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	<title>centro de teatro do oprimido &#187; cidadania</title>
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	<description>&#34;Ser cidadão não é viver em sociedade, é transformá-la.&#34; Augusto Boal</description>
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		<title>Abrindo espaços humanitários</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 17:37:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 15 de julho de 2010, uma equipe de curingas do Centro de Teatro do Oprimido composta por Helen Sarapeck, Olivar Bendelak e Flávio Sanctum, vão ministrar uma oficina de sensibilização através do método Teatro do Oprimido ena cidade de Vassouras, Rio de Janeiro, para os docentes que participam de uma capacitação no Programa Abrindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No dia 15 de julho de 2010, uma equipe de curingas do Centro de Teatro do Oprimido composta por Helen Sarapeck, Olivar Bendelak e Flávio Sanctum, vão ministrar uma oficina de sensibilização através do método Teatro do Oprimido ena cidade de Vassouras, Rio de Janeiro, para os docentes que participam de uma capacitação no Programa Abrindo Espaços Humanitários, uma iniciativa do Comitê Internacional da Cruz Vermelha &#8211; CICV com o objetivo de promover o diálogo sobre os princípios humanitários entre alunos de escolas de ensino médio que atendem a comunidades onde o CICV atua no Rio de Janeiro em parceria com a SEEDUC. A sensibilização proposta pela equipe do CTO se dará através dos exercícios, jogos e técnicas do Teatro do Oprimido.<span id="more-1411"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Os objetivos específicos do projeto do CICV na capacitação realizada nos dias 14, 15 e 16 de julho de 2010, são: reduzir a vulnerabilidade de jovens das sete escolas da Rede Pública de Ensino Médio do Estado do Rio de Janeiro que atendem as comunidades onde o CICV atua, por meio da aquisição de competências cognitivas e sociais, fomentando comportamentos necessários nas escolas para se criar espaços humanitários; construir entendimento da necessidade do respeito à vida e à dignidade humana; promover medidas de proteção pertinentes relativos ao impacto de violência armada em âmbito do território escolar, através da adoção de “comportamento mais seguro”; estabelecer um diálogo de confiança com alunos e docentes sobre as consequências humanitárias da violência armada, e sobre como aliviar essas consequências no âmbito escolar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais informações pelo telefone 21 2224-9003 ou pelo e-mail <a href="mailto:mmoraes@icrc.org">mmoraes@icrc.org.</a></p>
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		<title>Brasília: CTO na IV Conferencia Nacional de Saúde Mental</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 22:12:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De 27 junho a 01 de julho, em Brasília, DF, acontece no Centro de Convenções Ulisses Guimarães a IV Conferência Nacional de Saúde Mental que tem como tema a Intersetorialidade. O Centro de Teatro do Oprimido fará parte das atividades através das experiências do Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental. Patrocinado pelo Ministério da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De 27 junho a 01 de julho, em Brasília, DF, acontece no Centro de Convenções Ulisses Guimarães a IV Conferência Nacional de Saúde Mental que tem como tema a Intersetorialidade. O Centro de Teatro do Oprimido fará parte das atividades através das experiências do Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental. <span id="more-1405"></span>Patrocinado pelo Ministério da Saúde, por intermédio da Coordenação Nacional de Saúde e a Embaixada do Canadá, o Projeto tem por objetivo a capacitação e acompanhamento de profissionais da saúde de Sergipe, Rio de Janeiro e São Paulo, nas técnicas do Teatro do Oprimido, levando a transformações políticas e uma relação mais humana entre os pacientes, seus familiares e estes profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">A parceria estabelecida há cinco anos entre o Centro de Teatro do Oprimido (www.cto.org.br) e o Ministério da Saúde, tem levado a transformações políticas e a uma relação mais humana entre os pacientes, seus familiares, estes profissionais e a sociedade. Mais de 250 profissionais foram capacitados e estão aplicando as técnicas do Teatro do Oprimido em hospitais e Centros de Atenção Psicossociais (CAPS). Desde que o teatro entrou na vida dessas pessoas os períodos de depressão diminuíram, a adesão ao tratamento aumentou e a vontade de viver ressurgiu.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 29 de junho o sociólogo e coordenador do Projeto, Geo Britto, participa da mesa de debate “Painel Cultura” com TTCatalao, sec de cidadania cultural, as 17:30h as 19h:  e no mesmo dia as 19h: Apresentação Grupo Cuidando do Cuidador na UNB.  Paralelo a Conferência, no dia 30, o grupo Cuidando do cuidador  inicia a temporada brasiliense de apresentações com a peça de Teatro – Fórum “A Família de Todos os santos”, no Teatro do Campus da Universidade Nacional de Brasília –UnB -, às 10h da manhã. Ainda no dia 30, na Tenda Austregésilo Carrano, às 12:30h, acontece oficina demonstrativa de Teatro do Oprimido ministrada por Monique Rodrigues e Alessandro Conceição, curingas do Projeto. Finalizando as atividades do CTO, no dia 30 haverá, às 19h, no auditório do Centro de Convenções, a apresentação da cena de Teatro-Fórum “A família de todos os Santos” com o Grupo Cuidando do Cuidador. A peça conta a história de Gerusa que é atendida por uma cunhada, até que a irmã reivindica a sua guarda por pensar que ela está recebendo benefício do INSS. O grupo Cuidando do Cuidador existe há um ano e é formado por familiares, usuários e técnicos do Caps Senador Renildo Santana, em Itabaianinha/SE.</p>
<p style="text-align: right;">Texto: Monique Rodrigues</p>
<p style="text-align: right;">Edição: Ney Motta</p>
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		<title>Teatro do Oprimido ocupa a Lapa</title>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 19:44:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Arena dos Arcos da Lapa recebe nos dias 28 e 29 de maio, de 15h às 20h, uma programação de teatro, performances, shows musicais e intervenções estéticas, com entrada franca O Centro de Teatro do Oprimido realiza nos dias 28 de maio de 2010 (sexta-feira), de 15h às 20h, na Arena dos Arcos da Lapa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #993300;"><strong>Arena dos Arcos da Lapa recebe nos dias 28 e 29 de maio, de 15h às 20h, uma programação de teatro, performances, shows musicais e intervenções estéticas, com entrada franca</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/05/DSC_0353.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1387" title="&quot;Madalena&quot; na Guiné Bissau" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/05/DSC_0353-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Centro de Teatro do Oprimido realiza nos dias 28 de maio de 2010 (sexta-feira), de 15h às 20h, na Arena dos Arcos da Lapa, a mostra <strong>“Madalena Ocupa a Lapa”</strong>, com espetáculos e performances, dirigidos pela italiana <strong>Alessandra Vannucci</strong><strong> – </strong>Prêmio Shell 2006 de Melhor Espetáculo por “A Descoberta das Américas” –<strong>, e elenco composto </strong>exclusivamente por mulheres que buscam percursos de expressões estéticas e narrativas a partir do corpo feminino, e no dia 29 (sábado) a mostra <strong>“Curumim Ocupa a Lapa”</strong>,  com peças interpretadas exclusivamente por crianças e adolescentes, cujos temas tem relação com o ECA – Estatuto dos direitos da criança e do adolescente.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1386"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Nestes dias serão apresentados ao público uma mostra estética e teatral das atividades artísticas e cidadãs que a equipe de curingas do CTO vem realizando desde 2008, em dezoito estados brasileiros mais quatro países da África (Moçambique, Guiné Bissau, Angola e Senegal), com o <em>Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto</em>. Na ocasião acontecem as mesas de debates “Corpo feminino como território do sagrado e do poder, da ancestralidade ao século XXI” e “Estatuto da criança e do adolescente”. O evento tem classificação é livre e entrada é franca.