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	<title>centro de teatro do oprimido &#187; direitos humanos</title>
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	<description>&#34;Ser cidadão não é viver em sociedade, é transformá-la.&#34; Augusto Boal</description>
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		<title>&#8220;Cor do Brasil&#8221; será apresentado no Oi Futuro Ipanema</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2010 14:44:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta quinta-feira, 25 de novembro, às 20 horas, o elenco do Centro de Teatro do Oprimido apresenta no Sarau “Òwiwi Akewí – o Poeta Coruja”, no OI Futuro Ipanema,  o espetáculo Cor do Brasil. Recém estreado, o espetáculo foi convidado para ingressar as comemorações da Semana da Consciência Negra. O Oi Futuro Ipanema fica na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nesta quinta-feira, 25 de novembro, às 20 horas, o elenco do Centro de Teatro do Oprimido apresenta no Sarau “Òwiwi Akewí – o Poeta Coruja”, no OI Futuro Ipanema,  o espetáculo <strong><em>Cor do Brasil</em></strong>. Recém estreado, o espetáculo foi convidado para ingressar as comemorações da Semana da Consciência Negra. O Oi Futuro Ipanema fica na Rua Visconde de Pirajá 54, em Ipanema, próximo a estação Gal. Osório do Metrô. A classificação é livre e os ingressos são gratuitos.</p>
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		<title>CTO comemora Dia da Consciência Negra estreando &#8220;Cor do Brasil&#8221;, seu mais recente espetáculo</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 20:30:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No próximo sábado, dia 20, às 20h, o Centro de Teatro do Oprimido estréia em sua sede na Lapa o espetáculo de Teatro-Fórum-Musical Cor do Brasil em comemoração ao Dia da Consciência Negra. A peça aborda a temática da mestiçagem brasileira e investiga as contradições entre o orgulho, que traz na pele a cor e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/11/Pré-Visualização-Document.jpeg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1627" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/11/Pré-Visualização-Document-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>No próximo sábado, dia 20, às 20h, o Centro de Teatro do Oprimido estréia em sua sede na Lapa o espetáculo de Teatro-Fórum-Musical <strong><em>Cor do Brasil</em></strong> em comemoração ao Dia da Consciência Negra. A peça aborda a temática da mestiçagem brasileira e investiga as contradições entre o orgulho, que traz na pele a cor e os traços dos povos que formaram a nação, e a ilusão histórica do branqueamento. O espetáculo é composto por cenas de Teatro-Imagem, coreografias e músicas inéditas que ilustram situações cotidianas influenciadas por um histórico de valorização da herança das migrações européias e de folclorização do legado e da ancestralidade africanos. Creuza, Benedito, Sebastião e Antônio protagonizam a realidade de brasileiros e brasileiras que buscam entender sua identidade a partir da condição de afro-descentes e encontrar alternativas para superação das limitações impostas por esta condição. Entrada franca.<span id="more-1626"></span></p>
<p>Neste espetáculo de Bárbara Santos, encenado a partir das técnicas do Teatro do Oprimido, de Augusto Boal, o público é convidado a intervir na ação dramática para encontrar alternativas concretas para as questões levantadas pelas personagens. Mais uma produção artística e inovadora do Centro de Teatro do Oprimido em cooperação com Kuringa-Berlim.</p>
<p style="text-align: justify;">Em dezembro, o espetáculo representará o Brasil no III Festival Mundial de Artes Negras, que acontece entre 10 e 31, no Senegal. Na edição de 2010,, o Teatro do Oprimido terá uma seção especial, com a participação de grupos de Portugal, Guiné-Bissau, Espanha, França, Senegal, entre outros. O destaque desta seção do Festival será <strong><em>Cor do Brasil,</em></strong> criado especialmente para este Festival. Além das apresentações no III Festival Mundial das Artes Negras, nosso elenco será o único não-africano a integrar a caravana <em>Caminhos de Paz</em> que se deslocará de Ziguinchor a Dakar, no período de 4 a 9 de Dezembro, com workshop de integração e produção coletiva com artistas de Guiné-Bissau e Senegal que praticam o Teatro do Oprimido. As produções artísticas que devem abordar os conflitos étnicos da região, entre Guiné-Bissau e Dakar, e as relações históricas e culturais entre esses países e o Brasil, serão apresentadas na Caravana e estarão na programação do Festival em Dakar.</p>
<p style="text-align: right;">Texto: <strong>Bárbara Santos</strong></p>
<p style="text-align: right;">Edição: <strong>Helen Sarapeck</strong></p>
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		<title>Tuov apresenta no Rio espetáculo que celebra centenário da Revolta da Chibata</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 22:24:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Visando a divulgação do centenário da rebelião que ficou conhecida como A Revolta da Chibata, a Funarte, com apoio da ABI &#8211; Associação Brasileira de Imprensa, convidou o grupo paulista Tuov &#8211; Teatro Popular União e Olho Vivo para encenar, no dia 20 de novembro, sábado às 17h, no Auditório Oscar Guanabarindo, na ABI, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/11/João-Cândido-do-Brasil-003.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1622" title="Fotos de Graciela Rodriguez" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/11/João-Cândido-do-Brasil-003-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Visando a divulgação do centenário da rebelião que ficou conhecida como A Revolta da Chibata, a Funarte, com apoio da ABI &#8211; Associação Brasileira de Imprensa, convidou o grupo paulista Tuov &#8211; Teatro Popular União e Olho Vivo para encenar, no dia 20 de novembro, sábado às 17h, no Auditório Oscar Guanabarindo, na ABI, a peça &#8220;João Cândido do Brasil &#8211; A Revolta da Chibata&#8221;, com ingressos gratuitos.</p>
<p style="text-align: justify;">A peça conta a história da liderança do marinheiro gaúcho e afro-descendente João Candido Felisberto que fez com que o movimento rebelde conhecido como A Revolta da Chibata ultrapassasse o episódio ocorrido na Marinha de Guerra do Brasil, que se desenrolou em novembro de 1910, no Rio de Janeiro, para uma ampla conotação social.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre o trabalho, o autor e diretor César Vieira diz que “o espetáculo estreou em novembro de 2001, no Teatro Municipal de Santo André como resultado de dois anos de pesquisas. Foram mais de 50 obras que direta ou indiretamente, abordaram o tema da rebelião dos marujos negros que em 1910, no Rio de Janeiro, içaram a bandeira encarnada, símbolo da luta por melhores condições de vida. Livros sobre o tema, bem como jornais e revistas da época foram demoradamente estudados. Foi feito um levantamento minucioso dos costumes, músicas e principalmente foi levantada a situação sócio, econômica, cultural e política do período. Mais de 200 fichas levaram ao quadro dramático que resultou no roteiro de encenação, privilegiando o trabalho coletivo.”</p>
<p style="text-align: justify;">Com esta encenação, o Tuov dá continuidade a sua busca de um teatro popular, ajudando a levantar o véu de esquecimento sobre uma das mais importantes páginas de nossa história e reforça o debate sobre a questão racial em nosso país.</p>
