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	<title>centro de teatro do oprimido &#187; Saúde Mental</title>
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	<description>&#34;Ser cidadão não é viver em sociedade, é transformá-la.&#34; Augusto Boal</description>
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		<title>Brasília: CTO na IV Conferencia Nacional de Saúde Mental</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 22:12:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De 27 junho a 01 de julho, em Brasília, DF, acontece no Centro de Convenções Ulisses Guimarães a IV Conferência Nacional de Saúde Mental que tem como tema a Intersetorialidade. O Centro de Teatro do Oprimido fará parte das atividades através das experiências do Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental. Patrocinado pelo Ministério da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De 27 junho a 01 de julho, em Brasília, DF, acontece no Centro de Convenções Ulisses Guimarães a IV Conferência Nacional de Saúde Mental que tem como tema a Intersetorialidade. O Centro de Teatro do Oprimido fará parte das atividades através das experiências do Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental. <span id="more-1405"></span>Patrocinado pelo Ministério da Saúde, por intermédio da Coordenação Nacional de Saúde e a Embaixada do Canadá, o Projeto tem por objetivo a capacitação e acompanhamento de profissionais da saúde de Sergipe, Rio de Janeiro e São Paulo, nas técnicas do Teatro do Oprimido, levando a transformações políticas e uma relação mais humana entre os pacientes, seus familiares e estes profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">A parceria estabelecida há cinco anos entre o Centro de Teatro do Oprimido (www.cto.org.br) e o Ministério da Saúde, tem levado a transformações políticas e a uma relação mais humana entre os pacientes, seus familiares, estes profissionais e a sociedade. Mais de 250 profissionais foram capacitados e estão aplicando as técnicas do Teatro do Oprimido em hospitais e Centros de Atenção Psicossociais (CAPS). Desde que o teatro entrou na vida dessas pessoas os períodos de depressão diminuíram, a adesão ao tratamento aumentou e a vontade de viver ressurgiu.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 29 de junho o sociólogo e coordenador do Projeto, Geo Britto, participa da mesa de debate “Painel Cultura” com TTCatalao, sec de cidadania cultural, as 17:30h as 19h:  e no mesmo dia as 19h: Apresentação Grupo Cuidando do Cuidador na UNB.  Paralelo a Conferência, no dia 30, o grupo Cuidando do cuidador  inicia a temporada brasiliense de apresentações com a peça de Teatro – Fórum “A Família de Todos os santos”, no Teatro do Campus da Universidade Nacional de Brasília –UnB -, às 10h da manhã. Ainda no dia 30, na Tenda Austregésilo Carrano, às 12:30h, acontece oficina demonstrativa de Teatro do Oprimido ministrada por Monique Rodrigues e Alessandro Conceição, curingas do Projeto. Finalizando as atividades do CTO, no dia 30 haverá, às 19h, no auditório do Centro de Convenções, a apresentação da cena de Teatro-Fórum “A família de todos os Santos” com o Grupo Cuidando do Cuidador. A peça conta a história de Gerusa que é atendida por uma cunhada, até que a irmã reivindica a sua guarda por pensar que ela está recebendo benefício do INSS. O grupo Cuidando do Cuidador existe há um ano e é formado por familiares, usuários e técnicos do Caps Senador Renildo Santana, em Itabaianinha/SE.</p>
<p style="text-align: right;">Texto: Monique Rodrigues</p>
<p style="text-align: right;">Edição: Ney Motta</p>
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		<title>Aracaju: Mostra de teatro do oprimido integra Semana da Luta Antimanicomial</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 19:01:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acontece nos dias 19 e 20 de maio de 2010, no Auditório da Biblioteca Pública Epifânio Dória, a “Mostra Aracaju de Teatro do Oprimido na Saúde Mental” que vai apresentar peças de Teatro-Fórum, criadas pelos grupos de Teatro do Oprimido – cujos atores e atrizes são usuários da saúde mental – formados desde novembro de 2008 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/05/Produto-da-Estética-do-Oprimido-001.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1375" title="Produto artístico da Estética do Oprimido" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/05/Produto-da-Estética-do-Oprimido-001-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Acontece nos dias 19 e 20 de maio de 2010, no Auditório da Biblioteca Pública Epifânio Dória, a “Mostra Aracaju de Teatro do Oprimido na Saúde Mental” que vai apresentar peças de Teatro-Fórum, criadas pelos grupos de Teatro do Oprimido – cujos atores e atrizes são usuários da saúde mental – formados desde novembro de 2008 pelos profissionais da saúde de Sergipe, por intermédio da capacitação que vem recebendo até hoje pelos de curingas do Centro de Teatro do Oprimido na metodologia criada pelo teatrólogo e ensaísta Augusto Boal, que pouco antes de morrer (em maio de 2009) foi nomeado embaixador mundial do teatro pela UNESCO. O evento, que integra a Semana da Luta Antimanicomial realizada pela Secretaria de Saúde de Aracaju, conta ainda com: uma exposição da Estética do Oprimido, composta por produtos artísticos feitos pelos usuários da saúde mental e pelo Grupo Nova Imagem; sessão solene simbólica de Teatro Legislativo; lançamento do livro póstumo de Augusto Boal, <em>A Estética do Oprimido</em>; e o Encontro Estadual de Multiplicadores do Teatro do Oprimido, que acontece no CEPES. A classificação é livre e os ingressos são gratuitos.<span id="more-1374"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Nas peças de Teatro-Fórum, após cada apresentação, os espectadores são convidados a trocar de lugar com o protagonista para sugerir alternativas ao problema encenado. “O espectador (ou espect-ator) da sessão de Teatro-Fórum não é um consumidor do bem cultural, mas sim um ativo interlocutor que é convidado a assumir o papel do oprimido ou de seus aliados para interagir na ação dramática de maneira a apresentar alternativas para transformar a realidade – ser ator de sua própria vida”, diz a psicóloga Yara Toscano, curinga do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">Já na sessão solene simbólica de Teatro Legislativo, os espectadores, “além de fazer as intervenções substituindo o personagem oprimido, pode também sugerir propostas de Lei ou de ações concretas que tragam alternativas ao problema. Com o apoio de um assessor legislativo e um especialista no tema, serão selecionadas duas propostas para serem debatidas e votadas. As aprovadas serão encaminhadas ao Poder Legislativo ou às autoridades competentes. Através do Teatro Legislativo foram criadas 13 Leis Municipais na cidade do Rio de Janeiro, duas Leis Estaduais nesse estado e tramitam no Congresso Nacional dois Projetos de Lei”, diz Olivar Bendelak, curinga do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O teatro como ferramenta de transformação política e social</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A <em>Mostra Aracaju de Teatro do Oprimido na Saúde Mental</em> integra o <em>Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental</em><em> </em>cuja parceria estabelecida há cinco anos entre o Centro de Teatro do Oprimido (<a href="http://www.cto.org.br/">www.cto.org.br</a>) e o  (Ministério da Saúde, por intermédio da Coordenação Nacional de Saúde, para capacitação e acompanhamento de profissionais da área de saúde mental do SUS nas técnicas do Teatro do Oprimido, tem levado a transformações políticas e a uma relação mais humana entre os pacientes, seus familiares, estes profissionais e a sociedade. Mais de 250 profissionais foram (e continuam sendo) capacitados e estão aplicando as técnicas do Teatro do Oprimido em hospitais e centros de atenção psicossociais. Realizado pelo Centro de Teatro do Oprimido, em Aracaju o Projeto conta com o patrocínio da Secretaria Municipal de Saúde de Aracaju e do Centro de Educação Permanente em Saúde &#8211; CEPS.</p>