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Na noite de 27 de maio (quinta-feira), às 19h, na casa do Centro de Teatro do Oprimido, acontece o coquetel de lançado o documentário “Metaxis – Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto”, que apresenta um panorama das atividades do CTO, entre 2008 e 2010, em cidades do Brasil mais Moçambique, Guiné Bissau, Angola e Senegal.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O evento público é patrocinado pelo Ministério da Cultura, por intermédio do Programa Cultura Viva, com promoção da TV Globo “Teatro a gente vê por aqui”, apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Prefeitura do Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O público vai trocar de lugar com os protagonistas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">As pessoas que acompanharem os dois dias de mostras teatrais vão ter a oportunidade de subir no palco e mudar o final da história. Nas peças de Teatro-Fórum (técnica do Teatro do Oprimido), após cada apresentação, os espectadores são convidados a trocar de lugar com o protagonista para sugerir alternativas ao problema encenado. O espectador (ou espect-ator) da sessão de Teatro-Fórum não é um consumidor do bem cultural, mas sim um ativo interlocutor que é convidado a assumir o papel do oprimido ou de seus aliados para interagir na ação dramática de maneira a apresentar alternativas para transformar a realidade – ser ator de sua própria vida.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre “MADALENA”</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Contemplado com o <em>Prêmio Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura</em> e realizado no Brasil e na África pelo Centro de Teatro do Oprimido, o “Laboratório Madalena” é uma iniciativa da diretora italiana Alessandra Vannucci e integra a sua residência artística no Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto. O projeto realizou cinco laboratórios teatrais gratuitos, três no Brasil e dois na África (Moçambique e Guiné Bissau), cada um produzindo peças estéticas e espetáculos de Teatro-Fórum e/ou performances, que estão circulando localmente.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A experiência cênica “Laboratório Madalena, teatro das oprimidas” – exclusiva para mulheres empenhadas em investigar as especificidades das opressões enfrentadas por elas e em atuar para a criação de medidas efetivas que contribuam para a superação dessas opressões e para a igualdade dos gêneros – busca percursos de expressões estéticas e narrativas a partir do corpo feminino.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre “CURUMIM”</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Ao se buscar discutir a atuação do Teatro do Oprimido na educação e nos direitos da criança e do adolescente, demonstra-se que o uso da linguagem teatral pode possibilitar múltiplas experiências, que potencializam a criatividade, a autonomia e, por que não o desbloqueio do corpo e de seus sentidos, nas crianças e nos adolescentes. Além do mais, o Teatro do Oprimido é uma prática de arte politizadora que abre espaço para a manifestação expressiva dos participantes, pois tendo como uma de suas prioridades a não priorização em formar atores profissionais, mas, sim, protagonistas sociais, cidadãos mais conscientes de seus direitos e deveres, da sua dignidade e com auto-estima elevada e fortalecida. Neste sentido, acredita-se que seu caráter popular e participativo possa propiciar um procedimento educacional relevante, proporcionando aos educandos o contato com a arte do teatro por meio de uma proposta pedagógica que conjuga teoria, prática e expressão artística.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>SERVIÇO</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Nome do evento: MOSTRA TEATRO DO OPRIMIDO DE PONTO A PONTO</p>
<p style="text-align: justify;">Local: Largo da Lapa (junto aos Arcos da Lapa). Avenida Mem de Sá s/n° &#8211; Lapa/RJ</p>
<p style="text-align: justify;">Informações: (21) 2232-5826 e 2215-0503 e <a href="http://www.cto.org.br/">www.cto.org.br</a></p>
<p style="text-align: justify;">Classificação indicativa: LIVRE</p>
<p style="text-align: justify;">Ingressos: GRÁTIS</p>
<p style="text-align: justify;">Programação:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>27 de maio, quinta-feira, de 19h até 22h</strong> – Neste noite, na casa do Centro de Teatro do Oprimido, acontece o coquetel de abertura das mostras, quando será lançado o documentário “Metaxis – Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto”, que apresenta um panorama das atividades do CTO entre 2008 e 2101em cidades do Brasil mais Moçambique, Guiné Bissau, Angola e Senegal. LOCAL: Centro de Teatro do Oprimido (Avenida Mem de Sá 31). CLASSIFICAÇÃO LIVRE. ENTRADA FRANCA</p>
<p style="text-align: justify;">19h &#8211; Abertura da Mostra</p>
<p style="text-align: justify;">19:15h &#8211; Apresentação do CTO</p>
<p style="text-align: justify;">19:30h &#8211; Apresentação do Projeto Ponto a Ponto</p>
<p style="text-align: justify;">19:45h &#8211; Programação Mostra</p>
<p style="text-align: justify;">20h &#8211; Lançamento do vídeo</p>
<p style="text-align: justify;">20:30h &#8211; Show com Thiago Tomé e Augusto Bapt</p>
<p style="text-align: justify;">21h &#8211; Coquetel</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>28 de maio, sexta-feira, de 10h até 20h</strong> – Neste dia acontece a mostra “<strong>Madalena ocupa a Lapa</strong>”, uma experiência cênica inovadora que investiga as opressões contra a mulher, com apresentações de peças teatrais e performances (com elenco exclusivamente composto por mulheres), intervenções estéticas, shows musicais e exibição de vídeos das atividades do Laboratório Madalena no Brasil e na África. A tarde acontece uma mesa de debates cujo tema “Corpo feminino como território do sagrado e do poder, da ancestralidade ao século XXI” vai expor tanto nas relações reais quando em sua representação nas mídias e no imaginário coletivo, revoluções, mutações, expectativas, seduções, obsessões, novas vivências e novos hábitos do corpo feminino, aparentemente visando à emancipação da mulher na sociedade contemporânea, que convivem com a evidente permanência de opressão e violência contra este mesmo corpo. LOCAL: Arena do Largo da Lapa (junto aos Arcos). CLASSIFICAÇÃO LIVRE. ENTRADA FRANCA</p>
<p style="text-align: justify;">10h &#8211; Abertura da Exposição no corredor da Lapa e exposição na Casa com mostra de vídeos. Ensaios na Arena da Lapa e no 2º andar da casa.</p>
<p style="text-align: justify;">15h &#8211; Abertura musical com a Dupla Africana  Edilta da Silva e Arlete Guilhermina</p>
<p style="text-align: justify;">15:30h &#8211; Performance do Grupo Madalenas Ouro Preto</p>
<p style="text-align: justify;">15:40 &#8211; Performance do Grupo Madalenas Santa Catarina</p>
<p style="text-align: justify;">15:50h &#8211; Mesa de Debate temática “Corpo feminino como território do sagrado e do poder, da ancestralidade ao século XXI”, com <strong>Cecilia Boal</strong> (psicanalista), <strong>Mãe Beata de Iemanjá</strong> (Terreiro Ilê Omi Ojú Aro), <strong>Bárbara Soares</strong> (Mestre em Antropologia Social e Doutora em Sociologia pelo IUPERJ). Mediadora: <strong>Alessandra Vanucci</strong></p>
<p style="text-align: justify;">17:20h &#8211; Apresentação musical com Santa e Roni Valk</p>
<p style="text-align: justify;">17:30h &#8211; Apresentação Musical com Bete Albano</p>
<p style="text-align: justify;">17:40h &#8211; Apresentação do Grupo Madalenas Ceará com a cena Eva</p>
<p style="text-align: justify;">18:30h &#8211; Apresentação Musical com DJ Cris Soul, Bebel DO gUETO  e Negra Rô</p>
<p style="text-align: justify;">18:45h &#8211; Performance do Grupo Madalenas Ouro Preto</p>
<p style="text-align: justify;">19:00h &#8211; Performance Marias do Brasil</p>
<p style="text-align: justify;">19:20h &#8211; Apresentação do Grupo Madalenas Rio de Janeiro com a cena Madalena</p>
<p style="text-align: justify;">20:20h &#8211; Fechamento Musical (Geraldo Júnior)</p>