<p style="text-align: justify;">A ABI fica na Rua Araújo Porto Alegre 71, Centro, RJ.<span id="more-1621"></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O Almirante Negro</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Revolta da Chibata ocorreu durante o governo de Hermes da Fonseca, em 1910. Foi um levante de cunho social, realizado em subdivisões da Marinha, sediadas no Rio de Janeiro. O objetivo era por fim às punições físicas a que eram submetidos os marinheiros, como as chicotadas. Os marinheiros requeriam também uma alimentação mais saudável e que fosse colocada em prática a lei de reajuste de seus honorários, já votada pelo Congresso. De todos os pedidos requeridos, o que mais afligia os marujos eram os constantes castigos a que eram sujeitos. Esta situação revoltou os marinheiros, que eram obrigados, por seus comandantes, a assistir a todas as punições aplicadas, para que elas servissem de exemplo. Os soldados se juntavam e ao estampido de tambores traziam o rebelado, despido na parte de cima e com as mãos atadas, iniciando o castigo.</p>
<p style="text-align: justify;">A sublevação deu-se quando um marinheiro de nome Marcelino Rodrigues levou 250 chicotadas no convés do navio de guerra Minas Gerais.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente Hermes da Fonseca percebeu que não se tratava de um blefe e decidiu ceder diante do ultimato dos insurgentes. Os marinheiros confiaram no presidente, entregaram as armas e os navios rebelados, mas com o término do conflito o governante não cumpriu com a sua palavra e baniu alguns marinheiros que haviam feito parte do motim. Os marinheiros não se omitiram diante deste fato, estourando outro levante na Ilha das Cobras, o qual foi severamente abafado pelas tropas do governo. Muitos marujos morreram, outros tantos foram banidos da Marinha. Quanto a João Cândido, foi aprisionado e atirado em um calabouço na Ilha das Cobras, sendo depois internado no Hospital de Alienados da Praia Vermelha. Em 1912 ele foi julgado e considerado inocente. Historicamente ficou conhecido como o Almirante Negro, aquele que aboliu o uso da chibata na Marinha brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre o Tuov</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Tuov &#8211; Teatro Popular União e Olho Vivo é uma companhia paulista de teatro popular fundada na década de 1960, a partir de várias reuniões na Faculdade de Direito no Largo de São Francisco &#8211; USP. É um dos mais antigos grupos de teatro do Brasil e tem objetivo de se apresentar para as comunidades carentes da grande São Paulo, tendo atingido um público estimado de três milhões de pessoas. Suas encenações se inspiram na arte popular brasileira: o carnaval, o bumba meu boi, o circo, o futebol, a literatura de cordel.</p>
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		<title>Abrindo espaços humanitários</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 17:37:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 15 de julho de 2010, uma equipe de curingas do Centro de Teatro do Oprimido composta por Helen Sarapeck, Olivar Bendelak e Flávio Sanctum, vão ministrar uma oficina de sensibilização através do método Teatro do Oprimido ena cidade de Vassouras, Rio de Janeiro, para os docentes que participam de uma capacitação no Programa Abrindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No dia 15 de julho de 2010, uma equipe de curingas do Centro de Teatro do Oprimido composta por Helen Sarapeck, Olivar Bendelak e Flávio Sanctum, vão ministrar uma oficina de sensibilização através do método Teatro do Oprimido ena cidade de Vassouras, Rio de Janeiro, para os docentes que participam de uma capacitação no Programa Abrindo Espaços Humanitários, uma iniciativa do Comitê Internacional da Cruz Vermelha &#8211; CICV com o objetivo de promover o diálogo sobre os princípios humanitários entre alunos de escolas de ensino médio que atendem a comunidades onde o CICV atua no Rio de Janeiro em parceria com a SEEDUC. A sensibilização proposta pela equipe do CTO se dará através dos exercícios, jogos e técnicas do Teatro do Oprimido.<span id="more-1411"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Os objetivos específicos do projeto do CICV na capacitação realizada nos dias 14, 15 e 16 de julho de 2010, são: reduzir a vulnerabilidade de jovens das sete escolas da Rede Pública de Ensino Médio do Estado do Rio de Janeiro que atendem as comunidades onde o CICV atua, por meio da aquisição de competências cognitivas e sociais, fomentando comportamentos necessários nas escolas para se criar espaços humanitários; construir entendimento da necessidade do respeito à vida e à dignidade humana; promover medidas de proteção pertinentes relativos ao impacto de violência armada em âmbito do território escolar, através da adoção de “comportamento mais seguro”; estabelecer um diálogo de confiança com alunos e docentes sobre as consequências humanitárias da violência armada, e sobre como aliviar essas consequências no âmbito escolar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais informações pelo telefone 21 2224-9003 ou pelo e-mail <a href="mailto:mmoraes@icrc.org">mmoraes@icrc.org.</a></p>
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		<title>Brasília: CTO na IV Conferencia Nacional de Saúde Mental</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 22:12:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De 27 junho a 01 de julho, em Brasília, DF, acontece no Centro de Convenções Ulisses Guimarães a IV Conferência Nacional de Saúde Mental que tem como tema a Intersetorialidade. O Centro de Teatro do Oprimido fará parte das atividades através das experiências do Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental. Patrocinado pelo Ministério da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De 27 junho a 01 de julho, em Brasília, DF, acontece no Centro de Convenções Ulisses Guimarães a IV Conferência Nacional de Saúde Mental que tem como tema a Intersetorialidade. O Centro de Teatro do Oprimido fará parte das atividades através das experiências do Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental. <span id="more-1405"></span>Patrocinado pelo Ministério da Saúde, por intermédio da Coordenação Nacional de Saúde e a Embaixada do Canadá, o Projeto tem por objetivo a capacitação e acompanhamento de profissionais da saúde de Sergipe, Rio de Janeiro e São Paulo, nas técnicas do Teatro do Oprimido, levando a transformações políticas e uma relação mais humana entre os pacientes, seus familiares e estes profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">A parceria estabelecida há cinco anos entre o Centro de Teatro do Oprimido (www.cto.org.br) e o Ministério da Saúde, tem levado a transformações políticas e a uma relação mais humana entre os pacientes, seus familiares, estes profissionais e a sociedade. Mais de 250 profissionais foram capacitados e estão aplicando as técnicas do Teatro do Oprimido em hospitais e Centros de Atenção Psicossociais (CAPS). Desde que o teatro entrou na vida dessas pessoas os períodos de depressão diminuíram, a adesão ao tratamento aumentou e a vontade de viver ressurgiu.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 29 de junho o sociólogo e coordenador do Projeto, Geo Britto, participa da mesa de debate “Painel Cultura” com TTCatalao, sec de cidadania cultural, as 17:30h as 19h:  e no mesmo dia as 19h: Apresentação Grupo Cuidando do Cuidador na UNB.  Paralelo a Conferência, no dia 30, o grupo Cuidando do cuidador  inicia a temporada brasiliense de apresentações com a peça de Teatro – Fórum “A Família de Todos os santos”, no Teatro do Campus da Universidade Nacional de Brasília –UnB -, às 10h da manhã. Ainda no dia 30, na Tenda Austregésilo Carrano, às 12:30h, acontece oficina demonstrativa de Teatro do Oprimido ministrada por Monique Rodrigues e Alessandro Conceição, curingas do Projeto. Finalizando as atividades do CTO, no dia 30 haverá, às 19h, no auditório do Centro de Convenções, a apresentação da cena de Teatro-Fórum “A família de todos os Santos” com o Grupo Cuidando do Cuidador. A peça conta a história de Gerusa que é atendida por uma cunhada, até que a irmã reivindica a sua guarda por pensar que ela está recebendo benefício do INSS. O grupo Cuidando do Cuidador existe há um ano e é formado por familiares, usuários e técnicos do Caps Senador Renildo Santana, em Itabaianinha/SE.</p>