<p style="text-align: justify;">O sociólogo Geo Britto, coordenador do <em>Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental</em>, afirma que “desde que o teatro entrou na vida dessas pessoas os períodos de depressão diminuíram, a adesão ao tratamento aumentou e a vontade de viver ressurgiu.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SERVIÇO </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nome do evento: &#8220;Mostra Aracaju de Teatro do Oprimido na Saúde Mental&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Local: Auditório da Biblioteca Pública Epifânio Dória</p>
<p style="text-align: justify;">Endereço: Rua Dr. Leonardo Leite s/n°, 13 de Julho</p>
<p style="text-align: justify;">Tels: 3179-1907 e 3179-1935</p>
<p style="text-align: justify;">Capacidade de público: 180 pessoas</p>
<p style="text-align: justify;">Dias 19 e 20 de maio</p>
<p style="text-align: justify;">Horário: 14 às 17h</p>
<p style="text-align: justify;">Classificação indicativa: LIVRE</p>
<p style="text-align: justify;">ENTRADA FRANCA</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>19 de maio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">14h – Abertura da exposição Estética do Oprimido</p>
<p style="text-align: justify;">14:30h – Exibição do vídeo Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental; lançamento do livro póstumo de Augusto Boal, <em>A Estética do Oprimido</em>; fala das curingas Monique Rodrigues e Cláudia Simone sobre Projeto em Sergipe.</p>
<p style="text-align: justify;">15h – Apresentação da peça de Teatro-Fórum “Fora Preconceito” com o grupo Dilemas da Vida. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: Amélia possui grande desejo de ser pintora, mas ao tentar se matricular na Escola de Artes da cidade é surpreendida pelo preconceito do professor que a impede de entrar no curso quando descobre que ela é “maluca”. <span style="text-decoration: underline;">Sobre o Grupo</span>: O grupo Dilemas da Vida existe há um ano e é formado por usuários do Caps Liberdade.</p>
<p style="text-align: justify;">15:30h – Teatro Legislativo</p>
<p style="text-align: justify;">17h – Encerramento</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>20 de maio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">14h – Abertura Musical</p>
<p style="text-align: justify;">14:30h – Apresentação da Sinestesia do Poema com o Grupo Nova Imagem</p>
<p style="text-align: justify;">15h – Fala do gestor da Secretaria Municipal de Saúde de Aracaju, multiplicadores, usuários e familiares</p>
<p style="text-align: justify;">15:30 – Apresentação cena de Teatro-Fórum “A Família de Todos os Santos” com o Grupo Cuidando do Cuidador. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: Abandonada pela família Gerusa é atendida por uma cunhada, até que a irmã reivindica a sua guarda por pensar que ela está recebendo benefício do INSS. <span style="text-decoration: underline;">Sobre o grupo</span>: O grupo Cuidando do Cuidador existe há um ano e é formado por familiares, usuários e técnicos do Caps Senador Renildo Santana, em Itabaianinha/SE.</p>
<p style="text-align: justify;">17h – Encerramento Musical</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>21 de maio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Encontro Estadual de Multiplicadores de Teatro do Oprimido (restrito aos praticantes), no Centro de Educação Permanente em Saúde – CEPES.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ATENDIMENTO À IMPRENSA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ney Motta | Centro de Teatro do Oprimido<br />
assessor de comunicação<br />
(21) 2539-2873 e 8718-1965</p>
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		<title>Encontros e práticas em Sergipe</title>
		<link>http://ctorio.org.br/novosite/2010/04/encontros-e-praticas-em-sergipe/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 20:41:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acontece no dia 30 de abril, a mostra “Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto – Encontros e Práticas em Sergipe”, quando multiplicadores e praticantes do método criado pelo teatrólogo Augusto Boal se reúnem para discutir seus saberes e práticas. Na ocasião o público vai assistir peça teatral, encenada por um dos grupos de Teatro do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/04/GTO-Dilemas-da-Vida-003.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1306" title="Grupo Dilemas da Vida" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/04/GTO-Dilemas-da-Vida-003-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Acontece no dia 30 de abril, a mostra “Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto – Encontros e Práticas em Sergipe”, quando multiplicadores e praticantes do método criado pelo teatrólogo Augusto Boal se reúnem para discutir seus saberes e práticas. Na ocasião o público vai assistir peça teatral, encenada por um dos grupos de Teatro do Oprimido de Sergipe. Ao final da apresentação alguns dos espectadores serão convidados a subir no palco e, trocando de lugar com o protagonista, mostrar alternativas aos problemas encenados. Nas peças os atores encenam <em>episódios da vida como ela é</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">A programação do evento conta ainda com o lançamento do livro póstumo de Augusto Boal,<span id="more-1305"></span> A Estética do Oprimido, considerado o testamento artístico do teatrólogo e ensaísta, que antes de falecer foi nomeado embaixador mundial do teatro pela Unesco; uma exposição de produtos artísticos produzidos pelos grupos locais, palestras, exibição de um curta metragem. No dia anterior ao evento público, os praticantes do Teatro do Oprimido em Aracaju participam de uma oficina teórica e prática sobre a Estética do Oprimido, ministrada pelos curingas do Centro de Teatro do Oprimido</p>
<p style="text-align: justify;">“O espectador (ou espect-ator) da sessão de Teatro-Fórum não é um consumidor do bem cultural, mas sim um ativo interlocutor que é convidado a assumir o papel do oprimido ou de seus aliados para interagir na ação dramática de maneira a apresentar alternativas para transformar a realidade – <em>ser ator de sua própria vida</em>”, diz <strong>Monique Rodrigues</strong>, curinga do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">As atividades integram o <em>Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto</em>, realizado pelo Centro de Teatro do Oprimido (<a href="http://www.cto.org.br/">www.cto.org.br</a>) com patrocínio do Ministério da Cultura, por intermédio do Programa Cultura Viva, cujo objetivo é a capacitação e acompanhamento de novos multiplicadores do método Teatro do Oprimido em 18 estados brasileiros e 4 países da África lusófona: Moçambique, Guiné-Bissau, Senegal e Angola.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto &#8211; Encontros e Práticas em Sergipe</p>
<p style="text-align: justify;">Auditório da Biblioteca Pública Epifânio Dória</p>
<p style="text-align: justify;">Endereço: Rua Dr. Leonardo Leite s/n°, 13 de Julho &#8211; Aracaju</p>
<p style="text-align: justify;">Informações: (79) 3179-1907 ou 3179-1935</p>
<p style="text-align: justify;">Capacidade de público: 200 pessoas</p>
<p style="text-align: justify;">Dia 30 de abril</p>