<p style="text-align: justify;">21h &#8211; Encerramento</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>29 de maio, sábado, de 10h até 20h</strong> – Neste dia acontece a mostra “<strong>Curumim ocupa a Lapa</strong>”, com apresentação de dois espetáculos de Teatro-Fórum cujos temas são os direitos da criança e do adolescente (com elenco exclusivamente composto por crianças e adolescentes). Na ocasião haverá uma Sessão Solene de Teatro Legislativo, onde a platéia também pode participar escrevendo propostas de Lei ou de ações concretas, que serão analisadas por duas pessoas especialistas na legislação referente ao ECA (Estatuto da criança e do adolescente). LOCAL: Arena do Largo da Lapa (junto aos Arcos). CLASSIFICAÇÃO LIVRE. ENTRADA FRANCA</p>
<p style="text-align: justify;">10h &#8211; Exposição no corredor da Lapa e exposição na Casa com mostra de vídeos. Ensaios na Arena da Lapa e no 2º andar da casa.</p>
<p style="text-align: justify;">15h &#8211; Abertura musical com o Grupo Infantil de Dança Afro do Studio de Arte Espaço Aberto da Rocinha.</p>
<p style="text-align: justify;">15:30h &#8211; Apresentação do Grupo Tô Fazendo Arte de Macaé/RJ com a peça <em>O Impasse.</em></p>
<p style="text-align: justify;">16:30h &#8211; Apresentação Artística de Música Campesina com Ribamar Nava</p>
<p style="text-align: justify;">16:40h &#8211; Apresentação Grupo Encenarte de Fortaleza/CE &#8211; <em>Rosa é o Sonho</em><br />
Sessão Solene de Teatro Legislativo</p>
<p style="text-align: justify;">17:30h &#8211; Mesa de Debate temática “Estatuto da criança e do adolescente”, com Dr. <strong>Siro Darlan</strong> (desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) e <strong>Antonio Futuro</strong> (professor de Pedagogia da Faculdade de Educação da UERJ, mestre em Educação e especialista em Juventude e Violência). Mediadora: <strong>Bárbara Santos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">18:20h &#8211; Performance de Charles Nelson e As Iabás</p>
<p style="text-align: justify;">18:30h &#8211; Apresentação Musical com Roni, Kairon e Carina</p>
<p style="text-align: justify;">18:50h &#8211; Apresentação do Grupo Nova Imagem de Estância/SE com a peça <em>Correndo atrás do Futuro</em></p>
<p style="text-align: justify;">19:50h &#8211; Fechamento Musical com Grupo Passarela 10</p>
<p style="text-align: justify;">20:30h &#8211; Encerramento</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ATENDIMENTO À IMPRENSA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ney Motta | Centro de Teatro do Oprimido<br />
assessor de comunicação<br />
(21) 2539-2873 e 8718-1965</p>
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		<title>Aracaju: Mostra de teatro do oprimido integra Semana da Luta Antimanicomial</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 19:01:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acontece nos dias 19 e 20 de maio de 2010, no Auditório da Biblioteca Pública Epifânio Dória, a “Mostra Aracaju de Teatro do Oprimido na Saúde Mental” que vai apresentar peças de Teatro-Fórum, criadas pelos grupos de Teatro do Oprimido – cujos atores e atrizes são usuários da saúde mental – formados desde novembro de 2008 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/05/Produto-da-Estética-do-Oprimido-001.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1375" title="Produto artístico da Estética do Oprimido" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/05/Produto-da-Estética-do-Oprimido-001-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Acontece nos dias 19 e 20 de maio de 2010, no Auditório da Biblioteca Pública Epifânio Dória, a “Mostra Aracaju de Teatro do Oprimido na Saúde Mental” que vai apresentar peças de Teatro-Fórum, criadas pelos grupos de Teatro do Oprimido – cujos atores e atrizes são usuários da saúde mental – formados desde novembro de 2008 pelos profissionais da saúde de Sergipe, por intermédio da capacitação que vem recebendo até hoje pelos de curingas do Centro de Teatro do Oprimido na metodologia criada pelo teatrólogo e ensaísta Augusto Boal, que pouco antes de morrer (em maio de 2009) foi nomeado embaixador mundial do teatro pela UNESCO. O evento, que integra a Semana da Luta Antimanicomial realizada pela Secretaria de Saúde de Aracaju, conta ainda com: uma exposição da Estética do Oprimido, composta por produtos artísticos feitos pelos usuários da saúde mental e pelo Grupo Nova Imagem; sessão solene simbólica de Teatro Legislativo; lançamento do livro póstumo de Augusto Boal, <em>A Estética do Oprimido</em>; e o Encontro Estadual de Multiplicadores do Teatro do Oprimido, que acontece no CEPES. A classificação é livre e os ingressos são gratuitos.<span id="more-1374"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Nas peças de Teatro-Fórum, após cada apresentação, os espectadores são convidados a trocar de lugar com o protagonista para sugerir alternativas ao problema encenado. “O espectador (ou espect-ator) da sessão de Teatro-Fórum não é um consumidor do bem cultural, mas sim um ativo interlocutor que é convidado a assumir o papel do oprimido ou de seus aliados para interagir na ação dramática de maneira a apresentar alternativas para transformar a realidade – ser ator de sua própria vida”, diz a psicóloga Yara Toscano, curinga do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">Já na sessão solene simbólica de Teatro Legislativo, os espectadores, “além de fazer as intervenções substituindo o personagem oprimido, pode também sugerir propostas de Lei ou de ações concretas que tragam alternativas ao problema. Com o apoio de um assessor legislativo e um especialista no tema, serão selecionadas duas propostas para serem debatidas e votadas. As aprovadas serão encaminhadas ao Poder Legislativo ou às autoridades competentes. Através do Teatro Legislativo foram criadas 13 Leis Municipais na cidade do Rio de Janeiro, duas Leis Estaduais nesse estado e tramitam no Congresso Nacional dois Projetos de Lei”, diz Olivar Bendelak, curinga do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O teatro como ferramenta de transformação política e social</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A <em>Mostra Aracaju de Teatro do Oprimido na Saúde Mental</em> integra o <em>Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental</em><em> </em>cuja parceria estabelecida há cinco anos entre o Centro de Teatro do Oprimido (<a href="http://www.cto.org.br/">www.cto.org.br</a>) e o  (Ministério da Saúde, por intermédio da Coordenação Nacional de Saúde, para capacitação e acompanhamento de profissionais da área de saúde mental do SUS nas técnicas do Teatro do Oprimido, tem levado a transformações políticas e a uma relação mais humana entre os pacientes, seus familiares, estes profissionais e a sociedade. Mais de 250 profissionais foram (e continuam sendo) capacitados e estão aplicando as técnicas do Teatro do Oprimido em hospitais e centros de atenção psicossociais. Realizado pelo Centro de Teatro do Oprimido, em Aracaju o Projeto conta com o patrocínio da Secretaria Municipal de Saúde de Aracaju e do Centro de Educação Permanente em Saúde &#8211; CEPS.</p>
<p style="text-align: justify;">O sociólogo Geo Britto, coordenador do <em>Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental</em>, afirma que “desde que o teatro entrou na vida dessas pessoas os períodos de depressão diminuíram, a adesão ao tratamento aumentou e a vontade de viver ressurgiu.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SERVIÇO </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nome do evento: &#8220;Mostra Aracaju de Teatro do Oprimido na Saúde Mental&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Local: Auditório da Biblioteca Pública Epifânio Dória</p>
<p style="text-align: justify;">Endereço: Rua Dr. Leonardo Leite s/n°, 13 de Julho</p>
<p style="text-align: justify;">Tels: 3179-1907 e 3179-1935</p>
<p style="text-align: justify;">Capacidade de público: 180 pessoas</p>
<p style="text-align: justify;">Dias 19 e 20 de maio</p>
<p style="text-align: justify;">Horário: 14 às 17h</p>
<p style="text-align: justify;">Classificação indicativa: LIVRE</p>
<p style="text-align: justify;">ENTRADA FRANCA</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>19 de maio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">14h – Abertura da exposição Estética do Oprimido</p>