<p style="text-align: right;">Texto: Monique Rodrigues</p>
<p style="text-align: right;">Edição: Ney Motta</p>
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		<title>Teatro do Oprimido ocupa a Lapa</title>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 19:44:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Arena dos Arcos da Lapa recebe nos dias 28 e 29 de maio, de 15h às 20h, uma programação de teatro, performances, shows musicais e intervenções estéticas, com entrada franca O Centro de Teatro do Oprimido realiza nos dias 28 de maio de 2010 (sexta-feira), de 15h às 20h, na Arena dos Arcos da Lapa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #993300;"><strong>Arena dos Arcos da Lapa recebe nos dias 28 e 29 de maio, de 15h às 20h, uma programação de teatro, performances, shows musicais e intervenções estéticas, com entrada franca</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/05/DSC_0353.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1387" title="&quot;Madalena&quot; na Guiné Bissau" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/05/DSC_0353-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Centro de Teatro do Oprimido realiza nos dias 28 de maio de 2010 (sexta-feira), de 15h às 20h, na Arena dos Arcos da Lapa, a mostra <strong>“Madalena Ocupa a Lapa”</strong>, com espetáculos e performances, dirigidos pela italiana <strong>Alessandra Vannucci</strong><strong> – </strong>Prêmio Shell 2006 de Melhor Espetáculo por “A Descoberta das Américas” –<strong>, e elenco composto </strong>exclusivamente por mulheres que buscam percursos de expressões estéticas e narrativas a partir do corpo feminino, e no dia 29 (sábado) a mostra <strong>“Curumim Ocupa a Lapa”</strong>,  com peças interpretadas exclusivamente por crianças e adolescentes, cujos temas tem relação com o ECA – Estatuto dos direitos da criança e do adolescente.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1386"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Nestes dias serão apresentados ao público uma mostra estética e teatral das atividades artísticas e cidadãs que a equipe de curingas do CTO vem realizando desde 2008, em dezoito estados brasileiros mais quatro países da África (Moçambique, Guiné Bissau, Angola e Senegal), com o <em>Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto</em>. Na ocasião acontecem as mesas de debates “Corpo feminino como território do sagrado e do poder, da ancestralidade ao século XXI” e “Estatuto da criança e do adolescente”. O evento tem classificação é livre e entrada é franca.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Na noite de 27 de maio (quinta-feira), às 19h, na casa do Centro de Teatro do Oprimido, acontece o coquetel de lançado o documentário “Metaxis – Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto”, que apresenta um panorama das atividades do CTO, entre 2008 e 2010, em cidades do Brasil mais Moçambique, Guiné Bissau, Angola e Senegal.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O evento público é patrocinado pelo Ministério da Cultura, por intermédio do Programa Cultura Viva, com promoção da TV Globo “Teatro a gente vê por aqui”, apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro e da Prefeitura do Rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>O público vai trocar de lugar com os protagonistas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">As pessoas que acompanharem os dois dias de mostras teatrais vão ter a oportunidade de subir no palco e mudar o final da história. Nas peças de Teatro-Fórum (técnica do Teatro do Oprimido), após cada apresentação, os espectadores são convidados a trocar de lugar com o protagonista para sugerir alternativas ao problema encenado. O espectador (ou espect-ator) da sessão de Teatro-Fórum não é um consumidor do bem cultural, mas sim um ativo interlocutor que é convidado a assumir o papel do oprimido ou de seus aliados para interagir na ação dramática de maneira a apresentar alternativas para transformar a realidade – ser ator de sua própria vida.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre “MADALENA”</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Contemplado com o <em>Prêmio Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura</em> e realizado no Brasil e na África pelo Centro de Teatro do Oprimido, o “Laboratório Madalena” é uma iniciativa da diretora italiana Alessandra Vannucci e integra a sua residência artística no Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto. O projeto realizou cinco laboratórios teatrais gratuitos, três no Brasil e dois na África (Moçambique e Guiné Bissau), cada um produzindo peças estéticas e espetáculos de Teatro-Fórum e/ou performances, que estão circulando localmente.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A experiência cênica “Laboratório Madalena, teatro das oprimidas” – exclusiva para mulheres empenhadas em investigar as especificidades das opressões enfrentadas por elas e em atuar para a criação de medidas efetivas que contribuam para a superação dessas opressões e para a igualdade dos gêneros – busca percursos de expressões estéticas e narrativas a partir do corpo feminino.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Sobre “CURUMIM”</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Ao se buscar discutir a atuação do Teatro do Oprimido na educação e nos direitos da criança e do adolescente, demonstra-se que o uso da linguagem teatral pode possibilitar múltiplas experiências, que potencializam a criatividade, a autonomia e, por que não o desbloqueio do corpo e de seus sentidos, nas crianças e nos adolescentes. Além do mais, o Teatro do Oprimido é uma prática de arte politizadora que abre espaço para a manifestação expressiva dos participantes, pois tendo como uma de suas prioridades a não priorização em formar atores profissionais, mas, sim, protagonistas sociais, cidadãos mais conscientes de seus direitos e deveres, da sua dignidade e com auto-estima elevada e fortalecida. Neste sentido, acredita-se que seu caráter popular e participativo possa propiciar um procedimento educacional relevante, proporcionando aos educandos o contato com a arte do teatro por meio de uma proposta pedagógica que conjuga teoria, prática e expressão artística.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>SERVIÇO</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Nome do evento: MOSTRA TEATRO DO OPRIMIDO DE PONTO A PONTO</p>