<p style="text-align: justify;">Horário: 17 às 21h</p>
<p style="text-align: justify;">Classificação indicativa: LIVRE</p>
<p style="text-align: justify;">ENTRADA FRANCA</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">17:00h – Abertura da exposição A Estética do Oprimido</p>
<p style="text-align: justify;">18:00h – Abertura do evento com palavra de Monique Rodrigues, curinga do Centro de Teatro do Oprimido, seguido de exibição de curta metragem sobre as atividades do Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto no Brasil e na África lusófona.</p>
<p style="text-align: justify;">18:30h – Lançamento do livro A Estética do Oprimido, com palestra de Geo Britto, sociólogo e curinga do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">19:00h – Apresentação de Sinestesia do Poema com o Grupo Nova Imagem.</p>
<p style="text-align: justify;">19:30h – Apresentação do espetáculo de Teatro-Fórum “Fora Preconceito”, com o grupo Dilemas da Vida. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: Amélia é usuária da saúde mental e que possui grande desejo de ser pintora. Ao tentar se matricular na Escola de Artes é surpreendida pelo preconceito de professor da escola, que a impede de entrar no curso. <span style="text-decoration: underline;">Sobre o Grupo</span>: O grupo Dilemas da Vida é formado por usuários do Caps Liberdade.</p>
<p style="text-align: justify;">20:30h – Coquetel</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
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		<title>Teatro Adamastor recebe 2ª Mostra de Teatro do Oprimido</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 13:20:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acontece nos dias 14 e 15 de abril, no palco do Teatro Adamastor, a 2ª Mostra Teatro do Oprimido na Saúde Mental &#8211; Encontros e Práticas em Guarulhos, quando multiplicadores da metodologia criada pelo teatrólogo Augusto Boal se reúnem para discutir seus saberes e práticas realizadas na cidade desde 2006. Nestes dias serão apresentadas peças teatrais com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/04/Foto-Márcio-Lino_Teatro-do-Oprimido-62.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1284" title="foto de Márcio Lino" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/04/Foto-Márcio-Lino_Teatro-do-Oprimido-62-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Acontece nos dias 14 e 15 de abril, no palco do Teatro Adamastor, a 2ª <em>Mostra Teatro do Oprimido na Saúde Mental &#8211; Encontros e Práticas em Guarulhos</em>, quando multiplicadores da metodologia criada pelo teatrólogo Augusto Boal se reúnem para discutir seus saberes e práticas realizadas na cidade desde 2006. Nestes dias serão apresentadas peças teatrais com atuação de grupos de Guarulhos, ao final de cada apresentação alguns dos espectadores presentes serão convidados a subir ao palco e, trocando de lugar com o protagonista, mostrar alternativas aos problemas encenados. Nas peças os atores encenam episódios da vida real de pessoas e suas relações com a sociedade.<span id="more-1283"></span></p>
<p style="text-align: justify;">“O espectador (ou espect-ator) da sessão de Teatro-Fórum não é um consumidor do bem cultural, mas sim um ativo interlocutor que é convidado a assumir o papel do oprimido ou de seus aliados para interagir na ação dramática de maneira a apresentar alternativas para transformar a realidade – ser ator de sua própria vida”, diz a psicóloga <strong>Yara Toscano</strong><strong> </strong>, curinga do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a Mostra acontece ainda: o lançamento do livro póstumo do teatrólogo e ensaísta <strong>Augusto Boal</strong>, A Estética do Oprimido, considerado o testamento artístico do autor; exposição de produtos artísticos produzidos pelos grupos locais; palestras; exibição de um curta metragem; e a sessão solene simbólica de Teatro Legislativo a partir da cena Dança do Casamento.</p>
<p style="text-align: justify;">“Na sessão de Teatro Legislativo, a platéia, além de fazer as intervenções substituindo o personagem oprimido, pode também sugerir propostas de Lei ou de ações concretas que tragam alternativas ao problema. Com o apoio de um assessor legislativo e um especialista no tema, serão selecionadas duas propostas para serem debatidas e votadas. As aprovadas serão encaminhadas ao Poder Legislativo ou às autoridades competentes. Através do Teatro Legislativo foram criadas 13 Leis Municipais na cidade do Rio de Janeiro, duas Leis Estaduais nesse estado e tramitam no Congresso Nacional dois Projetos de Lei”, afirma Yara.</p>
<p style="text-align: justify;">A Mostra integra o <em>Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental</em> cujo objetivo é a capacitação e acompanhamento de profissionais da saúde de São Paulo, Rio de Janeiro e Sergipe, nas técnicas do Teatro do Oprimido, levando a transformações políticas e uma relação mais humana entre os pacientes, seus familiares e estes profissionais. O Projeto patrocinado pelo <strong>Ministério da Saúde</strong>, por intermédio da <strong>Coordenação Nacional de Saúde</strong>, é uma realização do <strong>Centro de Teatro do Oprimido</strong> em parceira com a <strong>Prefeitura de Guarulhos</strong>, por intermédio da <strong>Secretaria Municipal de Saúde</strong>, e apoio da <strong>Pfizer</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">“De atividades como esta surgiu na cidade de Guarulhos o <em>Núcleo de Saúde e Cultura Augusto Boal</em>, idealizado pelos profissionais da saúde para ser um espaço intersetorial que articule a produção artística dos usuários e dos profissionais da saúde do município, propondo ações conjuntas com a participação da comunidade”, informa o sociólogo <strong>Geo Britto</strong>, coordenador nacional do <em>Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental</em>.</p>
<p><strong>O TEATRO DO OPRIMIDO NA CIDADE DE GUARULHOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Supervisora do <em>Projeto de Teatro do Oprimido na Saúde Mental</em> na cidade de Guarulhos, a psicóloga <strong>Yara Toscano</strong>, concedeu depoimento ao Portal CTO a respeito dos quatro anos Projeto na cidade:</p>
<p style="text-align: justify;">“Em Guarulhos o Projeto inicia-se em 2006 em 4 unidades de saúde: CAPS II (Centro de Atenção Psicossocial II), Ambulatório da Criança, CAPS Tear e CAPS Álcool e Drogas; capacitando seus enfermeiros, terapeutas ocupacionais, psicólogos e assistentes sociais. Em 2007, duas cenas destacam-se e são apresentadas em praças públicas, teatros e unidades de saúde. Duas temáticas são amplamente debatidas: a da mulher com transtorno mental aprisionada em casa por seus familiares – fato muito mais comum do que podíamos imaginar; e a mulher anorexica que questiona os padrões de beleza de nossa sociedade moderna e os caminhos de tratamento para anorexia. Em 2008, 2009 e 2010, o Projeto estende-se para a Atenção Básica e mais profissionais de saúde são envolvidos: além dos já mencionados, incluíram-se agentes comunitários de saúde, atendentes do SUS e recepcionistas. A inclusão da Atenção Básica possibilita um novo alcance ao projeto e permite que trabalhadores da saúde, usuários e seus familiares possam discutir a temática da loucura, de outros temas relacionados à saúde mental e o próprio sistema de saúde nas unidades, criando alternativas para democratizar e humanizar o atendimento de saúde mental no Brasil. Além de aproximar os usuários dos profissionais, diminuindo o preconceito e fortalecendo o aprendizado de como interagir com pessoas com sofrimento psíquico. Nessa nova etapa, o Projeto capacitou mais de 50 profissionais, com encontros semestrais e mensais, possibilitando um processo de