<p style="text-align: justify;">14:30h – Exibição do vídeo Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental; lançamento do livro póstumo de Augusto Boal, <em>A Estética do Oprimido</em>; fala das curingas Monique Rodrigues e Cláudia Simone sobre Projeto em Sergipe.</p>
<p style="text-align: justify;">15h – Apresentação da peça de Teatro-Fórum “Fora Preconceito” com o grupo Dilemas da Vida. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: Amélia possui grande desejo de ser pintora, mas ao tentar se matricular na Escola de Artes da cidade é surpreendida pelo preconceito do professor que a impede de entrar no curso quando descobre que ela é “maluca”. <span style="text-decoration: underline;">Sobre o Grupo</span>: O grupo Dilemas da Vida existe há um ano e é formado por usuários do Caps Liberdade.</p>
<p style="text-align: justify;">15:30h – Teatro Legislativo</p>
<p style="text-align: justify;">17h – Encerramento</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>20 de maio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">14h – Abertura Musical</p>
<p style="text-align: justify;">14:30h – Apresentação da Sinestesia do Poema com o Grupo Nova Imagem</p>
<p style="text-align: justify;">15h – Fala do gestor da Secretaria Municipal de Saúde de Aracaju, multiplicadores, usuários e familiares</p>
<p style="text-align: justify;">15:30 – Apresentação cena de Teatro-Fórum “A Família de Todos os Santos” com o Grupo Cuidando do Cuidador. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: Abandonada pela família Gerusa é atendida por uma cunhada, até que a irmã reivindica a sua guarda por pensar que ela está recebendo benefício do INSS. <span style="text-decoration: underline;">Sobre o grupo</span>: O grupo Cuidando do Cuidador existe há um ano e é formado por familiares, usuários e técnicos do Caps Senador Renildo Santana, em Itabaianinha/SE.</p>
<p style="text-align: justify;">17h – Encerramento Musical</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>21 de maio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Encontro Estadual de Multiplicadores de Teatro do Oprimido (restrito aos praticantes), no Centro de Educação Permanente em Saúde – CEPES.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ATENDIMENTO À IMPRENSA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ney Motta | Centro de Teatro do Oprimido<br />
assessor de comunicação<br />
(21) 2539-2873 e 8718-1965</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Campina Grande recebe “Mostra de Teatro do Oprimido da PB e RN&#8221;</title>
		<link>http://ctorio.org.br/novosite/2010/05/campina-grande-recebe-%e2%80%9cmostra-de-teatro-do-oprimido-da-pb-e-rn/</link>
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		<pubDate>Sun, 09 May 2010 14:06:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Recentes]]></category>
		<category><![CDATA[Augusto Boal]]></category>
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		<description><![CDATA[Com realização do Centro de Teatro do Oprimido, apoio do Sesc Paraíba e patrocínio do Ministério da Cultura por intermédio do Programa Cultura Viva, acontece nos dias 14 e 15 de maio, no Cine Teatro do SESC Centro Campina Grande, a “Mostra de Teatro do Oprimido da Paraíba e Rio Grande do Norte”, quando multiplicadores e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/05/Vista-Bahia-março2010-e-Dia-Mundial-Natal-RN-129.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1362" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/05/Vista-Bahia-março2010-e-Dia-Mundial-Natal-RN-129-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Com realização do Centro de Teatro do Oprimido, apoio do Sesc Paraíba e patrocínio do Ministério da Cultura por intermédio do Programa Cultura Viva, acontece nos dias 14 e 15 de maio, no Cine Teatro do SESC Centro Campina Grande, a “Mostra de Teatro do Oprimido da Paraíba e Rio Grande do Norte”, quando multiplicadores e praticantes do método criado pelo teatrólogo e ensaísta Augusto Boal se reúnem para intervenções estéticas, mostra de peças  teatrais, seminário de saberes e práticas e o lançamento do livro póstumo de Boal. O evento público tem com classificação livre e ingressos gratuitos.<span id="more-1361"></span></p>
<p style="text-align: justify;">No dia 14 de maio, o público vai assistir a duas peças teatrais com atuação de grupos de Cuité/PB e de Poço Branco/RN. Ao final de cada apresentação alguns dos espectadores serão convidados entrar na cena, trocando de lugar com o protagonista, para mostrar alternativas aos problemas encenados. Nas peças os atores encenam episódios reais das suas vidas. Neste dia acontece também o lançamento do livro póstumo do teatrólogo e ensaísta Augusto Boal, A Estética do Oprimido, considerado o testamento artístico do autor que pouco antes de falecer foi nomeado embaixador mundial do teatro pela Unesco, uma exposição de produtos artísticos produzidos pelos grupos locais e a Sessão Solene Simbólica de Teatro Legislativo.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 15 acontece o “Encontro de Multiplicadores do Teatro do Oprimido da Paraíba e Rio Grande no Norte”, quando os ativistas vão discutir seus saberes e práticas.</p>
<p style="text-align: justify;">“O espectador (ou espect-ator) da sessão de Teatro-Fórum não é um consumidor do bem cultural, mas sim um ativo interlocutor que é convidado a assumir o papel do oprimido ou de seus aliados para interagir na ação dramática de maneira a apresentar alternativas para transformar a realidade – ser ator de sua própria vida”, diz o arte educador Cláudio Rocha, curinga do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">“Na sessão de Teatro Legislativo, a platéia, além de fazer as intervenções substituindo o personagem oprimido, pode também sugerir propostas de Lei ou de ações concretas que tragam alternativas ao problema. Com o apoio de um assessor legislativo e um especialista no tema, serão selecionadas duas propostas para serem debatidas e votadas. As aprovadas serão encaminhadas ao Poder Legislativo ou às autoridades competentes. Através do Teatro Legislativo foram criadas 13 Leis Municipais na cidade do Rio de Janeiro, duas Leis Estaduais nesse estado e tramitam no Congresso Nacional dois Projetos de Lei”, afirma Olivar Bendelak, curinga do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">As atividades realizadas em Campina Grande integram o <em>Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto</em> cujo objetivo é a capacitação e acompanhamento de novos multiplicadores do método em dezoito estados brasileiros e quatro países da África lusófona: Moçambique, Guiné-Bissau, Senegal e Angola.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><strong> </strong></p>
<p>“Mostra de Teatro do Oprimido da Paraíba e Rio Grande do Norte”</p>
<p>14 e 15 de maio de 2010</p>
<p>Local: Cine Teatro do SESC Centro Campina Grande</p>
<p>Rua Giló Guedes 650, Santo Antônio</p>
<p>Informações: (83) 3341-5800</p>
<p>Classificação indicativa: LIVRE</p>
<p>Ingressos GRÁTIS</p>
<p>PROGRAMAÇÃO</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>14 de maio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">19h &#8211; Abertura da exposição A Estética do Oprimido com palavras dos curingas Olivar Bendelak e Cláudio Rocha, seguido do lançamento do livro póstumo do teatrólogo e ensaísta Augusto Boal.</p>
<p style="text-align: justify;">19:30h &#8211; Apresentação da peça de Teatro-Fórum &#8220;Quero votar e ninguém deixa&#8221;, com o Grupo CTOC da cidade de Cuité, Paraíba. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: A peça conta a história real de um adolescente que questiona a cultura do voto de cabresto em sua cidade, onde os pais obrigam seus filhos a votar em determinados candidatos que prometem emprego em troca dos votos e depois de eleitos, somem e esquecem de suas promessas. <span style="text-decoration: underline;">O Grupo</span>: Formado por 11 atores-músicos entre 14 e 29 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">20:30h &#8211; Apresentação da peça de Teatro-Fórum &#8220;Separar por quê?&#8221;, com o Grupo Filhos da Terra da cidade de Poço Branco, Rio Grande do Norte. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: A peça conta a história real de jovens do Quilombo Acauã que são segregados do sistema de transporte escolar por racista. <span style="text-decoration: underline;">O Grupo</span>: Formado por jovens entre 12 e 25 anos pertencentes ao Quilombo Acauã.</p>