<p style="text-align: justify;">Local: Largo da Lapa (junto aos Arcos da Lapa). Avenida Mem de Sá s/n° &#8211; Lapa/RJ</p>
<p style="text-align: justify;">Informações: (21) 2232-5826 e 2215-0503 e <a href="http://www.cto.org.br/">www.cto.org.br</a></p>
<p style="text-align: justify;">Classificação indicativa: LIVRE</p>
<p style="text-align: justify;">Ingressos: GRÁTIS</p>
<p style="text-align: justify;">Programação:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>27 de maio, quinta-feira, de 19h até 22h</strong> – Neste noite, na casa do Centro de Teatro do Oprimido, acontece o coquetel de abertura das mostras, quando será lançado o documentário “Metaxis – Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto”, que apresenta um panorama das atividades do CTO entre 2008 e 2101em cidades do Brasil mais Moçambique, Guiné Bissau, Angola e Senegal. LOCAL: Centro de Teatro do Oprimido (Avenida Mem de Sá 31). CLASSIFICAÇÃO LIVRE. ENTRADA FRANCA</p>
<p style="text-align: justify;">19h &#8211; Abertura da Mostra</p>
<p style="text-align: justify;">19:15h &#8211; Apresentação do CTO</p>
<p style="text-align: justify;">19:30h &#8211; Apresentação do Projeto Ponto a Ponto</p>
<p style="text-align: justify;">19:45h &#8211; Programação Mostra</p>
<p style="text-align: justify;">20h &#8211; Lançamento do vídeo</p>
<p style="text-align: justify;">20:30h &#8211; Show com Thiago Tomé e Augusto Bapt</p>
<p style="text-align: justify;">21h &#8211; Coquetel</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>28 de maio, sexta-feira, de 10h até 20h</strong> – Neste dia acontece a mostra “<strong>Madalena ocupa a Lapa</strong>”, uma experiência cênica inovadora que investiga as opressões contra a mulher, com apresentações de peças teatrais e performances (com elenco exclusivamente composto por mulheres), intervenções estéticas, shows musicais e exibição de vídeos das atividades do Laboratório Madalena no Brasil e na África. A tarde acontece uma mesa de debates cujo tema “Corpo feminino como território do sagrado e do poder, da ancestralidade ao século XXI” vai expor tanto nas relações reais quando em sua representação nas mídias e no imaginário coletivo, revoluções, mutações, expectativas, seduções, obsessões, novas vivências e novos hábitos do corpo feminino, aparentemente visando à emancipação da mulher na sociedade contemporânea, que convivem com a evidente permanência de opressão e violência contra este mesmo corpo. LOCAL: Arena do Largo da Lapa (junto aos Arcos). CLASSIFICAÇÃO LIVRE. ENTRADA FRANCA</p>
<p style="text-align: justify;">10h &#8211; Abertura da Exposição no corredor da Lapa e exposição na Casa com mostra de vídeos. Ensaios na Arena da Lapa e no 2º andar da casa.</p>
<p style="text-align: justify;">15h &#8211; Abertura musical com a Dupla Africana  Edilta da Silva e Arlete Guilhermina</p>
<p style="text-align: justify;">15:30h &#8211; Performance do Grupo Madalenas Ouro Preto</p>
<p style="text-align: justify;">15:40 &#8211; Performance do Grupo Madalenas Santa Catarina</p>
<p style="text-align: justify;">15:50h &#8211; Mesa de Debate temática “Corpo feminino como território do sagrado e do poder, da ancestralidade ao século XXI”, com <strong>Cecilia Boal</strong> (psicanalista), <strong>Mãe Beata de Iemanjá</strong> (Terreiro Ilê Omi Ojú Aro), <strong>Bárbara Soares</strong> (Mestre em Antropologia Social e Doutora em Sociologia pelo IUPERJ). Mediadora: <strong>Alessandra Vanucci</strong></p>
<p style="text-align: justify;">17:20h &#8211; Apresentação musical com Santa e Roni Valk</p>
<p style="text-align: justify;">17:30h &#8211; Apresentação Musical com Bete Albano</p>
<p style="text-align: justify;">17:40h &#8211; Apresentação do Grupo Madalenas Ceará com a cena Eva</p>
<p style="text-align: justify;">18:30h &#8211; Apresentação Musical com DJ Cris Soul, Bebel DO gUETO  e Negra Rô</p>
<p style="text-align: justify;">18:45h &#8211; Performance do Grupo Madalenas Ouro Preto</p>
<p style="text-align: justify;">19:00h &#8211; Performance Marias do Brasil</p>
<p style="text-align: justify;">19:20h &#8211; Apresentação do Grupo Madalenas Rio de Janeiro com a cena Madalena</p>
<p style="text-align: justify;">20:20h &#8211; Fechamento Musical (Geraldo Júnior)</p>
<p style="text-align: justify;">21h &#8211; Encerramento</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>29 de maio, sábado, de 10h até 20h</strong> – Neste dia acontece a mostra “<strong>Curumim ocupa a Lapa</strong>”, com apresentação de dois espetáculos de Teatro-Fórum cujos temas são os direitos da criança e do adolescente (com elenco exclusivamente composto por crianças e adolescentes). Na ocasião haverá uma Sessão Solene de Teatro Legislativo, onde a platéia também pode participar escrevendo propostas de Lei ou de ações concretas, que serão analisadas por duas pessoas especialistas na legislação referente ao ECA (Estatuto da criança e do adolescente). LOCAL: Arena do Largo da Lapa (junto aos Arcos). CLASSIFICAÇÃO LIVRE. ENTRADA FRANCA</p>
<p style="text-align: justify;">10h &#8211; Exposição no corredor da Lapa e exposição na Casa com mostra de vídeos. Ensaios na Arena da Lapa e no 2º andar da casa.</p>
<p style="text-align: justify;">15h &#8211; Abertura musical com o Grupo Infantil de Dança Afro do Studio de Arte Espaço Aberto da Rocinha.</p>
<p style="text-align: justify;">15:30h &#8211; Apresentação do Grupo Tô Fazendo Arte de Macaé/RJ com a peça <em>O Impasse.</em></p>
<p style="text-align: justify;">16:30h &#8211; Apresentação Artística de Música Campesina com Ribamar Nava</p>
<p style="text-align: justify;">16:40h &#8211; Apresentação Grupo Encenarte de Fortaleza/CE &#8211; <em>Rosa é o Sonho</em><br />
Sessão Solene de Teatro Legislativo</p>
<p style="text-align: justify;">17:30h &#8211; Mesa de Debate temática “Estatuto da criança e do adolescente”, com Dr. <strong>Siro Darlan</strong> (desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) e <strong>Antonio Futuro</strong> (professor de Pedagogia da Faculdade de Educação da UERJ, mestre em Educação e especialista em Juventude e Violência). Mediadora: <strong>Bárbara Santos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">18:20h &#8211; Performance de Charles Nelson e As Iabás</p>
<p style="text-align: justify;">18:30h &#8211; Apresentação Musical com Roni, Kairon e Carina</p>
<p style="text-align: justify;">18:50h &#8211; Apresentação do Grupo Nova Imagem de Estância/SE com a peça <em>Correndo atrás do Futuro</em></p>
<p style="text-align: justify;">19:50h &#8211; Fechamento Musical com Grupo Passarela 10</p>
<p style="text-align: justify;">20:30h &#8211; Encerramento</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ATENDIMENTO À IMPRENSA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ney Motta | Centro de Teatro do Oprimido<br />
assessor de comunicação<br />