capacitação continuada. Mais de 25 unidades conheceram diretamente o Teatro do Oprimido e 17 grupos foram formados, atendendo a todas as faixas etárias. Parte desses grupos produziu peças de Teatro Fórum apresentadas mais de 50 vezes em diferentes locais em 2009 e 2010. Outra parte produziu obras da Estética do Oprimido – esculturas e quadros coletivos. Indiretamente, o Projeto atingiu mais de 3.500 pessoas. O CAPS Tear se projetou como o pólo irradiador da proposta, com seus usuários teatralizando cenas desde 2006 e apoiando os vários grupos existentes na cidade. As Peças criadas pela comunidade e profissionais de saúde nessa fase também abordaram em sua grande maioria a temática de gênero: mulheres oprimidas em hospitais psiquiátricos; oprimidas por uma gravidez indesejada; agredidas por seus “companheiros”; e exploradas e agredidas na infância. No momento, a equipe envolvida no trabalho, discute com interlocutores, coordenadores da Secretaria de Saúde a continuidade do Projeto, procurando articular o Teatro do Oprimido com outras formas alternativas de promoção de saúde mental pertencentes à Secretaria de Saúde; com o sistema matricial de gestão da saúde; e com outras secretarias.”</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><strong> </strong></p>
<p>2ª Mostra Teatro do Oprimido na Saúde Mental &#8211; Encontros e Práticas em Guarulhos</p>
<p>Local: Teatro Adamastor . Endereço: Av. Monteiro Lobato 734, Centro, Guarulhos</p>
<p>Informações: (11) 2443-2168</p>
<p>Capacidade de público: 700 pessoas</p>
<p>Dias 14 e 15 de abril</p>
<p>Horário: 14 às 18h</p>
<p>Classificação indicativa: LIVRE</p>
<p>Ingressos GRÁTIS</p>
<p style="text-align: justify;">PROGRAMAÇÃO:</p>
<p style="text-align: justify;">Dia 14 DE ABRIL</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">14:00h – Abertura com palavras do Dr. Carlos Derman, secretário de saúde do município, e do sociólogo Geo Britto, coordenador nacional do Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental; na sequência haverá exibição de vídeo sobre o Projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">14:30h – Abertura da exposição e lançamento do livro A Estética do Oprimido, com palestra de Geo Britto, sociólogo e curinga do Centro de Teatro do Oprimido, a respeito da aplicação desta técnica no projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental.</p>
<p style="text-align: justify;">15:00h – Apresentação do espetáculo “Dança do Casamento” com o Grupo Mulheres em Ação, seguido de Teatro Legislativo. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: A peça conta a história real de uma mulher que sofre violência doméstica e quando resolve se separar do marido e procura ajuda legal, encontra um sistema despreparado. <span style="text-decoration: underline;">Sobre o Grupo</span>: Composto por profissionais e usuárias da saúde mental que fazem uso de psicotrópicos, com idades de 18 a 60 anos, moradoras do Distrito Dutra Trabalhadores, o grupo foi criado por Gilmara Azenha, assistente social e multiplicadora do Teatro do Oprimido, para atender em grupo os casos de mulheres com transtorno mental da região.</p>
<p>17:30h – Coquetel</p>
<p>Dia 15 DE ABRIL<strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">14:00h – Abertura com fala dos multiplicadores do Teatro do Oprimido de Guarulhos, seguido de exibição de vídeo da Saúde Mental</p>
<p style="text-align: justify;">14:30h – Apresentação de espetáculo “Princesinha do Papai” com o Grupo Primavera, seguido de Teatro-Fórum. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: A peça conta a história real de uma adolescente que tem dificuldade de travar um diálogo familiar sobre sexualidade e acaba engravidando, o que piora muito sua relação em casa. <span style="text-decoration: underline;">Sobre o Grupo</span>: Composto por agentes comunitárias de saúde do município com idades de 25  a 60 anos, moradoras do Jardim Primavera, o grupo foi criado por Rozália Martinha Rocha e Valéria Forte, agentes de saúde e multiplicadoras do Teatro do Oprimido, para debater temas pertinentes ao atendimento que realizam na região.</p>
<p style="text-align: justify;">16:00h – Apresentação de espetáculo “E agora Ritinha?” com o Grupo Belvedere, seguido de Teatro-Fórum. <span style="text-decoration: underline;">Sinopse</span>: A peça conta a história real de uma relação familiar extremamente conturbada, onde uma adolescente de 16 anos sofre opressão psicológica e violência física do padrasto e de sua própria mãe. <span style="text-decoration: underline;">Sobre o Grupo</span>: Composto por agentes comunitárias de saúde do município com idades de 25 a 60 anos, moradoras da região Cantareira, o grupo foi criado por Márcia Creuza da Silva e Karina Aparecida dos Santos, agentes de saúde e multiplicadoras do Teatro do Oprimido, para discutir temas pertinentes ao atendimento que realizam no município.</p>
<p><strong>ATENDIMENTO À IMPRENSA</strong></p>
<p>Ney Motta | Centro de Teatro do Oprimido<br />
assessor de comunicação<br />
(21) 2539-2873 e 8718-1965</p>
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		<title>Demolição do Frei Caneca dá esperança a detentos</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 22:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/03/IMG_63162.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1129" title="GTO Liberarte" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/03/IMG_63162-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Em carta encaminhada ao editor do website do CTO, Monique Rodrigues*, curinga-assistente do Centro de Teatro do Oprimido, informa que no próximo sábado (13/3), por motivo da demolição do Complexo Penitenciário Frei Caneca, restando somente o Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Heitor Carrilho, os pacientes-detentos serão levados ao Henrique Roxo (Manicômio Judiciário de Niterói) onde, ao longo do dia, serão realizadas atividades culturais, incluindo música, cinema e apresentação da peça do GTO Liberarte. “Acho que este dia representa a gradativa mudança que venho acompanhando na unidade. Este espaço, antes ocupado pelo SOE (polícia especial prisional), que nestes casos ficariam responsáveis por acompanhar os internos<span id="more-1128"></span> durante o dia, agora está sendo ocupado pela arte, conduzido pelos profissionais da unidade”, afirma Monique, que segue dizendo que “o grupo Liberarte está pautado na programação e como estamos passando por intensas e boas mudanças (mais da metade do elenco foi desinternado ou está em visita periódica ao lar), vamos apresentar uma performance artística com Sinestesia do Poema e músicas da peça “Anseios de Liberdade”. Creio que este novo evento dará um pontapé inicial para a nova fase do grupo, com novas músicas, histórias e&#8230; graças a todo trabalho realizado!!!&#8230; com novas caras, pois é isso que a gente quer!!!!”</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo popular de Teatro do Oprimido (GTO) Liberarte surgiu em outubro de 2007. Formado por pacientes do Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Heitor Carrilho (antigo Presídio Frei Caneca), o Liberarte é o primeiro grupo de Teatro do Oprimido criado em um Manicômio Judiciário, tendo como base de seu trabalho a construção coletiva e a criação de espetáculos de Teatro-Fórum que visão a transformação da realidade opressora a que vivem. O primeiro espetáculo do grupo “Anseios de Liberdade” foi apresentado além dos muros do Hospital, promovendo diálogo em eventos de grande relevância para a questão dos direitos humanos, como: II Fórum Internacional de Saúde Mental, Saúde Coletiva e Direitos Humanos, realizado em 24 de maio na UERJ; Penitenciária Esmeraldino Bandeira; e Cinelândia, durante comemoração do dia Mundial da Saúde.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Monique Rodrigues é curinga-assistente do Centro de Teatro do Oprimido, coordenadora do GTO Liberarte e trabalha nos projetos Teatro do Oprimido na Saúde Mental e Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto.</em></p>