<p>22h &#8211; Encerramento</p>
<p><strong>15 de maio</strong></p>
<p>“Encontro de Multiplicadores do Teatro do Oprimido da Paraíba e Rio Grande do Norte”</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Eventos de Teatro do Oprimido do Centro-Oeste</title>
		<link>http://ctorio.org.br/novosite/2010/04/evento-de-teatro-do-oprimido-do-centro-oeste-comeca-dia-4-de-maio/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 13:22:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Augusto Boal]]></category>
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		<description><![CDATA[Acontece nos dias 4, 5 e 6 de maio, em Brasília e Goiânia, o evento TEATRO DO OPRIMIDO DE PONTO A PONTO &#8211; ENCONTROS E PRÁTICAS NO CENTRO-OESTE, quando multiplicadores e praticantes do método criado pelo teatrólogo e ensaísta Augusto Boal se reúnem para discutir seus saberes e práticas. Na ocasião o público vai assistir a duas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/04/e_Flyer_GO-e-mail.gif"></a><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/04/IMG_1254.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1326" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/04/IMG_1254-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Acontece nos dias 4, 5 e 6 de maio, em Brasília e Goiânia, o evento TEATRO DO OPRIMIDO DE PONTO A PONTO &#8211; ENCONTROS E PRÁTICAS NO CENTRO-OESTE, quando multiplicadores e praticantes do método criado pelo teatrólogo e ensaísta Augusto Boal se reúnem para discutir seus saberes e práticas. Na ocasião o público vai assistir a duas peças teatrais com atuação dos grupos praticantes do Teatro do Oprimido em Goiás. Ao final de cada apresentação alguns dos espectadores serão convidados a entrar em cena e, trocando de lugar com o protagonista, mostrar alternativas aos problemas encenados. Nas peças os atores encenam episódios da vida real, deles próprios. <span id="more-1322"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A programação conta ainda com: o lançamento do livro póstumo, A Estética do Oprimido, considerado o testamento artístico de <strong>Augusto Boal</strong>, que pouco antes de falecer foi nomeado embaixador mundial do teatro pela Unesco; uma exposição de produtos artísticos produzidos pelos grupos locais, palestras e exibição de um curta metragem; e a Sessão Solene Simbólica de Teatro Legislativo.</p>
<p style="text-align: justify;">“O espectador (ou espect-ator) da sessão de Teatro-Fórum não é um consumidor do bem cultural, mas sim um ativo interlocutor que é convidado a assumir o papel do oprimido ou de seus aliados para interagir na ação dramática de maneira a apresentar alternativas para transformar a realidade – ser ator de sua própria vida”, diz Ney Motta, assessor de comunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">“Na sessão de Teatro Legislativo, a platéia, além de fazer as intervenções substituindo o personagem oprimido, pode também sugerir propostas de Lei ou de ações concretas que tragam alternativas ao problema. Com o apoio de um assessor legislativo e um especialista no tema, serão selecionadas duas propostas para serem debatidas e votadas. As aprovadas serão encaminhadas ao Poder Legislativo ou às autoridades competentes. Através do Teatro Legislativo foram criadas 13 Leis Municipais na cidade do Rio de Janeiro, duas Leis Estaduais nesse estado e tramitam no Congresso Nacional dois Projetos de Lei”, afirma <strong>Olivar Bendelak</strong>, curinga do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">As atividades que acontecem em Brasília e Goânia, integram o PROJETO TEATRO DO OPRIMIDO DE PONTO A PONTO, cujo objetivo é a capacitação e acompanhamento de novos multiplicadores do método em 18 estados brasileiros e quatro países da África lusófona: Moçambique, Guiné-Bissau, Senegal e Angola. O Projeto é uma realização do <strong>Centro de Teatro do Oprimido</strong> (<a href="http://www.cto.org.br/">www.cto.org.br</a>) com patrocínio do <strong>Ministério da Cultura</strong>, por intermédio do <strong>Programa Cultura Viva</strong>. O evento tem apoio da <strong>Faculdade de Artes Dulcina de Moraes (DF) </strong>e<strong> Universidade Católica de Goiás</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">4 de maio, terça-feira</p>
<p style="text-align: justify;">10 às 12h &#8211; <strong>Oficina de Introdução ao Teatro do Oprimido</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Local: Teatro da Faculdade de Artes Dulcina de Moraes – SDS Nº 30/64 BLOCO &#8220;C&#8221; ED. FBT – Brasília/DF</p>
<p style="text-align: justify;">Informações: (61) 3224-5369, 3224-5369 e 9228-5707 – c/ Silvia Paes</p>
<p style="text-align: justify;">4 de maio, terça-feira</p>
<p style="text-align: justify;">19 às 21h &#8211; <strong>Aula Espetáculo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ministrada pela psicopedagoga Cláudia Simone, curinga do Centro de Teatro do Oprimido, e pela arte-educadora Silvia Paes, multiplicadora de Teatro do Oprimido no Centro-Oeste</p>
<p style="text-align: justify;">Local: Teatro da Faculdade de Artes Dulcina de Moraes – SDS Nº 30/64 BLOCO &#8220;C&#8221; ED. FBT – Brasília/DF</p>
<p style="text-align: justify;">Informações: (61) 3224-5369, 3224-5369 e 9228-5707 – c/ Silvia Paes</p>
<p style="text-align: justify;">5 de maio, quarta-feira</p>
<p style="text-align: justify;">10 às 18h &#8211; <strong>Encontro Interno de Multiplicadores</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Local: Auditório da Universidade Católica de Goiás. Av. Universitária 1.440 &#8211; Setor Universitário – Goiânia/GO</p>
<p style="text-align: justify;">Informações: (62) 3224-1964</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">6 de maio, quinta-feira</p>
<p style="text-align: justify;">14 às 18h &#8211; <strong>Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto &#8211; Encontros e Práticas no Centro-Oeste </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Local: Auditório da Universidade Católica de Goiás. Av. Universitária 1.440 &#8211; Setor Universitário – Goiânia/GO</p>
<p style="text-align: justify;">Informações: (62) 3224-1964</p>
<p style="text-align: justify;">Capacidade de público: 160 lugares</p>
<p style="text-align: justify;">Classificação indicativa: LIVRE</p>
<p style="text-align: justify;">Ingressos GRÁTIS</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PROGRAMAÇÃO DO DIA 6 DE MAIO</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">14h – Abertura da exposição e lançamento do livro A Estética do Oprimido, com  palavra de Flavio Sanctum, curinga do Centro de Teatro do Oprimido (CTO), seguido de exibição de curta metragem sobre as atividades do Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto no Brasil e na África lusófona.</p>
<p style="text-align: justify;">14:30h – Apresentação de peça de Teatro-Fórum do Grupo da cidade Caldas Novas. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: A peça discute o desejo de uma jovem em conhecer seu pai verdadeiro e a oposição que a mãe e o pai adotivo fazem contra ela. <span style="text-decoration: underline;">Sobre o Grupo</span>: Formado por crianças, estudantes da cidade de Caldas Novas, interior de Goiás.</p>
<p style="text-align: justify;">15:30h – Apresentação de peça de Teatro-Fórum com grupo formado por jovens em conflito com a lei do educandário CIA – Goiânia. Após o fórum haverá Sessão Solene de Teatro Legislativo. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: A peça discute a relação entre educadores e jovens no cotidiano da instituição. <span style="text-decoration: underline;">Sobre o Grupo</span>: Formado por jovens internados no Educandário CIA em Goiânia.</p>
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		<title>Olhares sobre o futuro do Teatro do Oprimido no Espírito Santo</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 18:53:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Augusto Boal]]></category>