(21) 2539-2873 e 8718-1965</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Aracaju: Mostra de teatro do oprimido integra Semana da Luta Antimanicomial</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 19:01:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acontece nos dias 19 e 20 de maio de 2010, no Auditório da Biblioteca Pública Epifânio Dória, a “Mostra Aracaju de Teatro do Oprimido na Saúde Mental” que vai apresentar peças de Teatro-Fórum, criadas pelos grupos de Teatro do Oprimido – cujos atores e atrizes são usuários da saúde mental – formados desde novembro de 2008 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/05/Produto-da-Estética-do-Oprimido-001.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1375" title="Produto artístico da Estética do Oprimido" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/05/Produto-da-Estética-do-Oprimido-001-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Acontece nos dias 19 e 20 de maio de 2010, no Auditório da Biblioteca Pública Epifânio Dória, a “Mostra Aracaju de Teatro do Oprimido na Saúde Mental” que vai apresentar peças de Teatro-Fórum, criadas pelos grupos de Teatro do Oprimido – cujos atores e atrizes são usuários da saúde mental – formados desde novembro de 2008 pelos profissionais da saúde de Sergipe, por intermédio da capacitação que vem recebendo até hoje pelos de curingas do Centro de Teatro do Oprimido na metodologia criada pelo teatrólogo e ensaísta Augusto Boal, que pouco antes de morrer (em maio de 2009) foi nomeado embaixador mundial do teatro pela UNESCO. O evento, que integra a Semana da Luta Antimanicomial realizada pela Secretaria de Saúde de Aracaju, conta ainda com: uma exposição da Estética do Oprimido, composta por produtos artísticos feitos pelos usuários da saúde mental e pelo Grupo Nova Imagem; sessão solene simbólica de Teatro Legislativo; lançamento do livro póstumo de Augusto Boal, <em>A Estética do Oprimido</em>; e o Encontro Estadual de Multiplicadores do Teatro do Oprimido, que acontece no CEPES. A classificação é livre e os ingressos são gratuitos.<span id="more-1374"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Nas peças de Teatro-Fórum, após cada apresentação, os espectadores são convidados a trocar de lugar com o protagonista para sugerir alternativas ao problema encenado. “O espectador (ou espect-ator) da sessão de Teatro-Fórum não é um consumidor do bem cultural, mas sim um ativo interlocutor que é convidado a assumir o papel do oprimido ou de seus aliados para interagir na ação dramática de maneira a apresentar alternativas para transformar a realidade – ser ator de sua própria vida”, diz a psicóloga Yara Toscano, curinga do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">Já na sessão solene simbólica de Teatro Legislativo, os espectadores, “além de fazer as intervenções substituindo o personagem oprimido, pode também sugerir propostas de Lei ou de ações concretas que tragam alternativas ao problema. Com o apoio de um assessor legislativo e um especialista no tema, serão selecionadas duas propostas para serem debatidas e votadas. As aprovadas serão encaminhadas ao Poder Legislativo ou às autoridades competentes. Através do Teatro Legislativo foram criadas 13 Leis Municipais na cidade do Rio de Janeiro, duas Leis Estaduais nesse estado e tramitam no Congresso Nacional dois Projetos de Lei”, diz Olivar Bendelak, curinga do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O teatro como ferramenta de transformação política e social</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A <em>Mostra Aracaju de Teatro do Oprimido na Saúde Mental</em> integra o <em>Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental</em><em> </em>cuja parceria estabelecida há cinco anos entre o Centro de Teatro do Oprimido (<a href="http://www.cto.org.br/">www.cto.org.br</a>) e o  (Ministério da Saúde, por intermédio da Coordenação Nacional de Saúde, para capacitação e acompanhamento de profissionais da área de saúde mental do SUS nas técnicas do Teatro do Oprimido, tem levado a transformações políticas e a uma relação mais humana entre os pacientes, seus familiares, estes profissionais e a sociedade. Mais de 250 profissionais foram (e continuam sendo) capacitados e estão aplicando as técnicas do Teatro do Oprimido em hospitais e centros de atenção psicossociais. Realizado pelo Centro de Teatro do Oprimido, em Aracaju o Projeto conta com o patrocínio da Secretaria Municipal de Saúde de Aracaju e do Centro de Educação Permanente em Saúde &#8211; CEPS.</p>
<p style="text-align: justify;">O sociólogo Geo Britto, coordenador do <em>Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental</em>, afirma que “desde que o teatro entrou na vida dessas pessoas os períodos de depressão diminuíram, a adesão ao tratamento aumentou e a vontade de viver ressurgiu.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SERVIÇO </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nome do evento: &#8220;Mostra Aracaju de Teatro do Oprimido na Saúde Mental&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Local: Auditório da Biblioteca Pública Epifânio Dória</p>
<p style="text-align: justify;">Endereço: Rua Dr. Leonardo Leite s/n°, 13 de Julho</p>
<p style="text-align: justify;">Tels: 3179-1907 e 3179-1935</p>
<p style="text-align: justify;">Capacidade de público: 180 pessoas</p>
<p style="text-align: justify;">Dias 19 e 20 de maio</p>
<p style="text-align: justify;">Horário: 14 às 17h</p>
<p style="text-align: justify;">Classificação indicativa: LIVRE</p>
<p style="text-align: justify;">ENTRADA FRANCA</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>19 de maio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">14h – Abertura da exposição Estética do Oprimido</p>
<p style="text-align: justify;">14:30h – Exibição do vídeo Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental; lançamento do livro póstumo de Augusto Boal, <em>A Estética do Oprimido</em>; fala das curingas Monique Rodrigues e Cláudia Simone sobre Projeto em Sergipe.</p>
<p style="text-align: justify;">15h – Apresentação da peça de Teatro-Fórum “Fora Preconceito” com o grupo Dilemas da Vida. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: Amélia possui grande desejo de ser pintora, mas ao tentar se matricular na Escola de Artes da cidade é surpreendida pelo preconceito do professor que a impede de entrar no curso quando descobre que ela é “maluca”. <span style="text-decoration: underline;">Sobre o Grupo</span>: O grupo Dilemas da Vida existe há um ano e é formado por usuários do Caps Liberdade.</p>
<p style="text-align: justify;">15:30h – Teatro Legislativo</p>
<p style="text-align: justify;">17h – Encerramento</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>20 de maio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">14h – Abertura Musical</p>
<p style="text-align: justify;">14:30h – Apresentação da Sinestesia do Poema com o Grupo Nova Imagem</p>
<p style="text-align: justify;">15h – Fala do gestor da Secretaria Municipal de Saúde de Aracaju, multiplicadores, usuários e familiares</p>
<p style="text-align: justify;">15:30 – Apresentação cena de Teatro-Fórum “A Família de Todos os Santos” com o Grupo Cuidando do Cuidador. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: Abandonada pela família Gerusa é atendida por uma cunhada, até que a irmã reivindica a sua guarda por pensar que ela está recebendo benefício do INSS. <span style="text-decoration: underline;">Sobre o grupo</span>: O grupo Cuidando do Cuidador existe há um ano e é formado por familiares, usuários e técnicos do Caps Senador Renildo Santana, em Itabaianinha/SE.</p>
<p style="text-align: justify;">17h – Encerramento Musical</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>21 de maio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Encontro Estadual de Multiplicadores de Teatro do Oprimido (restrito aos praticantes), no Centro de Educação Permanente em Saúde – CEPES.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ATENDIMENTO À IMPRENSA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ney Motta | Centro de Teatro do Oprimido<br />
