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	<title>centro de teatro do oprimido &#187; gênero</title>
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	<description>&#34;Ser cidadão não é viver em sociedade, é transformá-la.&#34; Augusto Boal</description>
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		<title>Madalena na Luta – Entrevista com Ízide Fregnani</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 14:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De 13 a 16 de abril acontece em Florianópolis a oficina Madalena na Luta, uma iniciativa de Ízide Fregnani, multiplicadora do Teatro do Oprimido, com apoio do Sintrafesc e da CUT SC. O evento está alinhado ao Laboratório Madalena, uma experiência cênica voltada para mulheres empenhadas em investigar as especificidades das opressões enfrentadas pelas mulheres [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/04/imagem-CONVITE-APRESENTACAO-Madalena.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1279" title="Convite Madalena na Luta" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/04/imagem-CONVITE-APRESENTACAO-Madalena-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>De 13 a 16 de abril acontece em Florianópolis a oficina Madalena na Luta, uma iniciativa de Ízide Fregnani, multiplicadora do Teatro do Oprimido, com apoio do Sintrafesc e da CUT SC. O evento está alinhado ao Laboratório Madalena, uma experiência cênica voltada para mulheres empenhadas em investigar as especificidades das opressões enfrentadas pelas mulheres e em atuar para a criação de medidas efetivas que contribuam para a superação dessas opressões e para a igualdade dos gêneros, que está em andamento em cidades brasileiras mais três países da África lusófona. A ideia da oficina surgiu após a participação da multiplicadora no Laboratório Madalena, ocorrido em fevereiro na Caixa Cultural RJ. Por e-mail, Ízide Fregnani conversou com o editor do Portal CTO a respeito do que a impulsionou para a realização deste evento. <span id="more-1278"></span>A seguir, trechos da entrevista.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Portal CTO </strong>– O significou para a senhora participar do Laboratório Madalena, no Rio de Janeiro?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ízide Fregnani</strong> – Foi um evento muito importante e que veio ao encontro das minhas atividades profissionais, principalmente para fortalecer a opção em desenvolver atividades com a estética do oprimido. Acredito cada vez mais que, para efetivar projetos de educação popular, o instrumental proporcionado pelo Teatro do Oprimido, é de um potencial imenso. Pois a ação passa pela apropriação dos sujeitos de sua condição de produtores de cultura, ou seja, passa por dentro de suas histórias e a partir daí, encontramos a história da sociedade, a coletividade&#8230; e aí, há a esperança da transformação social! Por isso quero me aprofundar cada vez mais no Teatro do Oprimido! E com o Laboratório Madalena uniu a metodologia com a temática da mulher/gênero de uma forma brilhante. Como desenvolvo atividades de educação popular no meio sindical (Ízide é formadora sindical), eu lido com a temática das relações de gênero/mulher, e precisava de um instrumental que possibilitasse o trabalho com as mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Portal CTO</strong> – O que impulsionou a senhora a promover a oficina Madalena na Luta em Santa Catarina?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ízide Fregnani</strong> – Havia uma lacuna num trabalho já existente: o coletivo de cultura, gênero, raça/etnias do sindicato onde trabalho (Sintrafesc), porém é ainda, um grupo desarticulado, e também há o coletivo de gênero da CUT estadual. Ou seja, já existe um grupo de mulheres “metidas” com a política, e que são dirigentes sindicais ou de movimentos populares de Santa Catarina, isso me “impulsionou” a apresentar essa proposta do Laboratório Madalena, do CTO (Centro de Teatro do Oprimido). Elas adoraram a idéia e embarcaram na proposta. O que me motiva, também, é a possibilidade da continuidade, daí já é mais um “ponto” nesse “conto”&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Portal CTO</strong> – Quem participa da oficina?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ízide Fregnani</strong> – Mulheres oriundas dos movimentos sociais de Santa Catarina.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Portal CTO</strong> – Quais as expectativas para este evento?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ízide Fregnani</strong> – IMENSAS!! Trabalhar com a educação, com o tema (relações de gênero/mulher) e principalmente com o instrumental metodológico do Teatro do Oprimido é muito gratificante. Eu vou provocar, no grupo aqui, o questionamento sobre a continuidade&#8230; como poderá ser? Que “invenções” de continuidades poderemos encaminhar para esse grupo de mulheres, que lida com a temática, que está na batalha? Assim posso me incluir nessas possibilidades de construções coletivas. E tudo isso proporcionado pelas “sementes” do Laboratório Madalena.</p>
