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	<title>centro de teatro do oprimido &#187; sociedade midiática</title>
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	<description>&#34;Ser cidadão não é viver em sociedade, é transformá-la.&#34; Augusto Boal</description>
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		<title>Madalena, o teatro das oprimidas</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 11:03:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ney Motta</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acontecendo no Brasil, além de Guiné-Bissau e Moçambique, países da África lusófona, de dezembro de 2009 até abril de 2010, o ‘Laboratório Madalena’ é uma experiência cênica voltada para mulheres empenhadas em investigar as especificidades das opressões enfrentadas pelas mulheres e mesmo as suas próprias alienações, e em atuar para a criação de medidas efetivas que contribuam para a superação dessas opressões e para a igualdade dos gêneros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/01/logomarca-madalena.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1016" title="logomarca Madalena, teatro das oprimidas" src="http://ctorio.org.br/novosite/wp-content/uploads/2010/01/logomarca-madalena-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Acontecendo no Brasil (Ceará e Rio de Janeiro), além de Guiné-Bissau e Moçambique, países da África lusófona, de dezembro de 2009 até maio de 2010, o ‘Laboratório Madalena’ é uma experiência cênica voltada para mulheres empenhadas em investigar as especificidades das opressões enfrentadas pelas mulheres e mesmo as suas próprias alienações, e em atuar para a criação de medidas efetivas que contribuam para a superação dessas opressões e para a igualdade dos gêneros. Contemplado com o Prêmio Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura (Minc/Funarte), o Laboratório Madalena integra a residência artística da diretora italiana Alessandra Vannucci no Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto¹.<span id="more-986"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A experiência busca percursos de expressões estéticas e narrativas a partir do corpo feminino. Esse corpo que ao longo dos séculos permaneceu escondido, protegido e oprimido pelo corpo masculino, e hoje parece protagonizar, como objeto e sujeito, a ribalta de nossa sociedade midiática. O corpo da mulher despido, exibido, sensual, trivial, reinventado, prostituído, espremido e despedaçado nos outdoors, nas páginas das revistas, nas passarelas da moda e do samba, é o melhor veículo para venda de qualquer produto. É no corpo feminino que se trava hoje, mais do que no masculino, o embate entre os hábitos ancestrais e a defesa dos direitos humanos fundamentais. Essa condição comporta ilusões, feridas, contradições e uma busca urgente de significados.</p>
<p style="text-align: justify;">O ponto de partida para o Laboratório Madalena ocorreu em dezembro de 2009 com duas oficinas, sendo uma delas composta por um grupo de trabalhadoras domésticas nordestinas. A partir de janeiro de 2010, pelo menos quatro laboratórios estão confirmados para ocorrer: no Ceará, Rio de Janeiro, além de Guiné-Bissau e Moçambique, países da África lusófona. As produções artísticas resultantes (peças, performances, esculturas, pinturas, instalações, poesias etc) circularão localmente, estimulando a discussão pública a respeito das opressões e violência contra o corpo da mulher, mesmo em tempos de revolução de hábitos e vivências e da emancipação da mulher em diversos contextos sociais. Em maio, acontecerá no Rio de Janeiro a Mostra “Madalena ocupa a Lapa”, com apresentação e exposição dessas produções artísticas e mesas de discussão sobre o tema. A experiência será registrada no ‘documentário Madalena’ e publicada na Revista Metaxis.</p>
<p style="text-align: justify;">As experiências cênicas do Laboratório Madalena estão sendo desenvolvidas por Alessandra Vannucci e Bárbara Santos. Alessandra realiza pesquisa sobre arte e violência contra a mulher, investigando o tema do corpo feminino neste começo de terceiro milênio, suas revoluções, mutações, expectativas, seduções, obsessões e opressões. Bárbara Santos é socióloga e curinga² do Centro de Teatro do Oprimido, onde coordena o Projeto Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto, possuindo larga experiência na formação de grupos populares no Brasil e na África, além de coordenar de programas de formação.</p>