assessor de comunicação<br />
(21) 2539-2873 e 8718-1965</p>
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		<title>Encontros e práticas em Sergipe</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 20:41:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acontece no dia 30 de abril, a mostra “Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto – Encontros e Práticas em Sergipe”, quando multiplicadores e praticantes do método criado pelo teatrólogo Augusto Boal se reúnem para discutir seus saberes e práticas. Na ocasião o público vai assistir peça teatral, encenada por um dos grupos de Teatro do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/04/GTO-Dilemas-da-Vida-003.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1306" title="Grupo Dilemas da Vida" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/04/GTO-Dilemas-da-Vida-003-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Acontece no dia 30 de abril, a mostra “Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto – Encontros e Práticas em Sergipe”, quando multiplicadores e praticantes do método criado pelo teatrólogo Augusto Boal se reúnem para discutir seus saberes e práticas. Na ocasião o público vai assistir peça teatral, encenada por um dos grupos de Teatro do Oprimido de Sergipe. Ao final da apresentação alguns dos espectadores serão convidados a subir no palco e, trocando de lugar com o protagonista, mostrar alternativas aos problemas encenados. Nas peças os atores encenam <em>episódios da vida como ela é</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">A programação do evento conta ainda com o lançamento do livro póstumo de Augusto Boal,<span id="more-1305"></span> A Estética do Oprimido, considerado o testamento artístico do teatrólogo e ensaísta, que antes de falecer foi nomeado embaixador mundial do teatro pela Unesco; uma exposição de produtos artísticos produzidos pelos grupos locais, palestras, exibição de um curta metragem. No dia anterior ao evento público, os praticantes do Teatro do Oprimido em Aracaju participam de uma oficina teórica e prática sobre a Estética do Oprimido, ministrada pelos curingas do Centro de Teatro do Oprimido</p>
<p style="text-align: justify;">“O espectador (ou espect-ator) da sessão de Teatro-Fórum não é um consumidor do bem cultural, mas sim um ativo interlocutor que é convidado a assumir o papel do oprimido ou de seus aliados para interagir na ação dramática de maneira a apresentar alternativas para transformar a realidade – <em>ser ator de sua própria vida</em>”, diz <strong>Monique Rodrigues</strong>, curinga do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">As atividades integram o <em>Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto</em>, realizado pelo Centro de Teatro do Oprimido (<a href="http://www.cto.org.br/">www.cto.org.br</a>) com patrocínio do Ministério da Cultura, por intermédio do Programa Cultura Viva, cujo objetivo é a capacitação e acompanhamento de novos multiplicadores do método Teatro do Oprimido em 18 estados brasileiros e 4 países da África lusófona: Moçambique, Guiné-Bissau, Senegal e Angola.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto &#8211; Encontros e Práticas em Sergipe</p>
<p style="text-align: justify;">Auditório da Biblioteca Pública Epifânio Dória</p>
<p style="text-align: justify;">Endereço: Rua Dr. Leonardo Leite s/n°, 13 de Julho &#8211; Aracaju</p>
<p style="text-align: justify;">Informações: (79) 3179-1907 ou 3179-1935</p>
<p style="text-align: justify;">Capacidade de público: 200 pessoas</p>
<p style="text-align: justify;">Dia 30 de abril</p>
<p style="text-align: justify;">Horário: 17 às 21h</p>
<p style="text-align: justify;">Classificação indicativa: LIVRE</p>
<p style="text-align: justify;">ENTRADA FRANCA</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">17:00h – Abertura da exposição A Estética do Oprimido</p>
<p style="text-align: justify;">18:00h – Abertura do evento com palavra de Monique Rodrigues, curinga do Centro de Teatro do Oprimido, seguido de exibição de curta metragem sobre as atividades do Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto no Brasil e na África lusófona.</p>
<p style="text-align: justify;">18:30h – Lançamento do livro A Estética do Oprimido, com palestra de Geo Britto, sociólogo e curinga do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">19:00h – Apresentação de Sinestesia do Poema com o Grupo Nova Imagem.</p>
<p style="text-align: justify;">19:30h – Apresentação do espetáculo de Teatro-Fórum “Fora Preconceito”, com o grupo Dilemas da Vida. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: Amélia é usuária da saúde mental e que possui grande desejo de ser pintora. Ao tentar se matricular na Escola de Artes é surpreendida pelo preconceito de professor da escola, que a impede de entrar no curso. <span style="text-decoration: underline;">Sobre o Grupo</span>: O grupo Dilemas da Vida é formado por usuários do Caps Liberdade.</p>
<p style="text-align: justify;">20:30h – Coquetel</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
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		<title>Teatro Adamastor recebe 2ª Mostra de Teatro do Oprimido</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 13:20:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acontece nos dias 14 e 15 de abril, no palco do Teatro Adamastor, a 2ª Mostra Teatro do Oprimido na Saúde Mental &#8211; Encontros e Práticas em Guarulhos, quando multiplicadores da metodologia criada pelo teatrólogo Augusto Boal se reúnem para discutir seus saberes e práticas realizadas na cidade desde 2006. Nestes dias serão apresentadas peças teatrais com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/04/Foto-Márcio-Lino_Teatro-do-Oprimido-62.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1284" title="foto de Márcio Lino" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/04/Foto-Márcio-Lino_Teatro-do-Oprimido-62-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Acontece nos dias 14 e 15 de abril, no palco do Teatro Adamastor, a 2ª <em>Mostra Teatro do Oprimido na Saúde Mental &#8211; Encontros e Práticas em Guarulhos</em>, quando multiplicadores da metodologia criada pelo teatrólogo Augusto Boal se reúnem para discutir seus saberes e práticas realizadas na cidade desde 2006. Nestes dias serão apresentadas peças teatrais com atuação de grupos de Guarulhos, ao final de cada apresentação alguns dos espectadores presentes serão convidados a subir ao palco e, trocando de lugar com o protagonista, mostrar alternativas aos problemas encenados. Nas peças os atores encenam episódios da vida real de pessoas e suas relações com a sociedade.<span id="more-1283"></span></p>
<p style="text-align: justify;">“O espectador (ou espect-ator) da sessão de Teatro-Fórum não é um consumidor do bem cultural, mas sim um ativo interlocutor que é convidado a assumir o papel do oprimido ou de seus aliados para interagir na ação dramática de maneira a apresentar alternativas para transformar a realidade – ser ator de sua própria vida”, diz a psicóloga <strong>Yara Toscano</strong><strong> </strong>, curinga do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a Mostra acontece ainda: o lançamento do livro póstumo do teatrólogo e ensaísta <strong>Augusto Boal</strong>, A Estética do Oprimido, considerado o testamento artístico do autor; exposição de produtos artísticos produzidos pelos grupos locais; palestras; exibição de um curta metragem; e a sessão solene simbólica de Teatro Legislativo a partir da cena Dança do Casamento.</p>