<p style="text-align: justify;">Contemplado com o <em>Prêmio Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura</em>, com patrocínio do Ministério da Cultura por intermédio da Funarte, o Laboratório Madalena é uma iniciativa da diretora italiana Alessandra Vannucci e integra a residência artística da diretora no Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o evento Madalena na Luta integra o Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto, com patrocínio do Ministério da Cultura por intermédio do Programa Cultura Viva, e  acontece na Escola Sul da CUT com a presença de Claudete Félix, curinga do Centro de Teatro do Oprimido. A Escola fica na Av. José Boiteux 4.810, Ponta das Canas, Florianópolis. Na noite do dia 16 de abril acontecerá um evento público a partir das 18h, no Centro de Aertes da UDESC, com apresentação de uma peça teatral com os resultados alcançados durante a oficina.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mais informações a respeito da oficina Madalena na Luta, os interessados devem ligar para (48) 3261-4000.</p>
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		<title>Madalena, o teatro das oprimidas</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 11:03:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<category><![CDATA[gênero]]></category>
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		<category><![CDATA[sociedade midiática]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro do Oprimido]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>

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		<description><![CDATA[Acontecendo no Brasil, além de Guiné-Bissau e Moçambique, países da África lusófona, de dezembro de 2009 até abril de 2010, o ‘Laboratório Madalena’ é uma experiência cênica voltada para mulheres empenhadas em investigar as especificidades das opressões enfrentadas pelas mulheres e mesmo as suas próprias alienações, e em atuar para a criação de medidas efetivas que contribuam para a superação dessas opressões e para a igualdade dos gêneros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/01/logomarca-madalena.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1016" title="logomarca Madalena, teatro das oprimidas" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/01/logomarca-madalena-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Acontecendo no Brasil (Ceará e Rio de Janeiro), além de Guiné-Bissau e Moçambique, países da África lusófona, de dezembro de 2009 até maio de 2010, o ‘Laboratório Madalena’ é uma experiência cênica voltada para mulheres empenhadas em investigar as especificidades das opressões enfrentadas pelas mulheres e mesmo as suas próprias alienações, e em atuar para a criação de medidas efetivas que contribuam para a superação dessas opressões e para a igualdade dos gêneros. Contemplado com o Prêmio Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura (Minc/Funarte), o Laboratório Madalena integra a residência artística da diretora italiana Alessandra Vannucci no Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto¹.<span id="more-986"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A experiência busca percursos de expressões estéticas e narrativas a partir do corpo feminino. Esse corpo que ao longo dos séculos permaneceu escondido, protegido e oprimido pelo corpo masculino, e hoje parece protagonizar, como objeto e sujeito, a ribalta de nossa sociedade midiática. O corpo da mulher despido, exibido, sensual, trivial, reinventado, prostituído, espremido e despedaçado nos outdoors, nas páginas das revistas, nas passarelas da moda e do samba, é o melhor veículo para venda de qualquer produto. É no corpo feminino que se trava hoje, mais do que no masculino, o embate entre os hábitos ancestrais e a defesa dos direitos humanos fundamentais. Essa condição comporta ilusões, feridas, contradições e uma busca urgente de significados.</p>
<p style="text-align: justify;">O ponto de partida para o Laboratório Madalena ocorreu em dezembro de 2009 com duas oficinas, sendo uma delas composta por um grupo de trabalhadoras domésticas nordestinas. A partir de janeiro de 2010, pelo menos quatro laboratórios estão confirmados para ocorrer: no Ceará, Rio de Janeiro, além de Guiné-Bissau e Moçambique, países da África lusófona. As produções artísticas resultantes (peças, performances, esculturas, pinturas, instalações, poesias etc) circularão localmente, estimulando a discussão pública a respeito das opressões e violência contra o corpo da mulher, mesmo em tempos de revolução de hábitos e vivências e da emancipação da mulher em diversos contextos sociais. Em maio, acontecerá no Rio de Janeiro a Mostra “Madalena ocupa a Lapa”, com apresentação e exposição dessas produções artísticas e mesas de discussão sobre o tema. A experiência será registrada no ‘documentário Madalena’ e publicada na Revista Metaxis.</p>