<p style="text-align: justify;">O Laboratório Madalena é uma iniciativa da diretora Alessandra Vannucci (Prêmio Shell 2006 com “A Descoberta das Américas”, eleito Melhor Espetáculo de 2006 pelo Jornal O Globo; e Prêmio Arlecchino d’Oro 2007 com “Arlecchino all’inferno”) com realização do Centro de Teatro do Oprimido.</p>
<p style="text-align: justify;">¹ Projeto realizado pelo Centro de Teatro do Oprimido com patrocínio do Ministério da Cultura por intermédio do Programa Cultura Viva.</p>
<p style="text-align: justify;">² Artista com função pedagógica, praticante, estudioso(a) e pesquisador(a) do Teatro do Oprimido, um(a) especialista em constante processo de formação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ONDE ACONTECE</strong></p>
<p style="text-align: justify;">‘<span style="text-decoration: underline;">Laboratório Madalena’,</span><span style="text-decoration: underline;"> no CEARÁ</span> &lt;&lt; JÁ REALIZADO &gt;&gt;</p>
<p style="text-align: justify;">11 a 15 de janeiro – SESC Crato. Rua André Cartaxo 443, Crato. Tel. (88) 3523-4444</p>
<p style="text-align: justify;">Ao término deste Laboratório aconteceram apresentações públicas das produções artísticas resultantes dos trabalhos no Laboratório (peças, performances, esculturas, pinturas, instalações, poesias etc), nas cidades: Crato (15/1), Juazeiro do Norte (16/1) e Fortaleza (17/1).</p>
<p style="text-align: justify;">‘<span style="text-decoration: underline;">Laboratório Madalena’,</span><span style="text-decoration: underline;"> no RIO DE JANEIRO</span></p>
<p style="text-align: justify;">2 a 6 de fevereiro – Caixa Cultural &#8211; Teatro Nelson Rodrigues (Grande Galeria). Av. República do Chile 230, Centro, das 15 as 20h.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 6 de fevereiro às 20h, acontece apresentação pública das produções artísticas resultantes (peças, performances, esculturas, pinturas, instalações, poesias etc), seguido de painel de discussão do tema apresentado. Ingressos GRÁTIS.</p>
<p style="text-align: justify;">‘<span style="text-decoration: underline;">Laboratório Madalena’,</span><span style="text-decoration: underline;"> em GUINÉ-BISSAU</span></p>
<p style="text-align: justify;">1 a 6 de março – Comunidade de Varela, San Domingo</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 6 de março às 18h, acontece apresentação pública das produções artísticas (teatro, escultura, pintura, textos etc) resultantes do trabalho na cidade. Ingressos GRÁTIS.</p>
<p style="text-align: justify;">‘<span style="text-decoration: underline;">Laboratório Madalena’,</span><span style="text-decoration: underline;"> em MOÇAMBIQUE</span></p>
<p style="text-align: justify;">26 a 30 de abril – Mercado público de Maputo</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 1° de maio às 14h, acontece apresentação pública das produções artísticas (teatro, escultura, pintura, textos etc) resultantes do trabalho na cidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Mostra “Madalena ocupa a Lapa</span>”</p>
<p style="text-align: justify;">28 de Maio – Largo da Lapa, Rio de Janeiro</p>
<p style="text-align: justify;">O evento gratuito acontece em praça pública a partir das 15h. No programa:</p>
<p style="text-align: justify;">Madalena Debate – lona de discussão sobre a situação da mulher na sociedade atual;</p>
<p style="text-align: justify;">Madalena Expõe – exposição das produções artísticas resultantes dos laboratórios do Brasil e da África;</p>
<p style="text-align: justify;">Madalena Canta – show musical comandado por mulheres;</p>
<p style="text-align: justify;">Madalena Encena – apresentação das cenas produzidas nos laboratórios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>COMO PARTICIPAR</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As mulheres interessadas em participar dos laboratórios devem acessar o site <a href="http://www.cto.org.br/">www.cto.org.br</a>, baixar a ficha de inscrição e enviá-la para o e-mail do Centro de Teatro do Oprimido <a href="mailto:contato@ctorio.org.br">contato@ctorio.org.br</a>. A participação é gratuita, mas é necessário inscrever-se com antecedência. Vagas limitadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ATENDIMENTO À IMPRENSA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ney Motta | Centro de Teatro do Oprimido<br />
Assessoria de Comunicação<br />
(21) 2539-2873 e 8718-1965<br />
<a href="mailto:neymotta@ctorio.org.br">neymotta@ctorio.org.br</a></p>
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