idoso. A cena conta sobre uma mulher que é abandonada pelo marido, com os filhos ainda pequeno, ele fica 15 anos fora de casa, sem dar assistência aos filhos, volta muito velho e doente exigindo que a mãe de seus primeiros filhos cuide dele, apela para o perdão e para solidariedade e por fim usa de violência para ficar na casa da ex-esposa. Ao final da apresentação o público é convidado a trocar de lugar com o protagonista e com isso tentar descobrir alternativas ao conflito encenado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Teatro do Oprimido em Macaé</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental está em curso em Macaé desde setembro de 2008 e estende-se até maio de 2010, já tendo capacitado 30 profissionais da saúde mental, entre eles: psicólogos, assistentes sociais, musicoterapeutas etc. Nesses meses a equipe do Centro de Teatro do Oprimido realizou na cidade várias cursos de capacitação, visitas de acompanhamento e algumas demonstrações públicas do trabalho realizado por estes profissionais que estão sendo formados Multiplicadores.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicopedagoga Cláudia Simone diz que “muitas foram às ações e realizações do projeto de Teatro do Oprimido na Saúde Mental no município de Macaé, em consonância com a reorientação do modelo de atenção em saúde mental no Brasil, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas com transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. A proposta básica é que os profissionais da saúde mental se apropriem da metodologia do Teatro do Oprimido e possam com essa nova linguagem abrir espaços de diálogos através da Estética do Oprimido, fazendo surgir teatralmente com os grupos populares de Teatro do Oprimido macaense os problemas urgentes que necessitam de alternativas.”</p>
<p style="text-align: justify;">O Teatro do Oprimido não apresenta respostas, mas procura fazer as perguntas certas. E uma das principais perguntas na relação entre usuários, seus familiares, os profissionais da saúde mental é: <em>o que fazer</em>? É importante considerar que os usuários também têm problemas de transporte, alimentação, desemprego, racismo, sexismo, corrupção, etc. Através do teatro, da encenação de um problema ou conflito, pode-se chegar a um entendimento das condições dos protagonistas. Através do teatro começa a existir uma nova relação, mais humana, entre usuários e profissionais da saúde mental. O diferente é igual a gente. “Num contexto onde tentam esconder o diferente, o Teatro do Oprimido vem estimulando a sua visibilidade como cidadão e agente transformador de sua própria história. O diferente sobe no palco, conta sua história, vê e é visto por todos sem negar a sua condição de usuário, porém sem se sentir inferior mais semelhante com sua diferença”, destaca Cláudia Simone.</p>
<p style="text-align: justify;">O teatro muda tudo, porque os diferentes voltam a se sentir como parte da sociedade. Desde que o teatro entrou na vida destas pessoas com transtornos psiquiátricos, os períodos de internação e de depressão diminuíram, a adesão ao tratamento aumentou e a vontade de viver ressurgiu. O sociólogo Geo Britto afirma que “é importante considerar a questão do Teatro do Oprimido como possibilidade de uma metodologia artística que proporciona o diálogo. Um exemplo é que, atualmente os CAPS (Centros de Atenção Psicossociais) vêm utilizando o Teatro do Oprimido nas suas assembléias, com usuários, seus familiares e profissionais. Onde muitas vezes não se conseguia se fazer entender pela fala, agora, trabalhadas através da imagem, do teatro, se estabelece o diálogo.”</p>