<p style="text-align: justify;">“Na sessão de Teatro Legislativo, a platéia, além de fazer as intervenções substituindo o personagem oprimido, pode também sugerir propostas de Lei ou de ações concretas que tragam alternativas ao problema. Com o apoio de um assessor legislativo e um especialista no tema, serão selecionadas duas propostas para serem debatidas e votadas. As aprovadas serão encaminhadas ao Poder Legislativo ou às autoridades competentes. Através do Teatro Legislativo foram criadas 13 Leis Municipais na cidade do Rio de Janeiro, duas Leis Estaduais nesse estado e tramitam no Congresso Nacional dois Projetos de Lei”, afirma Yara.</p>
<p style="text-align: justify;">A Mostra integra o <em>Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental</em> cujo objetivo é a capacitação e acompanhamento de profissionais da saúde de São Paulo, Rio de Janeiro e Sergipe, nas técnicas do Teatro do Oprimido, levando a transformações políticas e uma relação mais humana entre os pacientes, seus familiares e estes profissionais. O Projeto patrocinado pelo <strong>Ministério da Saúde</strong>, por intermédio da <strong>Coordenação Nacional de Saúde</strong>, é uma realização do <strong>Centro de Teatro do Oprimido</strong> em parceira com a <strong>Prefeitura de Guarulhos</strong>, por intermédio da <strong>Secretaria Municipal de Saúde</strong>, e apoio da <strong>Pfizer</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">“De atividades como esta surgiu na cidade de Guarulhos o <em>Núcleo de Saúde e Cultura Augusto Boal</em>, idealizado pelos profissionais da saúde para ser um espaço intersetorial que articule a produção artística dos usuários e dos profissionais da saúde do município, propondo ações conjuntas com a participação da comunidade”, informa o sociólogo <strong>Geo Britto</strong>, coordenador nacional do <em>Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental</em>.</p>
<p><strong>O TEATRO DO OPRIMIDO NA CIDADE DE GUARULHOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Supervisora do <em>Projeto de Teatro do Oprimido na Saúde Mental</em> na cidade de Guarulhos, a psicóloga <strong>Yara Toscano</strong>, concedeu depoimento ao Portal CTO a respeito dos quatro anos Projeto na cidade:</p>
<p style="text-align: justify;">“Em Guarulhos o Projeto inicia-se em 2006 em 4 unidades de saúde: CAPS II (Centro de Atenção Psicossocial II), Ambulatório da Criança, CAPS Tear e CAPS Álcool e Drogas; capacitando seus enfermeiros, terapeutas ocupacionais, psicólogos e assistentes sociais. Em 2007, duas cenas destacam-se e são apresentadas em praças públicas, teatros e unidades de saúde. Duas temáticas são amplamente debatidas: a da mulher com transtorno mental aprisionada em casa por seus familiares – fato muito mais comum do que podíamos imaginar; e a mulher anorexica que questiona os padrões de beleza de nossa sociedade moderna e os caminhos de tratamento para anorexia. Em 2008, 2009 e 2010, o Projeto estende-se para a Atenção Básica e mais profissionais de saúde são envolvidos: além dos já mencionados, incluíram-se agentes comunitários de saúde, atendentes do SUS e recepcionistas. A inclusão da Atenção Básica possibilita um novo alcance ao projeto e permite que trabalhadores da saúde, usuários e seus familiares possam discutir a temática da loucura, de outros temas relacionados à saúde mental e o próprio sistema de saúde nas unidades, criando alternativas para democratizar e humanizar o atendimento de saúde mental no Brasil. Além de aproximar os usuários dos profissionais, diminuindo o preconceito e fortalecendo o aprendizado de como interagir com pessoas com sofrimento psíquico. Nessa nova etapa, o Projeto capacitou mais de 50 profissionais, com encontros semestrais e mensais, possibilitando um processo de capacitação continuada. Mais de 25 unidades conheceram diretamente o Teatro do Oprimido e 17 grupos foram formados, atendendo a todas as faixas etárias. Parte desses grupos produziu peças de Teatro Fórum apresentadas mais de 50 vezes em diferentes locais em 2009 e 2010. Outra parte produziu obras da Estética do Oprimido – esculturas e quadros coletivos. Indiretamente, o Projeto atingiu mais de 3.500 pessoas. O CAPS Tear se projetou como o pólo irradiador da proposta, com seus usuários teatralizando cenas desde 2006 e apoiando os vários grupos existentes na cidade. As Peças criadas pela comunidade e profissionais de saúde nessa fase também abordaram em sua grande maioria a temática de gênero: mulheres oprimidas em hospitais psiquiátricos; oprimidas por uma gravidez indesejada; agredidas por seus “companheiros”; e exploradas e agredidas na infância. No momento, a equipe envolvida no trabalho, discute com interlocutores, coordenadores da Secretaria de Saúde a continuidade do Projeto, procurando articular o Teatro do Oprimido com outras formas alternativas de promoção de saúde mental pertencentes à Secretaria de Saúde; com o sistema matricial de gestão da saúde; e com outras secretarias.”</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><strong> </strong></p>
<p>2ª Mostra Teatro do Oprimido na Saúde Mental &#8211; Encontros e Práticas em Guarulhos</p>
<p>Local: Teatro Adamastor . Endereço: Av. Monteiro Lobato 734, Centro, Guarulhos</p>
<p>Informações: (11) 2443-2168</p>
<p>Capacidade de público: 700 pessoas</p>
<p>Dias 14 e 15 de abril</p>
<p>Horário: 14 às 18h</p>
<p>Classificação indicativa: LIVRE</p>
<p>Ingressos GRÁTIS</p>
<p style="text-align: justify;">PROGRAMAÇÃO:</p>
<p style="text-align: justify;">Dia 14 DE ABRIL</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">14:00h – Abertura com palavras do Dr. Carlos Derman, secretário de saúde do município, e do sociólogo Geo Britto, coordenador nacional do Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental; na sequência haverá exibição de vídeo sobre o Projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">14:30h – Abertura da exposição e lançamento do livro A Estética do Oprimido, com palestra de Geo Britto, sociólogo e curinga do Centro de Teatro do Oprimido, a respeito da aplicação desta técnica no projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental.</p>
<p style="text-align: justify;">15:00h – Apresentação do espetáculo “Dança do Casamento” com o Grupo Mulheres em Ação, seguido de Teatro Legislativo. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: A peça conta a história real de uma mulher que sofre violência doméstica e quando resolve se separar do marido e procura ajuda legal, encontra um sistema despreparado. <span style="text-decoration: underline;">Sobre o Grupo</span>: Composto por profissionais e usuárias da saúde mental que fazem uso de psicotrópicos, com idades de 18 a 60 anos, moradoras do Distrito Dutra Trabalhadores, o grupo foi criado por Gilmara Azenha, assistente social e multiplicadora do Teatro do Oprimido, para atender em grupo os casos de mulheres com transtorno mental da região.</p>
<p>17:30h – Coquetel</p>
<p>Dia 15 DE ABRIL<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">14:00h – Abertura com fala dos multiplicadores do Teatro do Oprimido de Guarulhos, seguido de exibição de vídeo da Saúde Mental</p>