		<category><![CDATA[cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Ao longo de quase quatro décadas o Teatro do Oprimido tem ajudado a ultrapassar bloqueios, criar pontes de diálogo e estimular ações concretas para superação de realidades opressivas. A proposta de realizar uma audiência pública, com a entrega da Medalha Hermógenes da Fonseca ao Centro de Teatro do Oprimido, no dia 29 de abril, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/04/Encontro-Nacional-Curingas-e-Mostra-Rio-março-2009-975.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1311" title="Encontro Nacional Curingas - março 2009" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/04/Encontro-Nacional-Curingas-e-Mostra-Rio-março-2009-975-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Ao longo de quase quatro décadas o Teatro do Oprimido tem ajudado a ultrapassar bloqueios, criar pontes de diálogo e estimular ações concretas para superação de realidades opressivas. A proposta de realizar uma audiência pública, com a entrega da Medalha Hermógenes da Fonseca ao Centro de Teatro do Oprimido, no dia 29 de abril, é proporcionar um tributo ao legado cultural, pedagógico, estético, político, filosófico e ético deixado por Augusto Boal – o criador do Teatro do Oprimido, falecido em maio de 2009, poucos dias após receber o título de embaixador mundial do Teatro pela Unesco –, bem como ser o início do Seminário “Teatro do Oprimido na Educação”.<span id="more-1310"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O Seminário tem como objetivo fomentar práticas do Teatro do Oprimido no Espírito Santo e discutir as possibilidades da metodologia para o desenvolvimento de atividades na área da Educação. A respeito desta temática, Helen Sarapeck, coordenadora geral do Centro de Teatro do Oprimido, diz que “ao se buscar discutir a atuação do Teatro do Oprimido na Educação, demonstra-se que o uso da linguagem teatral no meio escolar pode possibilitar múltiplas experiências, que potencializam a criatividade, a autonomia e, por que não o desbloqueio do corpo e de seus sentidos. Além do mais, o Teatro do Oprimido é uma prática de arte politizadora que abre espaço para a manifestação expressiva dos participantes, pois tendo como uma de suas prioridades a não priorização em formar atores profissionais, mas, sim, protagonistas sociais, cidadãos mais conscientes de seus direitos e deveres, da sua dignidade e com auto-estima elevada e fortalecida. Neste sentido, acreditamos que seu caráter popular e participativo possa propiciar um procedimento educacional relevante, proporcionando aos educandos o contato com a arte do teatro por meio de uma proposta pedagógica que conjuga teoria, prática e expressão artística.”</p>
<p style="text-align: justify;">O evento, organizado pelo NUPRATO &#8211; Núcleo de Praticantes do Teatro do Oprimido do Espírito Santo, integra o <em>Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto</em>, uma realização do Centro de Teatro do Oprimido (<a href="http://www.cto.org.br/"><span style="color: #0000ff;">www.cto.org.b</span><span style="color: #0000ff;">r</span></a>) com patrocínio do Ministério da Cultura por intermédio do Programa Cultura Viva, apoio da UFES e da Assembléia Legislativa do Estado do Espírito Santo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nome do evento: Olhares sobre o futuro do Teatro do Oprimido no Espírito Santo</p>
<p style="text-align: justify;">Dias 29 e 30 de abril e 1° de maio</p>
<p style="text-align: justify;">Locais e horários: Veja a programação abaixo</p>
<p style="text-align: justify;">Classificação indicativa: LIVRE</p>
<p style="text-align: justify;">ENTRADA FRANCA</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">PROGRAMAÇÃO</p>
<p style="text-align: justify;">Dia 29 de abril</p>
<p style="text-align: justify;">Audiência Pública</p>
<p style="text-align: justify;">Horário: 17h às 19h</p>
<p style="text-align: justify;">Local: Salão Hermógenes da Fonseca. Assembléia Legislativa do Estado do Espírito Santo. Av. Américo Buaiz, 205 – Enseada do Suá – Vitória – Telefone: (27) 3382-3500</p>
<p style="text-align: justify;">Abertura: Deputado Cláudio Vereza</p>
<p style="text-align: justify;">Vídeo: Vida e obra de Augusto Boal</p>
<p style="text-align: justify;">Depoimentos: <em>A contribuição da obra de Boal para a transformação da sociedade</em>, por Helen Sarapeck, coordenadora geral do Centro de Teatro do Oprimido; <em>O Teatro do Oprimido no Espírito Santo</em>, por Wanusa Pereira dos Santos, representante do NUPRATO &#8211; Núcleo de Praticantes do Teatro do Oprimido do Espírito Santo; <em>Relato de uma prática com o Teatro do Oprimido</em>, por Natanael Wallace de Souza.</p>
<p style="text-align: justify;">Homenagem: Entrega da Medalha Hermógenes da Fonseca ao Centro de Teatro do Oprimido</p>
<p style="text-align: justify;">Dia 30 de abril</p>
<p style="text-align: justify;">Seminário: Teatro do Oprimido na Educação</p>
<p style="text-align: justify;">Horário: 09h às 13h</p>
<p style="text-align: justify;">Local: UFES – Universidade Federal do Espírito Santo. Auditório do “Conexões de Saberes”, localizado no 2º andar do Centro de Vivências.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesa de Debate: com Helen Sarapeck (coordenadora geral do Centro de Teatro do Oprimido) e Prof.ª Lilian Pereira Menenguci (atriz, doutoranda em Educação na linha de pesquisa Diversidade e Práticas Educacionais Inclusivas &#8211; UFES).</p>
<p style="text-align: justify;">Apresentação: Espetáculo de Teatro-Fórum</p>
<p style="text-align: justify;">Dias 30 de abril e 1° de maio</p>
<p style="text-align: justify;">Encontro dos Multiplicadores</p>
<p style="text-align: justify;">Hora: 14h às 18h</p>
<p style="text-align: justify;">Objetivo: Fornecer uma re-capacitação aos multiplicadores do projeto de 2008, e demais que tenham interesse em vincular-se ao NUPRATO, bem como estabelecer estratégias de ação de Teatro do Oprimido no estado do Espírito Santo. Este encontro será mediado pelos representantes do Centro de Teatro do Oprimido. No encontro será adotado o sistema de relatoria, no qual serão anotados pontos relevantes da discussão a ser realizada e levantamento de possibilidades de ação do Teatro do Oprimido no estado.</p>
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		<title>Encontros e práticas em Sergipe</title>
		<link>http://ctorio.org.br/novosite/2010/04/encontros-e-praticas-em-sergipe/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 20:41:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Estética do Oprimido]]></category>
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		<description><![CDATA[Acontece no dia 30 de abril, a mostra “Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto – Encontros e Práticas em Sergipe”, quando multiplicadores e praticantes do método criado pelo teatrólogo Augusto Boal se reúnem para discutir seus saberes e práticas. Na ocasião o público vai assistir peça teatral, encenada por um dos grupos de Teatro do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/04/GTO-Dilemas-da-Vida-003.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1306" title="Grupo Dilemas da Vida" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/04/GTO-Dilemas-da-Vida-003-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Acontece no dia 30 de abril, a mostra “Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto – Encontros e Práticas em Sergipe”, quando multiplicadores e praticantes do método criado pelo teatrólogo Augusto Boal se reúnem para discutir seus saberes e práticas. Na ocasião o público vai assistir peça teatral, encenada por um dos grupos de Teatro do Oprimido de Sergipe. Ao final da apresentação alguns dos espectadores serão convidados a subir no palco e, trocando de lugar com o protagonista, mostrar alternativas aos problemas encenados. Nas peças os atores encenam <em>episódios da vida como ela é</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">A programação do evento conta ainda com o lançamento do livro póstumo de Augusto Boal,<span id="more-1305"></span> A Estética do Oprimido, considerado o testamento artístico do teatrólogo e ensaísta, que antes de falecer foi nomeado embaixador mundial do teatro pela Unesco; uma exposição de produtos artísticos produzidos pelos grupos locais, palestras, exibição de um curta metragem. No dia anterior ao evento público, os praticantes do Teatro do Oprimido em Aracaju participam de uma oficina teórica e prática sobre a Estética do Oprimido, ministrada pelos curingas do Centro de Teatro do Oprimido</p>