<p><strong>REALIZAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O evento produzido pela psicopedagoga Cláudia Simone e Alessandro Conceição, com coordenação do sociólogo Geo Britto, curingas do Centro de Teatro do Oprimido, é uma realização do Centro de Teatro do Oprimido com patrocínio do Ministério da Saúde por intermédio da Coordenação Nacional de Saúde Mental, e apoio da Prefeitura de Macaé por intermédio da Secretaria de Saúde de Macaé (SEMUSA), com a Coordenação Municipal de Saúde Coletiva e Coordenação Municipal de Saúde Mental.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nome do evento:<strong> </strong>Mostra Macaense de Teatro do Oprimido na Saúde Mental.<strong> </strong>Dias 1 e 2 de dezembro, às 17 horas. O que acontece: grupos populares de Teatro do Oprimido macaense apresentam cenas de teatro-fórum enquanto o Centro de Teatro do Oprimido promove lançamento o último livro do teatrólogo e ensaísta Augusto Boal e exibe documentário/curta-metragem do autor, no espaço mesmo da Exposição A Estética do Oprimido. Local: Teatro da Escola Estadual Matias Neto. Rua Araruama s/n° (tel. 22 2762-0510). Capacidade de público: 100 pessoas sentadas e 100 em pé. Acesso facilitado para deficientes. Classificação indicativa LIVRE. Duração 180 minutos. Ingressos GRÁTIS. Mais informações no site <a href="http://www.cto.org.br/">www.cto.org.br</a></p>
<p><strong>DIVULGAÇÃO</strong></p>
<p>Ney Motta | Centro de Teatro do Oprimido<br />
Assessoria de Comunicação<br />
(21) 8718-1965 | <a href="mailto:neymotta@ctorio.org.br">neymotta@ctorio.org.br</a></p>
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		<title>Teatro do Oprimido recebe Prêmio “Loucos pela Diversidade”</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 15:41:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 25 de novembro, o GTO Pirei na Cenna e o GTO Liberarte, grupos populares do Centro de Teatro do Oprimido composto por atores/pacientes de Hospitais Psiquiátricos, recebem das mãos do Ministro da Cultura, Juca Ferreira, o Prêmio “Loucos pela Diversidade &#8211; edição Austregésilo Carrano”. A cerimônia de entrega acontece às 11 horas, na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">No dia 25 de novembro, o GTO Pirei na Cenna e o GTO Liberarte, grupos populares do Centro de Teatro do Oprimido composto por <em>atores/pacientes</em> de Hospitais Psiquiátricos, recebem das mãos do Ministro da Cultura, Juca Ferreira, o Prêmio “Loucos pela Diversidade &#8211; edição Austregésilo Carrano”. <span id="more-898"></span>A cerimônia de entrega acontece às 11 horas, na Caixa Cultural &#8211; Teatro de Arena, Av. Almirante Barroso, Centro, Rio de Janeiro. Entrada franca.</p>
<p style="text-align: justify;">O Laboratório de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental e Atenção Psicossocial (LAPS), da ENSP/Fiocruz, em parceria com o Ministério da Cultura, divulgou a lista dos 55 projetos contemplados ao primeiro Prêmio “Loucos pela Diversidade &#8211; edição Austregésilo Carrano”, que premiou iniciativas artísticas culturais inovadoras, com foco a fortalecer e dar visibilidade ao trabalho que vem sendo realizado por pessoas, grupos, organizações ou instituições envolvidas com aqueles que têm algum sofrimento psíquico.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os premiados estão dois grupos populares do Centro de Teatro do Oprimido (CTO), o GTO Pirei na Cenna, que é composto por <em>atores-pacientes</em> do Hospital de Tratamento Psiquiátrico de Jurujuba, localizado em Niterói, e o GTO Liberarte, que é composto por <em>atores-pacientes-detentos</em> do Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Heitor Carrilho (antigo Presídio Frei Caneca). Estes grupos trabalham diretamente com a equipe do Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental, que é resultado de uma parceria estabelecida há cinco anos entre o CTO e o Ministério da Saúde, por intermédio da Coordenação Nacional de Saúde Mental, para capacitação e acompanhamento de profissionais da área de saúde mental do SUS nas técnicas do Teatro do Oprimido, e que tem levado a transformações políticas e a uma relação mais humana entre os pacientes, seus familiares, estes profissionais e a sociedade. Até hoje, mais de 240 profissionais do Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe já foram capacitados e estão aplicando as técnicas do Teatro do Oprimido nos Caps (Centro de Atenção Psicossocial) e em Hospitais (inclusive no Manicômio Judiciário Heitor Carrilho e o Hospital Psiquiátrico de Jurujuba). Cerca de mil pacientes, usuários da saúde mental estão sendo beneficiados por este Projeto. Desde que o Teatro do Oprimido entrou na vida destas pessoas os períodos de depressão diminuíram, a adesão ao tratamento aumentou e a vontade de viver ressurgiu.</p>