<p style="text-align: justify;">14:30h – Apresentação de espetáculo “Princesinha do Papai” com o Grupo Primavera, seguido de Teatro-Fórum. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: A peça conta a história real de uma adolescente que tem dificuldade de travar um diálogo familiar sobre sexualidade e acaba engravidando, o que piora muito sua relação em casa. <span style="text-decoration: underline;">Sobre o Grupo</span>: Composto por agentes comunitárias de saúde do município com idades de 25  a 60 anos, moradoras do Jardim Primavera, o grupo foi criado por Rozália Martinha Rocha e Valéria Forte, agentes de saúde e multiplicadoras do Teatro do Oprimido, para debater temas pertinentes ao atendimento que realizam na região.</p>
<p style="text-align: justify;">16:00h – Apresentação de espetáculo “E agora Ritinha?” com o Grupo Belvedere, seguido de Teatro-Fórum. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: A peça conta a história real de uma relação familiar extremamente conturbada, onde uma adolescente de 16 anos sofre opressão psicológica e violência física do padrasto e de sua própria mãe. <span style="text-decoration: underline;">Sobre o Grupo</span>: Composto por agentes comunitárias de saúde do município com idades de 25 a 60 anos, moradoras da região Cantareira, o grupo foi criado por Márcia Creuza da Silva e Karina Aparecida dos Santos, agentes de saúde e multiplicadoras do Teatro do Oprimido, para discutir temas pertinentes ao atendimento que realizam no município.</p>
<p><strong>ATENDIMENTO À IMPRENSA</strong></p>
<p>Ney Motta | Centro de Teatro do Oprimido<br />
assessor de comunicação<br />
(21) 2539-2873 e 8718-1965</p>
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		<title>Madalena na Luta – Entrevista com Ízide Fregnani</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 14:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De 13 a 16 de abril acontece em Florianópolis a oficina Madalena na Luta, uma iniciativa de Ízide Fregnani, multiplicadora do Teatro do Oprimido, com apoio do Sintrafesc e da CUT SC. O evento está alinhado ao Laboratório Madalena, uma experiência cênica voltada para mulheres empenhadas em investigar as especificidades das opressões enfrentadas pelas mulheres [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/04/imagem-CONVITE-APRESENTACAO-Madalena.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1279" title="Convite Madalena na Luta" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/04/imagem-CONVITE-APRESENTACAO-Madalena-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>De 13 a 16 de abril acontece em Florianópolis a oficina Madalena na Luta, uma iniciativa de Ízide Fregnani, multiplicadora do Teatro do Oprimido, com apoio do Sintrafesc e da CUT SC. O evento está alinhado ao Laboratório Madalena, uma experiência cênica voltada para mulheres empenhadas em investigar as especificidades das opressões enfrentadas pelas mulheres e em atuar para a criação de medidas efetivas que contribuam para a superação dessas opressões e para a igualdade dos gêneros, que está em andamento em cidades brasileiras mais três países da África lusófona. A ideia da oficina surgiu após a participação da multiplicadora no Laboratório Madalena, ocorrido em fevereiro na Caixa Cultural RJ. Por e-mail, Ízide Fregnani conversou com o editor do Portal CTO a respeito do que a impulsionou para a realização deste evento. <span id="more-1278"></span>A seguir, trechos da entrevista.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Portal CTO </strong>– O significou para a senhora participar do Laboratório Madalena, no Rio de Janeiro?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ízide Fregnani</strong> – Foi um evento muito importante e que veio ao encontro das minhas atividades profissionais, principalmente para fortalecer a opção em desenvolver atividades com a estética do oprimido. Acredito cada vez mais que, para efetivar projetos de educação popular, o instrumental proporcionado pelo Teatro do Oprimido, é de um potencial imenso. Pois a ação passa pela apropriação dos sujeitos de sua condição de produtores de cultura, ou seja, passa por dentro de suas histórias e a partir daí, encontramos a história da sociedade, a coletividade&#8230; e aí, há a esperança da transformação social! Por isso quero me aprofundar cada vez mais no Teatro do Oprimido! E com o Laboratório Madalena uniu a metodologia com a temática da mulher/gênero de uma forma brilhante. Como desenvolvo atividades de educação popular no meio sindical (Ízide é formadora sindical), eu lido com a temática das relações de gênero/mulher, e precisava de um instrumental que possibilitasse o trabalho com as mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Portal CTO</strong> – O que impulsionou a senhora a promover a oficina Madalena na Luta em Santa Catarina?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ízide Fregnani</strong> – Havia uma lacuna num trabalho já existente: o coletivo de cultura, gênero, raça/etnias do sindicato onde trabalho (Sintrafesc), porém é ainda, um grupo desarticulado, e também há o coletivo de gênero da CUT estadual. Ou seja, já existe um grupo de mulheres “metidas” com a política, e que são dirigentes sindicais ou de movimentos populares de Santa Catarina, isso me “impulsionou” a apresentar essa proposta do Laboratório Madalena, do CTO (Centro de Teatro do Oprimido). Elas adoraram a idéia e embarcaram na proposta. O que me motiva, também, é a possibilidade da continuidade, daí já é mais um “ponto” nesse “conto”&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Portal CTO</strong> – Quem participa da oficina?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ízide Fregnani</strong> – Mulheres oriundas dos movimentos sociais de Santa Catarina.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Portal CTO</strong> – Quais as expectativas para este evento?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ízide Fregnani</strong> – IMENSAS!! Trabalhar com a educação, com o tema (relações de gênero/mulher) e principalmente com o instrumental metodológico do Teatro do Oprimido é muito gratificante. Eu vou provocar, no grupo aqui, o questionamento sobre a continuidade&#8230; como poderá ser? Que “invenções” de continuidades poderemos encaminhar para esse grupo de mulheres, que lida com a temática, que está na batalha? Assim posso me incluir nessas possibilidades de construções coletivas. E tudo isso proporcionado pelas “sementes” do Laboratório Madalena.</p>
<p style="text-align: justify;">Contemplado com o <em>Prêmio Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura</em>, com patrocínio do Ministério da Cultura por intermédio da Funarte, o Laboratório Madalena é uma iniciativa da diretora italiana Alessandra Vannucci e integra a residência artística da diretora no Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o evento Madalena na Luta integra o Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto, com patrocínio do Ministério da Cultura por intermédio do Programa Cultura Viva, e  acontece na Escola Sul da CUT com a presença de Claudete Félix, curinga do Centro de Teatro do Oprimido. A Escola fica na Av. José Boiteux 4.810, Ponta das Canas, Florianópolis. Na noite do dia 16 de abril acontecerá um evento público a partir das 18h, no Centro de Aertes da UDESC, com apresentação de uma peça teatral com os resultados alcançados durante a oficina.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mais informações a respeito da oficina Madalena na Luta, os interessados devem ligar para (48) 3261-4000.</p>
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