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		<title>Pirei na Cenna em Portugal</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 13:39:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/02/série-Retratos-de-uma-luta-foto-de-Andréa-Mendes-001.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1020" title="série Retratos de uma luta - foto Andréa Mendes" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/02/série-Retratos-de-uma-luta-foto-de-Andréa-Mendes-001-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A série &#8220;Retratos de uma luta&#8221;, da fotógrafa Andrea Mendes, começa a ser exibida hoje na Galeria Abraço de Lisboa, Portugal. Para este trabalho a fotografa clicou os integrantes do grupo popular de Teatro do Oprimido Pirei na Cenna, composto por usuários da saúde mental, no Hospital de Tratamento Psiquiátrico Jurujuba, de Niterói/RJ. Em junho a série chega ao Rio para exposição no Museu Bispo do Rosário. Na ocasião o grupo apresenta a peça teatral &#8220;É melhor prevenir que remédio dar&#8221;.</p>
<p>O grupo Pirei na Cenna foi criado em 1997, em Niterói, Rio de Janeiro. <!-- infotext1 --><!--  --> <!-- infotext2 -->Para conhecer mais a respeito dos grupos populares de Teatro do Oprimido leia o menu Participe.</p>
<p>Fonte: Alessandro Conceição &#8211; <span style="color: #0000ff;"><a title="alessandroconceicao@ctorio.org.br" href="mailto:alessandroconceicao@ctorio.org.br"><span style="color: #0000ff;">alessandroconceicao@ctorio.org</span><span style="color: #0000ff;">.br</span></a></span></p>
</div>
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		<title>Santos recebe II Mostra de Teatro do Oprimido na Saúde Mental</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 12:55:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos dias 15 e 16 de dezembro, o Sesc Santos recebe a II Mostra Litoral de Teatro do Oprimido na Saúde Mental, com a participação de alguns dos grupos populares de Teatro do Oprimido do Litoral Paulista. Durante a programação da mostra, o público de adultos e crianças vai assistir cenas de Teatro-Fórum, cujos temas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nos dias 15 e 16 de dezembro, o Sesc Santos recebe a II Mostra Litoral de Teatro do Oprimido na Saúde Mental, com a participação de alguns dos grupos populares de Teatro do Oprimido do Litoral Paulista. Durante a programação da mostra, o público de adultos e crianças vai assistir cenas de Teatro-Fórum, cujos temas são inspirados em histórias reais de opressão vividas pelos atores. Também haverá: uma exposição alegre e colorida da Estética do Oprimido, com bandeiras e o Ser Humano no Lixo – uma representação do ser humano feita de material reciclável (lixo limpo); exposição de fotos; mesa de debate; atrações musicais; e coquetel de lançamento do último livro escrito pelo teatrólogo e ensaísta Augusto Boal, A Estética do Oprimido. Entrada franca.<span id="more-971"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A técnica denominada Teatro-Fórum é, provavelmente, um dos expedientes mais avançados do arsenal do Teatro do Oprimido. Trata-se de uma dinâmica onde histórias reais de opressão são encenadas, terminando a encenação no ponto de crise ou no momento em que a opressão se configura através da ação e se produz o impasse: o que fazer nessa situação? A partir daí, a platéia – ou os “espect-atores”, no dizer de Augusto Boal – intervém na cena, trocando de lugar com o protagonista e propondo alternativas de encaminhamento daquela situação de opressão. Trata-se de um processo político-artístico que procura resultar em ações concretas para fortalecer os indivíduos ante as opressões vividas.</p>
<p style="text-align: justify;">O evento que envolve cerca de 70 atores/usuários da saúde mental, faz parte do Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental, que está no Litoral Paulista desde 2006, uma realização do Centro de Teatro do Oprimido com patrocínio do Ministério da Saúde por intermédio da Coordenação Nacional de Saúde Mental e apoio da Prefeitura de Santos e do Sesc Santos.</p>
<p style="text-align: justify;">A II Mostra Litoral de Teatro do Oprimido na Saúde Mental tem produção e supervisão da teatróloga Kelly di Bertolli com coordenação nacional do sociólogo Geo Britto, ambos curingas¹ do Centro de Teatro do Oprimido, instituição com sede no Rio de Janeiro cuja coordenação geral e artística é da bióloga Helen Sarapeck. Mais informações no website <a href="http://www.cto.org.br/">www.cto.org.br</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p>II Mostra Litoral de Teatro do Oprimido na Saúde Mental<br />
Dias 15 e 16 de dezembro. Na terça-feira de 14 às 20h e na quarta-feira de 14 às 19h<br />
O que acontece: Serão apresentadas cenas de Teatro-Fórum pelos grupos populares de Teatro do Oprimido do Litoral Paulista; exposição da Estética do Oprimido; vídeo-documentário; mesa de debates; atrações musicais; e coquetel de lançamento do livro A Estética do Oprimido.<br />
Local: Sesc Santos. Rua Conselheiro Ribas 136, Aparecida. Telefone: (13) 3278-9800. Capacidade de público: 200 pessoas.<br />
Classificação indicativa: LIVRE<br />
Ingressos: GRÁTIS</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PROGRAMAÇÃO DO EVENTO:<br />
</strong>
</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> 15 de dezembro, terça-feira</strong></p>
<p style="text-align: justify;">14h – Abertura da exposição A Estética do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">14:15h – Espetáculo &#8220;Desavenças&#8221; com usuários do SERP (Seção de Reabilitação Psicossocial) Santos, que trabalham com programas de geração de renda. A peça conta a história real de mãe e filha, usuárias da saúde mental, num cotidiano familiar de constrangimento e humilhação.</p>
<p style="text-align: justify;">Intervalo Musical</p>
<p style="text-align: justify;">16h – Espetáculo &#8220;O incômodo&#8221; com usuários psicóticos do Naps 5. A peça conta a história real de um almoço onde fumantes e não fumantes discutem se fumar na mesa do almoço é desrespeitar o outro.</p>
<p style="text-align: justify;">Intervalo Musical</p>
<p style="text-align: justify;">17h – Mesa “Teatro do Oprimido na Saúde Mental do Litoral Paulista”, com Geo Britto, sociólogo e curinga do Centro de Teatro do Oprimido; Sandra Murat, coordenadora municipal de saúde mental; e representante do Ministério Saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">18h – Show musical</p>
<p style="text-align: justify;">19h – Coquetel de lançamento do último livro escrito pelo teatrólogo e ensaísta Augusto Boal, A Estética do Oprimido</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>16 de dezembro, quarta-feira</strong></p>
<p style="text-align: justify;">14h – Espetáculo “Tic Tac” com senhoras com idades entre 65 e 81 anos do Programa Saúde da Mulher, de Guarujá. A peça conta a história real da submissão de uma mulher em uma relação ao casamento. Como pano de fundo vemos a personagem protagonista, uma senhora de 81 anos, sufocada pelo tic tac do relógio do marido que lhe dita ordens.</p>
<p style="text-align: justify;">Intervalo Musical</p>
<p style="text-align: justify;">16h – Espetáculo “A família do Onça” com crianças e adolescentes com necessidades fisicas ou mentais atendidas no Núcleo Henry, de Praia Grande. A peça conta a história real de uma família na qual o pai alcoolatra constantemente agride a filha, apesar da resistência da mãe.  Enquanto isso vizinhos acompanham tudo de uma janela.</p>