<p style="text-align: justify;">As experiências cênicas do Laboratório Madalena estão sendo desenvolvidas por Alessandra Vannucci e Bárbara Santos. Alessandra realiza pesquisa sobre arte e violência contra a mulher, investigando o tema do corpo feminino neste começo de terceiro milênio, suas revoluções, mutações, expectativas, seduções, obsessões e opressões. Bárbara Santos é socióloga e curinga² do Centro de Teatro do Oprimido, onde coordena o Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto, possuindo larga experiência na formação de grupos populares no Brasil e na África, além de coordenar de programas de formação.</p>
<p style="text-align: justify;">O Laboratório Madalena é uma iniciativa da diretora Alessandra Vannucci (Prêmio Shell 2006 com “A Descoberta das Américas”, eleito Melhor Espetáculo de 2006 pelo Jornal O Globo; e Prêmio Arlecchino d’Oro 2007 com “Arlecchino all’inferno”) com realização do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">¹ Projeto realizado pelo Centro de Teatro do Oprimido com patrocínio do Ministério da Cultura por intermédio do Programa Cultura Viva.</p>
<p style="text-align: justify;">² Artista com função pedagógica, praticante, estudioso(a) e pesquisador(a) do Teatro do Oprimido, um(a) especialista em constante processo de formação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ONDE ACONTECE</strong></p>
<p style="text-align: justify;">‘<span style="text-decoration: underline;">Laboratório Madalena’,</span><span style="text-decoration: underline;"> no CEARÁ</span> &lt;&lt; JÁ REALIZADO &gt;&gt;</p>
<p style="text-align: justify;">11 a 15 de janeiro – SESC Crato. Rua André Cartaxo 443, Crato. Tel. (88) 3523-4444</p>
<p style="text-align: justify;">Ao término deste Laboratório aconteceram apresentações públicas das produções artísticas resultantes dos trabalhos no Laboratório (peças, performances, esculturas, pinturas, instalações, poesias etc), nas cidades: Crato (15/1), Juazeiro do Norte (16/1) e Fortaleza (17/1).</p>
<p style="text-align: justify;">‘<span style="text-decoration: underline;">Laboratório Madalena’,</span><span style="text-decoration: underline;"> no RIO DE JANEIRO</span></p>
<p style="text-align: justify;">2 a 6 de fevereiro – Caixa Cultural &#8211; Teatro Nelson Rodrigues (Grande Galeria). Av. República do Chile 230, Centro, das 15 as 20h.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 6 de fevereiro às 20h, acontece apresentação pública das produções artísticas resultantes (peças, performances, esculturas, pinturas, instalações, poesias etc), seguido de painel de discussão do tema apresentado. Ingressos GRÁTIS.</p>
<p style="text-align: justify;">‘<span style="text-decoration: underline;">Laboratório Madalena’,</span><span style="text-decoration: underline;"> em GUINÉ-BISSAU</span></p>
<p style="text-align: justify;">1 a 6 de março – Comunidade de Varela, San Domingo</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 6 de março às 18h, acontece apresentação pública das produções artísticas (teatro, escultura, pintura, textos etc) resultantes do trabalho na cidade. Ingressos GRÁTIS.</p>
<p style="text-align: justify;">‘<span style="text-decoration: underline;">Laboratório Madalena’,</span><span style="text-decoration: underline;"> em MOÇAMBIQUE</span></p>
<p style="text-align: justify;">26 a 30 de abril – Mercado público de Maputo</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 1° de maio às 14h, acontece apresentação pública das produções artísticas (teatro, escultura, pintura, textos etc) resultantes do trabalho na cidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Mostra “Madalena ocupa a Lapa</span>”</p>
<p style="text-align: justify;">28 de Maio – Largo da Lapa, Rio de Janeiro</p>
<p style="text-align: justify;">O evento gratuito acontece em praça pública a partir das 15h. No programa:</p>
<p style="text-align: justify;">Madalena Debate – lona de discussão sobre a situação da mulher na sociedade atual;</p>
<p style="text-align: justify;">Madalena Expõe – exposição das produções artísticas resultantes dos laboratórios do Brasil e da África;</p>
<p style="text-align: justify;">Madalena Canta – show musical comandado por mulheres;</p>
<p style="text-align: justify;">Madalena Encena – apresentação das cenas produzidas nos laboratórios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>COMO PARTICIPAR</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As mulheres interessadas em participar dos laboratórios devem acessar o site <a href="http://www.cto.org.br/">www.cto.org.br</a>, baixar a ficha de inscrição e enviá-la para o e-mail do Centro de Teatro do Oprimido <a href="mailto:contato@ctorio.org.br">contato@ctorio.org.br</a>. A participação é gratuita, mas é necessário inscrever-se com antecedência. Vagas limitadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ATENDIMENTO À IMPRENSA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ney Motta | Centro de Teatro do Oprimido<br />
Assessoria de Comunicação<br />
(21) 2539-2873 e 8718-1965<br />
<a href="mailto:neymotta@ctorio.org.br">neymotta@ctorio.org.br</a></p>
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