<p style="text-align: justify;">“O espectador (ou espect-ator) da sessão de Teatro-Fórum não é um consumidor do bem cultural, mas sim um ativo interlocutor que é convidado a assumir o papel do oprimido ou de seus aliados para interagir na ação dramática de maneira a apresentar alternativas para transformar a realidade – <em>ser ator de sua própria vida</em>”, diz <strong>Monique Rodrigues</strong>, curinga do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">As atividades integram o <em>Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto</em>, realizado pelo Centro de Teatro do Oprimido (<a href="http://www.cto.org.br/">www.cto.org.br</a>) com patrocínio do Ministério da Cultura, por intermédio do Programa Cultura Viva, cujo objetivo é a capacitação e acompanhamento de novos multiplicadores do método Teatro do Oprimido em 18 estados brasileiros e 4 países da África lusófona: Moçambique, Guiné-Bissau, Senegal e Angola.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto &#8211; Encontros e Práticas em Sergipe</p>
<p style="text-align: justify;">Auditório da Biblioteca Pública Epifânio Dória</p>
<p style="text-align: justify;">Endereço: Rua Dr. Leonardo Leite s/n°, 13 de Julho &#8211; Aracaju</p>
<p style="text-align: justify;">Informações: (79) 3179-1907 ou 3179-1935</p>
<p style="text-align: justify;">Capacidade de público: 200 pessoas</p>
<p style="text-align: justify;">Dia 30 de abril</p>
<p style="text-align: justify;">Horário: 17 às 21h</p>
<p style="text-align: justify;">Classificação indicativa: LIVRE</p>
<p style="text-align: justify;">ENTRADA FRANCA</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">17:00h – Abertura da exposição A Estética do Oprimido</p>
<p style="text-align: justify;">18:00h – Abertura do evento com palavra de Monique Rodrigues, curinga do Centro de Teatro do Oprimido, seguido de exibição de curta metragem sobre as atividades do Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto no Brasil e na África lusófona.</p>
<p style="text-align: justify;">18:30h – Lançamento do livro A Estética do Oprimido, com palestra de Geo Britto, sociólogo e curinga do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">19:00h – Apresentação de Sinestesia do Poema com o Grupo Nova Imagem.</p>
<p style="text-align: justify;">19:30h – Apresentação do espetáculo de Teatro-Fórum “Fora Preconceito”, com o grupo Dilemas da Vida. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: Amélia é usuária da saúde mental e que possui grande desejo de ser pintora. Ao tentar se matricular na Escola de Artes é surpreendida pelo preconceito de professor da escola, que a impede de entrar no curso. <span style="text-decoration: underline;">Sobre o Grupo</span>: O grupo Dilemas da Vida é formado por usuários do Caps Liberdade.</p>
<p style="text-align: justify;">20:30h – Coquetel</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>3ª Mostra Alagoana de Teatro do Oprimido</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 18:39:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Augusto Boal]]></category>
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		<category><![CDATA[Teatro do Oprimido]]></category>
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		<description><![CDATA[Nos dias 23 e 24 de abril, acontece no Teatro Linda Mascarenhas, em Maceió, a 3ª Mostra Alagoana Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto &#8211; Encontros e Práticas em Maceió, quando multiplicadores da metodologia criada pelo teatrólogo Augusto Boal, se reúnem para discutir seus saberes e práticas realizadas no Estado desde 2007. Durante o evento o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/04/DSC00248.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1297" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/04/DSC00248-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Nos dias 23 e 24 de abril, acontece no Teatro Linda Mascarenhas, em Maceió, a 3ª <em>Mostra Alagoana Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto &#8211; Encontros e Práticas em Maceió</em>, quando multiplicadores da metodologia criada pelo teatrólogo Augusto Boal, se reúnem para discutir seus saberes e práticas realizadas no Estado desde 2007. Durante o evento o público vai assistir a duas peças teatrais encenadas por grupos de Alagoas. Ao final de cada apresentação alguns dos espectadores serão convidados a subir ao palco e, trocando de lugar com o protagonista, mostrar alternativas aos problemas encenados. Nas peças os atores encenam <em>episódios da vida como ela é</em>.<span id="more-1296"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Acontece ainda: o lançamento do livro póstumo do teatrólogo e ensaísta <strong>Augusto Boal</strong>, A Estética do Oprimido, considerado o testamento artístico do teatrólogo; exposição de produtos artísticos produzidos pelos grupos locais; palestra; e exibição de um curta metragem. Na sexta-feira (23/4) acontece uma oficina da Estética do Oprimido para 30 pessoas, que deverão se inscrever previamente.</p>
<p style="text-align: justify;">“O espectador (ou espect-ator) da sessão de Teatro-Fórum não é um consumidor do bem cultural, mas sim um ativo interlocutor que é convidado a assumir o papel do oprimido ou de seus aliados para interagir na ação dramática de maneira a apresentar alternativas para transformar a realidade – ser ator de sua própria vida”, diz a professora <strong>Claudete Félix</strong>, curinga do Centro de Teatro do Oprimido desde 1986.</p>
<p style="text-align: justify;">Com produção do Laboratório Alagoano de Teatro do Oprimido (LATO) e apoio da Associação Artística Saudáveis Subversivos, SINDPREV, SINTEAL, UFAL e do IZP, a 3ª Mostra Alagoana integra as atividades do <em>Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto</em>, uma realização do Centro de Teatro do Oprimido (<a href="http://www.cto.org.br/">www.cto.org.br</a>) com patrocínio Ministério da Cultura, por intermédio do Programa Cultura Viva, que tem como objetivo é a capacitação e acompanhamento de novos multiplicadores da metodologia Teatro do Oprimido em 18 estados brasileiros e 4 países da África lusófona: Moçambique, Guiné-Bissau, Senegal e Angola.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Teatro do Oprimido Alagoano</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Praticante do Teatro do Oprimido, multiplicador capacitado pelo Centro de Teatro do Oprimido, <strong>Udson Pinheiro</strong> nos conta que “em 2008, o Centro de Teatro do Oprimido (CTO) formou 102 multiplicadores do Teatro do Oprimido oriundos de Alagoas, Sergipe e Pernambuco. Destes, 35 são de Alagoas e foram responsáveis pela formação de 25 grupos populares distribuídos por 10 municípios. Em 2009, um grupo destes multiplicadores criou o LATO &#8211; Laboratório Alagoano de Teatro do Oprimido,<strong> </strong>para dar continuidade ao trabalho iniciado pelo CTO. Desde então o LATO realizou oficinas de médio e longo prazo para diversos públicos na cidade de Maceió: jovens catadores de lixo da ONG Guerreiros da Vila; universitários da UFAL, CESMAC e UNCISAL; estudantes de escolas públicas; jovens e adultos da Vila dos Pescadores de Jaraguá; movimento LGBT de Maceió; e crianças do Grupo Revolucionarte do bairro Vergel do Lago.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">3ª Mostra Alagoana Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto &#8211; Encontros e Práticas em Maceió</p>
<p style="text-align: justify;">Local: Teatro Linda Mascarenhas</p>
<p style="text-align: justify;">Endereço: Avenida Fernandes Lima nº 1047, Farol</p>
<p style="text-align: justify;">Informações: 3218-8609</p>
<p style="text-align: justify;">Capacidade de público: 100 pessoas</p>
<p style="text-align: justify;">Dias 23 e 24 de abril</p>
<p style="text-align: justify;">Horário: veja a programação abaixo</p>
<p style="text-align: justify;">Classificação indicativa: LIVRE</p>
<p style="text-align: justify;">Ingressos GRÁTIS</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Programação do dia 23 de Abril</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">13 até 18h – Oficina da Estética do Oprimido com Claudete Félix, curinga do Centro de Teatro do Oprimido desde 1986, e os multiplicadores Wellington Costa e Udson Pinheiro. Apenas 30 pessoas participam desta oficina. Inscrições prévias pelos telefones: 8831-6005 (Udson) ou 9333-0559 (Kelly)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Programação do dia 24 de Abril:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">13:00h – Abertura da exposição A Estética do Oprimido</p>