<p style="text-align: justify;">Intervalo Musical</p>
<p style="text-align: justify;">17h – Espetáculo “Controle Remoto” com usuários psicóticos do Naps 3, de Santos. A peça conta a história real de Carlos Eduardo, que depois de levar uma vida normal tem um surto psicótico que mudo sua toda a sua vida. Já não trabalha e está na dependência total da família.</p>
<p style="text-align: justify;">18h – Show Musical</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PARA SABER MAIS</strong>:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Teatro do Oprimido no Litoral Paulista</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No Litoral Paulista, o Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental teve início em 2006, nos municípios de Santos, Guarujá, São Vicente, Praia Grande, Cubatão e Itanhaem, quando foram capacitados 30 profissionais da saúde mental como Multiplicadores de Teatro do Oprimido, atingindo cerca de 2.500 pessoas. Em 2008, fazendo uma segunda formação de Teatro do Oprimido, com novos e antigos multiplicadores, o projeto se concentrou em Santos, embora haja multiplicadores que atuam no Guarujá, Praia Grande, São Vicente e Cubatão, tendo atingido até o momento cerca de 4.000 pessoas. Nesta etapa foram realizados muitos diálogos teatrais e o projeto está sendo realizado também como parte do projeto de saúde mental do município de Santos. A primeira Mostra Litoral de Teatro do Oprimido na Saúde Mental aconteceu em 2006. Na ocasião foram apresentadas três cenas de Teatro-Fórum e teve a participação do teatrólogo e ensaísta Augusto Boal, criador do Teatro do Oprimido, falecido em maio de 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">A teatróloga Kelly di Bertolli, curinga¹ do Centro de Teatro do Oprimido, diz que “o Teatro do Oprimido na Saúde Mental da Baixada Santista tem participado do dia-a-dia dos usuários de saúde mental como uma ferramenta da humanização do tratamento psiquiátrico. O projeto multiplica a metodologia do Teatro do Oprimido entre os profissionais da rede de saúde mental, estes realizam encontros semanais com seus grupos. A multiplicação gerou vários grupos populares de Teatro do Oprimido que dialogam teatralmente entre si para discutirem problemas urgentes que os oprimidos enfrentam. A comunicação com a sociedade é no intuito de desmistificar o conceito de loucura, bem como a humanização de um sistema público de saúde, são metas do nosso trabalho. Buscamos através do Teatro de Oprimido chegar a ações sociais concretas em nossos grupos. O litoral paulista vem desde 2006 formando grupos que se solidificaram. Temos multiplicadores que já trabalham a quatro anos neste projeto. Há um trabalho de musicalização que acompanha o trabalho das cenas de Teatro-Fórum, que enriquece nossos grupos com músicas criadas em oficinas de Teatro do Oprimido. O Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental é visto como parte da política pública na Baixada Santista, para tanto contamos com o importante apoio da Prefeitura de Santos.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Teatro do Oprimido na Saúde Mental</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Teatro do Oprimido não apresenta respostas, mas procura fazer as perguntas certas. E uma das principais perguntas na relação entre usuários (pacientes), seus familiares, os profissionais da saúde mental é: <em>o que fazer</em>? É importante considerar que os usuários também têm problemas de transporte, alimentação, desemprego, racismo, sexismo, corrupção, etc. Através do teatro, da encenação de um problema ou conflito, pode-se chegar a um entendimento das condições dos protagonistas. Através do teatro começa a existir uma nova relação, mais humana, entre usuários e profissionais da saúde mental. O diferente é igual a gente.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicopedagoga Cláudia Simone, curinga do Centro de Teatro do Oprimido diz que “num contexto onde tentam esconder o diferente, o Teatro do Oprimido vem estimulando a sua visibilidade como cidadão e agente transformador de sua própria história. O diferente sobe no palco, conta sua história, vê e é visto por todos sem negar a sua condição de usuário, porém sem se sentir inferior mais semelhante com sua diferença.”</p>
<p style="text-align: justify;">O teatro muda tudo, porque os diferentes voltam a se sentir como parte da sociedade. Desde que o teatro entrou na vida destas pessoas com transtornos psiquiátricos, os períodos de internação e de depressão diminuíram, a adesão ao tratamento aumentou e a vontade de viver ressurgiu.</p>
<p style="text-align: justify;">O sociólogo Geo Britto afirma que “é importante considerar a questão do Teatro do Oprimido como possibilidade de uma metodologia artística que proporciona o diálogo. Um exemplo é que, atualmente os CAPS (Centros de Atenção Psicossociais) vêm utilizando o Teatro do Oprimido nas suas assembléias, com usuários, seus familiares e profissionais. Onde muitas vezes não se conseguia se fazer entender pela fala, agora, trabalhadas através da imagem, do teatro, se estabelece o diálogo.”</p>
<p style="text-align: justify;">¹ <em>Curinga<strong> </strong>é o especialista, pesquisador e facilitador do Método Teatro do Oprimido; um artista com função pedagógica que atua como mestre de cerimônia nas sessões de Teatro-Fórum, coordenando o diálogo entre palco e platéia, estimulando a participação e orientando a análise das intervenções feitas pelos espectadores. </em></p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: right;">Ney Motta | Centro de Teatro do Oprimido<br />
Assessoria de Comunicação</p>
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		<title>Arco-Íris do Desejo</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 14:33:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para a oficina &#8220;Do Arco-Íris do Desejo ao Teatro-Fórum&#8221; que acontece nos dias 25 a 29 de janeiro, de segunda a sexta, no horário de 14 às 19h. A oficina ministrada por Bárbara Santos e Cláudia Simone, curingas do Centro de Teatro do Oprimido, acontece na sede da instituição que fica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estão abertas as inscrições para a oficina &#8220;Do Arco-Íris do Desejo ao Teatro-Fórum&#8221; que acontece nos dias 25 a 29 de janeiro, de segunda a sexta, no horário de 14 às 19h. A oficina ministrada por Bárbara Santos e Cláudia Simone, curingas do Centro de Teatro do Oprimido, acontece na sede da instituição que fica na Av. Mem de Sá 31, Lapa, Rio de Janeiro.<span id="more-950"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Pela primeira vez o Centro de Teatro do Oprimido  abre ao público a oportunidade de vivenciar os resultados de um dos mais recentes processos de pesquisa realizado por Augusto Boal e a equipe de Curingas do CTO: <em>a invasão dos cérebros</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta da oficina &#8220;Do Arco-Íris do Desejo ao Teatro-Fórum&#8221; é realizar uma trajetória investigativa a partir das técnicas mais introspectivas do Teatro do Oprimido, reunidas no Arco-Íris do Desejo, até as mais objetivas, do Teatro-Fórum, para entender as repercussões sociais do processo de internalização da ideologia dos opressores. Ao compreender que as opressões internalizadas tiveram e guardam íntima relação com a vida social, ampliam-se as chances de superá-las.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Informações e inscrições</strong></p>