<p style="text-align: justify;">Até o resultado final do Prêmio “Loucos pela Diversidade”, o processo foi longo. Teve início em 2007 com a oficina “Loucos pela Diversidade – da diversidade da loucura à identidade da cultura”, que promoveu a aproximação da ENSP/Fiocruz com o MinC para a criação de uma política de fomento à cultura produzida por usuários de saúde mental. Um dos resultados dessa oficina foi a criação de uma política específica para esses atores, que deu origem ao relatório “Loucos pela Diversidade”. Uma das propostas dessa política foi o lançamento do prêmio que levou o nome do escritor brasileiro e integrante do Movimento da Luta Antimanicomial, Austregésilo Carrano, autor do livro &#8216;Canto dos Malditos&#8217;, que deu origem ao filme &#8216;Bicho de Sete Cabeças&#8217;, em que narra sua experiência nos hospitais psiquiátricos e denuncia os absurdos cometidos diariamente nessas instituições.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SOBRE OS GRUPOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>O grupo popular de Teatro do Oprimido GTO Liberarte surgiu em outubro de 2007. Formado por pacientes do Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Heitor Carrilho (antigo Presídio Frei Caneca), o Liberarte é o primeiro grupo de Teatro do Oprimido criado em um Manicômio Judiciário, tendo como base de seu trabalho a construção coletiva e a criação de espetáculos de Teatro-Fórum que visão a transformação da realidade opressora a que vivem. O primeiro espetáculo do grupo “Anseios de Liberdade” foi apresentado além dos muros do Hospital, promovendo diálogo em eventos de grande relevância para a questão dos direitos humanos, como: II Fórum Internacional de Saúde Mental, Saúde Coletiva e Direitos Humanos, realizado em 24 de maio na UERJ; Penitenciária Esmeraldino Bandeira; e Cinelândia, durante comemoração do dia Mundial da Saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Criado em 1997, o grupo popular de Teatro do Oprimido GTO Pirei na Cenna possui um trabalho direcionado aos portadores de sofrimento psíquico, seus familiares e simpatizantes do Movimento da Luta Antimanicomial, para dialogarem sobre as questões pertinentes aos direitos humanos, utilizando-se das técnicas do Teatro do Oprimido. A proposta do grupo vem sendo a de descobrir caminhos para estimular o exercício da cidadania por parte dos usuários de saúde mental, pautado na máxima de igualdade a permissão do exercício das diferenças. Com 11 anos de existência o Pirei na Cenna já contabilizou cerca de 800 apresentações, atingido mais de 11.000 pessoas em mais 10 estados brasileiros. Dentre as apresentações destacamos: II Fórum Internacional de Saúde Mental e Direitos Humanos (2008), II Festival Latino Americano de Teatro de Grupo (2007), Mostra Teatralidade do Humano (2006), no Espaço Cultural Oi Futuro, Mostra Arte e Diversidade Sem Barreiras (2005), no CCBB do Rio de Janeiro.</p>
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		<title>Semana da Não Violência contra a Mulher</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 16:13:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">25 de novembro é uma data de grande importância para as mulheres do mundo inteiro, principalmente para as que sofrem ou já sofreram algum tipo de violência, é o Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher. Na semana do dia 23 até o dia 27 de novembro o Centro de Teatro do Oprimido, por intermédio do Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental,  leva o grupo popular de Teatro do Oprimido <em>GTO Mulheres em Ação</em> para apresentações em Guarulhos, município de São Paulo, da peça de Teatro-Fórum <em>Dança do Casamento</em>. <span id="more-889"></span>Estas apresentações estão inseridas em evento organizado pela Secretaria da Saúde de Guarulhos junto a Secretaria de Assistência Social e Cidadania.</p>