<p style="text-align: justify;">18:00h – Abertura com palavra de ativistas do Teatro do Oprimido em Alagoas.</p>
<p style="text-align: justify;">18:15h – Lançamento do livro póstumo de Augusto Boal, A Estética do Oprimido, com palestra da professora Claudete Félix, curinga do Centro de Teatro do Oprimido desde 1986, que discursará a respeito da aplicação da técnica.</p>
<p style="text-align: justify;">19:00h – Apresentação do espetáculo de Teatro-Fórum “Líder Negativo”, com o Grupo LATO. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: Robson é um garoto esforçado, que se dá bem nos estudos e é líder nos esportes em sua escola. Contudo, ele não é visto com bons olhos pelo diretor e pela coordenadora pedagógica, por acreditarem que o garoto é homossexual. Eles o expulsam em defesa da moral cristã que cultivam em sua escola. Robson vai à luta por seu direito de continuar a estudar e ser respeitado. <span style="text-decoration: underline;">Sobre o Grupo</span>: O Grupo LATO é formado por integrantes do Laboratório Alagoano de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">20:00h – Apresentação do espetáculo de Teatro-Fórum &#8220;A Saúde é Municipal, Estadual ou Federal?&#8221;, com o Grupo de Teatro do Oprimido SINDPREV. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: Numa festa junina, um menino ao brincar com fogos de artifício, tem sua mão direita dilacerada. O plano de saúde da família não cobria esse tipo de emergência. Diante dessa situação, a família se dirige ao HGE onde também encontraram outras pessoas em situação de emergência. <span style="text-decoration: underline;">Sobre o Grupo</span>: O Grupo é formado por usuários do SINDPREV.</p>
<p style="text-align: justify;">21:00h – Encerramento</p>
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		<title>Pelourinho recebe Mostra de Teatro do Oprimido baiano</title>
		<link>http://ctorio.org.br/novosite/2010/04/pelourinho-recebe-mostra-de-teatro-do-oprimido-baiano/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 15:07:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Augusto Boal]]></category>
		<category><![CDATA[cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Pontos de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[programa cultura viva]]></category>
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		<category><![CDATA[teatro legislativo]]></category>
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		<description><![CDATA[Acontece no dia 20 de abril, no Teatro Sesc Senac Pelourinho, em Salvador, o evento Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto &#8211; Encontros e Práticas no Pelourinho, quando multiplicadores e praticantes do método criado pelo teatrólogo Augusto Boal se reúnem para discutir seus saberes e práticas. Na ocasião o público vai poder assistir peças teatrais com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/04/DSC00693.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1292" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/04/DSC00693-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Acontece no dia 20 de abril, no Teatro Sesc Senac Pelourinho, em Salvador, o evento <em>Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto &#8211; Encontros e Práticas no Pelourinho</em>, quando multiplicadores e praticantes do método criado pelo teatrólogo Augusto Boal se reúnem para discutir seus saberes e práticas. Na ocasião o público vai poder assistir peças teatrais com atuação dos grupos da Bahia. Ao final de cada apresentação alguns dos espectadores serão convidados a subir no palco e, trocando de lugar com o protagonista, mostrar alternativas aos problemas encenados. Nas peças os atores encenam episódios da vida real de pessoas e suas relações de conflito com a sociedade. ENTRADA FRANCA.<span id="more-1291"></span></p>
<p style="text-align: justify;">“O espectador (ou espect-ator) da sessão de Teatro-Fórum não é um consumidor do bem cultural, mas sim um ativo interlocutor que é convidado a assumir o papel do oprimido ou de seus aliados para interagir na ação dramática de maneira a apresentar alternativas para transformar a realidade – ser ator de sua própria vida”, diz o arte educador <strong>Cláudio Rocha</strong>,  curinga do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">A programação da Mostra conta ainda com: o lançamento do livro póstumo do teatrólogo e ensaísta Augusto Boal, A Estética do Oprimido, considerado o testamento artístico do autor; uma exposição de produtos artísticos produzidos pelos grupos locais, palestras e exibição de um curta metragem; e a Sessão Solene Simbólica de Teatro Legislativo a partir da cena “Mulher, alvo de violência”.</p>
<p style="text-align: justify;">“Na sessão de Teatro Legislativo, a platéia, além de fazer as intervenções substituindo o personagem oprimido, pode também sugerir propostas de Lei ou de ações concretas que tragam alternativas ao problema. Com o apoio de um assessor legislativo e um especialista no tema, serão selecionadas duas propostas para serem debatidas e votadas. As aprovadas serão encaminhadas ao Poder Legislativo ou às autoridades competentes. Através do Teatro Legislativo foram criadas 13 Leis Municipais na cidade do Rio de Janeiro, duas Leis Estaduais nesse estado e tramitam no Congresso Nacional dois Projetos de Lei”, afirma <strong>Olivar</strong><strong> Bendelak</strong>, curinga do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">Estas atividades integram o <em>Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto</em> cujo objetivo é a capacitação e acompanhamento de novos multiplicadores do método em dezoito estados brasileiros e quatro países da África lusófona: Moçambique, Guiné-Bissau, Senegal e Angola. O Projeto patrocinado pelo <strong>Ministério da Cultura</strong>, por intermédio do <strong>Programa Cultura Viva</strong>, é uma realização do <strong>Centro de Teatro do Oprimido</strong> que para este evento no Pelourinho conta com o apoio do <strong>SESC Bahia</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto &#8211; Encontros e Práticas no Pelourinho</p>
<p style="text-align: justify;">Local: Teatro Sesc Senac Pelourinho. Largo do Pelourinho n° 19</p>
<p style="text-align: justify;">Informações: (71) 3324-4520</p>
<p style="text-align: justify;">Capacidade de público: 220 lugares</p>
<p style="text-align: justify;">20 de abril de 18:30h até 22h</p>
<p style="text-align: justify;">Classificação indicativa: LIVRE</p>
<p style="text-align: justify;">Ingressos GRÁTIS</p>
<p style="text-align: justify;">PROGRAMAÇÃO:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">18:30h – Abertura com palavra de Olivar Bendelak, curinga do Centro de Teatro do Oprimido (CTO), seguido de exibição de curta metragem sobre as atividades do Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto no Brasil e na África lusófona.</p>
<p style="text-align: justify;">19:00h – Abertura da exposição e lançamento do livro A Estética do Oprimido, com palestra de Cláudio Rocha, arte educador e curinga do CTO, a respeito da aplicação desta técnica no Projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">19:30h – Apresentação da peça “SOS Hospital” com a Companhia de Teatro Solidário de Brotas, seguido de Teatro-Fórum. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: A peça discute o mau atendimento nos hospitais particulares conveniados com o SUS. <span style="text-decoration: underline;">Sobre o Grupo</span>: Formado por jovens do bairro de Engenho Velho de Brotas, Salvador.</p>
<p style="text-align: justify;">20:30h – Apresentação da peça “Mulher, alvo de violência” com o Grupo Juventude Guerrilheira Contra a Opressão, jovens do Assentamento Aliança, em Boa Vista do Tupim, seguido de Teatro Legislativo. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: A peça discute a violência doméstica. <span style="text-decoration: underline;">Sobre o Grupo</span>: Formado por jovens do Assentamento Aliança, do MST, de Boa Vista do Tupim, município do Centro Norte Baiano.</p>
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