<p style="text-align: justify;">c/ Cláudia Simone: (21) 2232-5826 ou 2215-0503 ou 9856-5604 ou <span style="color: #0000ff;"><a title="claudiasimone@ctorio.org.br" href="mailto:claudiasimone@ctorio.org.br"><span style="color: #0000ff;">claudiasimone@ctorio.org.b</span><span style="color: #0000ff;">r</span></a></span></p>
<p style="text-align: right;">por Ascom/CTO</p>
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		<title>Mostra Macaense de Teatro do Oprimido na Saúde Mental</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 18:16:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caps]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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		<description><![CDATA[Nos dias 1 e 2 de dezembro, Macaé vai receber a primeira Mostra Macaense de Teatro do Oprimido na Saúde Mental, com a participação de alguns dos grupos populares do Teatro do Oprimido macaense. O evento acontece no Teatro do Colégio Estadual Matias Neto, que fica na Rua Araruama s/n°. Além de cenas de Teatro-Fórum, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nos dias 1 e 2 de dezembro, Macaé vai receber a primeira Mostra Macaense de Teatro do Oprimido na Saúde Mental, com a participação de alguns dos grupos populares do Teatro do Oprimido  macaense. O evento acontece no Teatro do Colégio Estadual Matias Neto, que fica na Rua Araruama s/n°. Além de cenas de Teatro-Fórum, o público vai poder apreciar a exposição A Estética do Oprimido, participar do lançamento do último livro do teatrólogo e ensaísta Augusto Boal e assistir a exibição de um documentário/curta-metragem. Os ingressos são gratuitos.<span id="more-912"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A aposentada Ivaltina Moreira comenta que participar de um grupo popular do Teatro do Oprimido macaense “é uma inspiração de vida, pois o Teatro do Oprimido é a forma que tenho de aliviar a tensão da doença, me trazendo mais motivação e alegria. Esse grupo me deu a oportunidade, por todos me receberem de braços abertos.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1° Dia da Mostra – Programação:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No final da tarde do dia 1° de dezembro, após o público ter apreciado – com um novo olhar – a exposição, assistido ao documentário e participado do lançamento do livro A Estética do Oprimido, a cena de teatro-fórum apresentada será do grupo popular de Teatro do Oprimido GTO Capazes, Iguais e Idealistas, composto por quinze usuários de Saúde Mental do Caps Betinho, o tema é discriminação ao portador de sofrimento psíquico. Uma usuária de saúde mental é maltratada pelo irmão que a julga incapaz, não permite que ela cuide de seu único filho, humilhando-a na frente dele; esta mesma humilhação ela passa na comunidade, sendo destratada na vizinhança por conta de sua diferença. Ao final da apresentação o público é convidado a trocar de lugar com o protagonista e com isso tentar descobrir alternativas ao conflito encenado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2° Dia da Mostra – Programação:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No final da tarde do dia 2 de dezembro, após o público ter apreciado a exposição, assistido ao documentário e participado do lançamento do livro A Estética do Oprimido, a primeira cena de teatro-fórum a ser apresenta é do grupo popular de Teatro do Oprimido GTO Tô Fazendo Arte, composto por cinco jovens e adolescentes da Escola Samuel Brust, de Saúde Mental na Atenção Básica.  A cena conta sobre um jovem que mora com o pai e a avô, recebe uma bolsa por participar de um projeto na Escola, o pai que nada dá em casa e que é alcoólatra toma o dinheiro da bolsa do menino, que tinha a intenção de dar o dinheiro para avô comprar comida e coisas para casa. Ao final da apresentação o público é convidado a trocar de lugar com o protagonista e com isso tentar descobrir alternativas ao conflito encenado.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda cena de teatro-fórum será apresentada pelo grupo popular de Teatro do Oprimido GTO Emergentes do Tempo, composto por seis pessoas idosas do Programa de Atenção Integral ao Idoso. A cena conta sobre uma mulher que é abandonada pelo marido, com os filhos ainda pequeno, ele fica 15 anos fora de casa, sem dar assistência aos filhos, volta muito velho e doente exigindo que a mãe de seus primeiros filhos cuide dele, apela para o perdão e para solidariedade e por fim usa de violência para ficar na casa da ex-esposa. Ao final da apresentação o público é convidado a trocar de lugar com o protagonista e com isso tentar descobrir alternativas ao conflito encenado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Teatro do Oprimido em Macaé</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental está em curso em Macaé desde setembro de 2008 e estende-se até maio de 2010, já tendo capacitado 30 profissionais da saúde mental, entre eles: psicólogos, assistentes sociais, musicoterapeutas etc. Nesses meses a equipe do Centro de Teatro do Oprimido realizou na cidade várias cursos de capacitação, visitas de acompanhamento e algumas demonstrações públicas do trabalho realizado por estes profissionais que estão sendo formados Multiplicadores.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicopedagoga Cláudia Simone diz que “muitas foram às ações e realizações do projeto de Teatro do Oprimido na Saúde Mental no município de Macaé, em consonância com a reorientação do modelo de atenção em saúde mental no Brasil, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas com transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. A proposta básica é que os profissionais da saúde mental se apropriem da metodologia do Teatro do Oprimido e possam com essa nova linguagem abrir espaços de diálogos através da Estética do Oprimido, fazendo surgir teatralmente com os grupos populares de Teatro do Oprimido macaense os problemas urgentes que necessitam de alternativas.”</p>
<p style="text-align: justify;">O Teatro do Oprimido não apresenta respostas, mas procura fazer as perguntas certas. E uma das principais perguntas na relação entre usuários, seus familiares, os profissionais da saúde mental é: <em>o que fazer</em>? É importante considerar que os usuários também têm problemas de transporte, alimentação, desemprego, racismo, sexismo, corrupção, etc. Através do teatro, da encenação de um problema ou conflito, pode-se chegar a um entendimento das condições dos protagonistas. Através do teatro começa a existir uma nova relação, mais humana, entre usuários e profissionais da saúde mental. O diferente é igual a gente. “Num contexto onde tentam esconder o diferente, o Teatro do Oprimido vem estimulando a sua visibilidade como cidadão e agente transformador de sua própria história. O diferente sobe no palco, conta sua história, vê e é visto por todos sem negar a sua condição de usuário, porém sem se sentir inferior mais semelhante com sua diferença”, destaca Cláudia Simone.</p>
<p style="text-align: justify;">O teatro muda tudo, porque os diferentes voltam a se sentir como parte da sociedade. Desde que o teatro entrou na vida destas pessoas com transtornos psiquiátricos, os períodos de internação e de depressão diminuíram, a adesão ao tratamento aumentou e a vontade de viver ressurgiu. O sociólogo Geo Britto afirma que “é importante considerar a questão do Teatro do Oprimido como possibilidade de uma metodologia artística que proporciona o diálogo. Um exemplo é que, atualmente os CAPS (Centros de Atenção Psicossociais) vêm utilizando o Teatro do Oprimido nas suas assembléias, com usuários, seus familiares e profissionais. Onde muitas vezes não se conseguia se fazer entender pela fala, agora, trabalhadas através da imagem, do teatro, se estabelece o diálogo.”</p>