<p style="text-align: justify;">O <em>GTO Mulheres em Ação</em> é composto por dez usuárias da saúde mental do município de Guarulhos, com idades entre 18 e 60 anos, moradoras do Distrito Dutra Trabalhadores, e que fazem uso de psicotrópicos, geralmente por caso de depressão. O grupo foi criado por Gilmara Azenha, assistente social e multiplicadora do Teatro do Oprimido em Guarulhos, para atender em grupo – como o <em>GTO Mulheres em Ação</em> – os casos de mulheres com transtorno mental, que não são casos para atendimento nos Centro da Atenção Psicossociais (Caps).</p>
<p style="text-align: justify;">Na apresentação de <em>Dança do Casamento</em> – com d<em>uração de 60 minutos, classificação livre e entrada franca (grátis) – o grupo vai </em>contar a <em>história real</em> (este caso aconteceu com uma das mulheres do grupo) de uma mulher que sofreu violência doméstica há alguns anos e quando resolveu se separar do marido e procurar ajuda legal, encontrou um sistema despreparado. Ela fica sem ter para onde ir com a filha, já que em Guarulhos não existe abrigo para esses casos, como em outros municípios. Ao procurar a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) numa sexta-feira, no final do dia, também fica sem assistência, uma vez que a DDM só abre de segunda a sexta em horário comercial.</p>
<p style="text-align: justify;">A<em>s </em>apresentações da peça <em>Dança do Casamento</em> acontecem nos seguintes locais:</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>- Dia 23/11 às 9h</strong></em><em> – Local: Unidade Básica de Saúde (UBS) Uirapuru. Estrada Velha de São Miguel n° 2000.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>- Dia 24/11 às 9h</strong></em><em> – Local: UBS São Rafael. Rua Domingos de Abreu n° 4, Vila São Rafael.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>- Dia 24/11 às 14h</strong></em><em> – Local: UBS Jardim Presidente Dutra. Rua Nova York n° 101, Jardim Pres. Dutra. </em><em></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>- Dia 25/11 às 9h</strong></em><em> – Local: Escola Municipal Faustino Ramalho. Estrada David Correia s/nº, Recreio São Jorge.</em><em></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>- Dia 26/11 9h</strong></em><em> – Local: Regional São João. Avenida Coqueiral n° 100, Cidade Seródio.</em><em></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>- Dia 26/11 às 14h</strong></em><em> – Local: UBS Pimentas. Praça Felício Antonio Alves s/nº, Pimentas.</em><em></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>- Dia 27/11 às 14h</strong></em><em> – Local: Centro de Integração a Cidadania (CIC). Avenida Capão Bonito n° 64, Pimentas.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Após a apresentação o público participa do Fórum quando os espectadores interessados em discutir a opressão encenada são convidados a trocar de lugar com o protagonista para mostra a sua proposta de levantar melhorias no atendimento de proteção à mulher nas Delegacias de Defesa da Mulher (DDM), fato real enfrentado pelas mulheres, assim ajudando não apenas a personagem oprimida mas também aquele pequeno universo social que ali assiste a apresentação, a identificar alternativas para as opressões vividas no seu cotidiano.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PROJETO TEATRO DO OPRIMIDO NA SAÚDE MENTAL</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Coordenado pelo sociólogo Geo Britto, junto a psicóloga Yara Toscano, ambos curingas do Centro de Teatro do Oprimido, o Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental é uma realização do Centro de Teatro do Oprimido com patrocínio do Ministério da Saúde, por intermédio da Coordenação Nacional de Saúde Mental, e com parceria da Secretaria da Saúde de Guarulhos.</p>