<p><strong>REALIZAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O evento produzido pela psicopedagoga Cláudia Simone e Alessandro Conceição, com coordenação do sociólogo Geo Britto, curingas do Centro de Teatro do Oprimido, é uma realização do Centro de Teatro do Oprimido com patrocínio do Ministério da Saúde por intermédio da Coordenação Nacional de Saúde Mental, e apoio da Prefeitura de Macaé por intermédio da Secretaria de Saúde de Macaé (SEMUSA), com a Coordenação Municipal de Saúde Coletiva e Coordenação Municipal de Saúde Mental.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nome do evento:<strong> </strong>Mostra Macaense de Teatro do Oprimido na Saúde Mental.<strong> </strong>Dias 1 e 2 de dezembro, às 17 horas. O que acontece: grupos populares de Teatro do Oprimido macaense apresentam cenas de teatro-fórum enquanto o Centro de Teatro do Oprimido promove lançamento o último livro do teatrólogo e ensaísta Augusto Boal e exibe documentário/curta-metragem do autor, no espaço mesmo da Exposição A Estética do Oprimido. Local: Teatro da Escola Estadual Matias Neto. Rua Araruama s/n° (tel. 22 2762-0510). Capacidade de público: 100 pessoas sentadas e 100 em pé. Acesso facilitado para deficientes. Classificação indicativa LIVRE. Duração 180 minutos. Ingressos GRÁTIS. Mais informações no site <a href="http://www.cto.org.br/">www.cto.org.br</a></p>
<p><strong>DIVULGAÇÃO</strong></p>
<p>Ney Motta | Centro de Teatro do Oprimido<br />
Assessoria de Comunicação<br />
(21) 8718-1965 | <a href="mailto:neymotta@ctorio.org.br">neymotta@ctorio.org.br</a></p>
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		<title>Teatro do Oprimido recebe Prêmio “Loucos pela Diversidade”</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 15:41:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 25 de novembro, o GTO Pirei na Cenna e o GTO Liberarte, grupos populares do Centro de Teatro do Oprimido composto por atores/pacientes de Hospitais Psiquiátricos, recebem das mãos do Ministro da Cultura, Juca Ferreira, o Prêmio “Loucos pela Diversidade &#8211; edição Austregésilo Carrano”. A cerimônia de entrega acontece às 11 horas, na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">No dia 25 de novembro, o GTO Pirei na Cenna e o GTO Liberarte, grupos populares do Centro de Teatro do Oprimido composto por <em>atores/pacientes</em> de Hospitais Psiquiátricos, recebem das mãos do Ministro da Cultura, Juca Ferreira, o Prêmio “Loucos pela Diversidade &#8211; edição Austregésilo Carrano”. <span id="more-898"></span>A cerimônia de entrega acontece às 11 horas, na Caixa Cultural &#8211; Teatro de Arena, Av. Almirante Barroso, Centro, Rio de Janeiro. Entrada franca.</p>
<p style="text-align: justify;">O Laboratório de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental e Atenção Psicossocial (LAPS), da ENSP/Fiocruz, em parceria com o Ministério da Cultura, divulgou a lista dos 55 projetos contemplados ao primeiro Prêmio “Loucos pela Diversidade &#8211; edição Austregésilo Carrano”, que premiou iniciativas artísticas culturais inovadoras, com foco a fortalecer e dar visibilidade ao trabalho que vem sendo realizado por pessoas, grupos, organizações ou instituições envolvidas com aqueles que têm algum sofrimento psíquico.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os premiados estão dois grupos populares do Centro de Teatro do Oprimido (CTO), o GTO Pirei na Cenna, que é composto por <em>atores-pacientes</em> do Hospital de Tratamento Psiquiátrico de Jurujuba, localizado em Niterói, e o GTO Liberarte, que é composto por <em>atores-pacientes-detentos</em> do Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Heitor Carrilho (antigo Presídio Frei Caneca). Estes grupos trabalham diretamente com a equipe do Projeto Teatro do Oprimido na Saúde Mental, que é resultado de uma parceria estabelecida há cinco anos entre o CTO e o Ministério da Saúde, por intermédio da Coordenação Nacional de Saúde Mental, para capacitação e acompanhamento de profissionais da área de saúde mental do SUS nas técnicas do Teatro do Oprimido, e que tem levado a transformações políticas e a uma relação mais humana entre os pacientes, seus familiares, estes profissionais e a sociedade. Até hoje, mais de 240 profissionais do Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe já foram capacitados e estão aplicando as técnicas do Teatro do Oprimido nos Caps (Centro de Atenção Psicossocial) e em Hospitais (inclusive no Manicômio Judiciário Heitor Carrilho e o Hospital Psiquiátrico de Jurujuba). Cerca de mil pacientes, usuários da saúde mental estão sendo beneficiados por este Projeto. Desde que o Teatro do Oprimido entrou na vida destas pessoas os períodos de depressão diminuíram, a adesão ao tratamento aumentou e a vontade de viver ressurgiu.</p>
<p style="text-align: justify;">Até o resultado final do Prêmio “Loucos pela Diversidade”, o processo foi longo. Teve início em 2007 com a oficina “Loucos pela Diversidade – da diversidade da loucura à identidade da cultura”, que promoveu a aproximação da ENSP/Fiocruz com o MinC para a criação de uma política de fomento à cultura produzida por usuários de saúde mental. Um dos resultados dessa oficina foi a criação de uma política específica para esses atores, que deu origem ao relatório “Loucos pela Diversidade”. Uma das propostas dessa política foi o lançamento do prêmio que levou o nome do escritor brasileiro e integrante do Movimento da Luta Antimanicomial, Austregésilo Carrano, autor do livro &#8216;Canto dos Malditos&#8217;, que deu origem ao filme &#8216;Bicho de Sete Cabeças&#8217;, em que narra sua experiência nos hospitais psiquiátricos e denuncia os absurdos cometidos diariamente nessas instituições.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SOBRE OS GRUPOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong>O grupo popular de Teatro do Oprimido GTO Liberarte surgiu em outubro de 2007. Formado por pacientes do Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Heitor Carrilho (antigo Presídio Frei Caneca), o Liberarte é o primeiro grupo de Teatro do Oprimido criado em um Manicômio Judiciário, tendo como base de seu trabalho a construção coletiva e a criação de espetáculos de Teatro-Fórum que visão a transformação da realidade opressora a que vivem. O primeiro espetáculo do grupo “Anseios de Liberdade” foi apresentado além dos muros do Hospital, promovendo diálogo em eventos de grande relevância para a questão dos direitos humanos, como: II Fórum Internacional de Saúde Mental, Saúde Coletiva e Direitos Humanos, realizado em 24 de maio na UERJ; Penitenciária Esmeraldino Bandeira; e Cinelândia, durante comemoração do dia Mundial da Saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Criado em 1997, o grupo popular de Teatro do Oprimido GTO Pirei na Cenna possui um trabalho direcionado aos portadores de sofrimento psíquico, seus familiares e simpatizantes do Movimento da Luta Antimanicomial, para dialogarem sobre as questões pertinentes aos direitos humanos, utilizando-se das técnicas do Teatro do Oprimido. A proposta do grupo vem sendo a de descobrir caminhos para estimular o exercício da cidadania por parte dos usuários de saúde mental, pautado na máxima de igualdade a permissão do exercício das diferenças. Com 11 anos de existência o Pirei na Cenna já contabilizou cerca de 800 apresentações, atingido mais de 11.000 pessoas em mais 10 estados brasileiros. Dentre as apresentações destacamos: II Fórum Internacional de Saúde Mental e Direitos Humanos (2008), II Festival Latino Americano de Teatro de Grupo (2007), Mostra Teatralidade do Humano (2006), no Espaço Cultural Oi Futuro, Mostra Arte e Diversidade Sem Barreiras (2005), no CCBB do Rio de Janeiro.</p>
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