<p style="text-align: justify;">O Projeto visa a capacitação e acompanhamento de profissionais da área de saúde mental do SUS nas técnicas do Teatro do Oprimido, e que tem levado a transformações políticas e a uma relação mais humana entre os pacientes, seus familiares, estes profissionais e a sociedade. Até hoje, mais de 240 profissionais do Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe já foram capacitados e estão aplicando as técnicas do Teatro do Oprimido nos Caps (Centro de Atenção Psicossocial) e em Hospitais (inclusive no Manicômio Judiciário Heitor Carrilho e o Hospital Psiquiátrico de Jurujuba). Cerca de mil pacientes, usuários da saúde mental estão sendo beneficiados por este Projeto. Desde que o Teatro do Oprimido entrou na vida destas pessoas os períodos de depressão diminuíram, a adesão ao tratamento aumentou e a vontade de viver ressurgiu.</p>
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		<title>Macaé se prepara para a 1ª Mostra de Teatro do Oprimido</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 22:55:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Macaé (RJ) vai receber dois eventos promovidos pelo Centro de Teatro do Oprimido, nos dias 16 e 17 de novembro será realizado o terceiro módulo do curso de capacitação de multiplicadores do Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental, e no dia 18 de novembro acontece na cidade a Pré-Mostra Teatro do Oprimido em Macaé. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Macaé (RJ) vai receber dois eventos promovidos pelo Centro de Teatro do Oprimido, nos dias 16 e 17 de novembro será realizado o terceiro módulo do curso de capacitação de multiplicadores do Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental, e no dia 18 de novembro acontece na cidade a Pré-Mostra Teatro do Oprimido em Macaé.<span id="more-876"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo do Curso III é de estimular o desenvolvimento da Estética do Oprimido entre os multiplicadores em formação e os grupos (GTO Esperança, GTO Tô Fazendo Arte, GTO Capazes, Iguais e Idealista e GTO Emergentes do Tempo) de Teatro do Oprimido da cidade, além de preparar as cenas que serão apresentadas na Pré-Mostra. Este evento acontece de 10 às 17h na Escola Estadual Matias Neto, que fica na Rua Araruama s/n° (tel. 22 2762-0510).</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 18 acontece a Pré-Mostra Teatro do Oprimido em Macaé com exibição de filme, exposição da Estética do Oprimido, apresentações de espetáculos e encerramento musical. O evento acontece de 14h até às 20h no Colégio Estadual Luis Reid, que fica na Rua Teixeira de Goveia 942 (tel. 22 2762-0520). A primeira cena será apresentada pelo GTO Esperança, composto por três cuidadores, profissionais da saúde e familiares do Programa de Atenção Integral ao Idoso. O tema desta apresentação é o desrespeito ao Estatuto do Idoso no transporte coletivo. Na segunda cena apresentada pelo GTO Tô Fazendo Arte, composto por dez jovens e Adolescentes da Escola Samuel Brust, de Saúde Mental na Atenção Básica, o tema é violência doméstica. Na terceira cena do dia, apresentada pelo GTO Capazes, Iguais e Idealistas, composto por dez usuários de Saúde Mental do Caps Betinho, o tema é discriminação ao portador de sofrimento psíquico. Na quarta cena do dia, apresentada pelo GTO Emergentes do Tempo, composto por seis pessoas idosas do Programa de Atenção Integral ao Idoso, o tema é violência contra a mulher.</p>
<p style="text-align: justify;">O evento – preparação para 1ª Mostra de Teatro do Oprimido de Macaé, que acontece no mês de dezembro de 2009 – é produzido por Claudia Simone, psicopedagoga e curinga do Centro de Teatro do Oprimido, com Alessandro Conceição, curinga-assistente do Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental, cuja coordenação é do sociólogo Geo Britto, curinga do Centro de Teatro do Oprimido. O projeto patrocinado pelo Ministério da Saúde por intermédio da Coordenação Nacional de Saúde Mental, é realizado pelo Centro de Teatro do Oprimido em aproximadamente 90 municípios do Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe.</p>
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